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Educação

Participantes se preparam para a Prova Nacional Docente

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A Prova Nacional Docente (PND) será aplicada no próximo domingo, 26 de outubro, em todo o país. A avaliação é voltada a docentes formados e estudantes de licenciaturas que estão concluindo a graduação. O exame tem como objetivo subsidiar estados e municípios que aderiram à iniciativa, oferecendo uma base de referência nacional para seleção de professores, com foco na qualidade do ensino. Coordenada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a iniciativa marca um novo momento para a educação brasileira.  

Entre os participantes que farão a prova está o professor Pedro Henrique da Silva, que realizará o exame em Recife (PE). Licenciado em história e docente desde 2018, ele vê na PND uma oportunidade de crescimento profissional e de fortalecimento da carreira docente. 

“Estou muito motivado para a primeira aplicação da PND. Acredito que foi uma ótima iniciativa do governo federal, visando à valorização do professor no Brasil. É importante também para os estudantes de licenciatura que estão concluindo a graduação e poderão participar”, afirmou. 

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Pedro Henrique conta que está se preparando para o exame e destaca o impacto positivo da iniciativa para os sistemas de ensino. “Estou motivado pelo fato de ser algo novo no país. Isso trará vários benefícios, pois o professor efetivo consegue elaborar projetos pedagógicos de médio e longo prazo, com foco no desenvolvimento dos estudantes”, ressaltou. 

Inscritos – Serão avaliadas 17 áreas da licenciatura. Pedagogia lidera as inscrições na PND, com 560.576 inscrições confirmadas. Letras – português vem em segundo lugar (73.187), seguida de matemática (72.530) e educação física (65.911). 

Locais de prova – O Cartão de Confirmação de Inscrição com o local da prova já está disponível no Sistema PND. O documento indica o número de inscrição, a data e os horários do exame. Nele consta, ainda, se o participante contará com atendimento especializado ou tratamento por nome social. Apesar de não ser obrigatório, o Inep recomenda levá-lo no dia do exame.  

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PND – A PND faz parte do programa Mais Professores para o Brasil, que reúne ações de reconhecimento e qualificação do magistério da educação básica e de incentivo à docência no país. 

Diretrizes – A Portaria n.º 399/2025 dispõe sobre as regras e os procedimentos para realização da PND. A prova terá a mesma matriz da avaliação teórica do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) das Licenciaturas, que, desde a sua edição em 2024, tem enfoque nos cursos de formação docente. A PND é voltada a licenciados e será aplicada anualmente. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Inep 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Escola Nacional de Hip Hop já tem adesão de 22 estados

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As redes estaduais, distrital e municipais de educação têm até terça-feira, 30 de junho, para aderir ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Até 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam confirmado participação na iniciativa, que busca incorporar ao ambiente escolar saberes urbanos, periféricos e negros por meio da cultura e pedagogia hip-hop

A Escola Nacional de Hip-Hop integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e prevê investimento de R$ 50 milhões entre 2026 e 2027. A adesão deve ser realizada exclusivamente pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), mediante assinatura do termo de adesão.  

A proposta da Escola Nacional de Hip-Hop é fortalecer práticas pedagógicas que dialoguem com as vivências dos estudantes por meio de atividades ligadas à música, dança, grafite, batalhas de rima e formação cultural. Entre as ações previstas estão trilhas formativas voltadas à gestão de carreira de MCs, breaking olímpico, slams estudantis, batalhas de rima, atividades de grafite e experiências pedagógicas relacionadas ao hip-hop na educação. 

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Na educação básica, o hip-hop funciona como uma ferramenta de apoio ao sucesso acadêmico de estudantes em três grandes áreas: fortalecimento da identidade e da representatividade; integração de saberes e perspectivas decoloniais ao currículo; e melhoria do clima escolar, incluindo ações culturais que possam contribuir para reduzir o uso excessivo de celulares nos intervalos escolares. 

Adesão – No levantamento realizado em 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam aderido ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Entre as unidades da Federação que ainda não haviam formalizado a participação estão Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraná. 

Nas capitais, 22 das 26 cidades já haviam confirmado adesão. Apenas Boa Vista (RR), Manaus (AM) e Vitória (ES) ainda não haviam concluído o processo. 

O levantamento também mostra que a mobilização das redes municipais já alcança índices elevados em diversas unidades da Federação. O Amapá lidera o percentual de adesão entre os municípios, com 93,75%, seguido por Roraima (93,33%) e Acre (81,81%). Na sequência aparecem Maranhão (78,34%), Bahia (77,69%) e Rio de Janeiro (77,17%), demonstrando o avanço da implementação do programa em diferentes regiões do país. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

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