Economia
Alckmin se reúne com vice-presidente indiano e anuncia visto eletrônico para negócios no Brasil
O vice-presidente e ministro do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, reuniu-se, nesta quinta-feira (dia 16/10), com o vice-presidente da Índia, Chandrapuram Ponnusami Radhakrishnan, em Nova Déhli, no âmbito da missão do governo brasileiro àquele país. Participou da agenda o ministro da defesa do Brasil, José Múcio Monteiro, além de autoridades diplomáticas dos dois países.
Na reunião, Alckmin anunciou que o Brasil está implementando o visto eletrônico para viagens de negócios dos indianos no Brasil.
Alckmin e Radhakrishnan também destacaram a importância de avançarem em acordo para garantir voos diretos entre os dois países, para ampliar, sobretudo o fluxo de comércio e de turismo.
Ambas as autoridades repassaram os pontos prioritários da relação bilateral Brasil-Índia, com destaque para os temas da tecnologia, energia, aviação comercial, defesa, saúde, transformação digital e ciência, tecnologia e inovação. Concordaram em aprofundar a cooperação e em elevar o comércio bilateral entre os dois países.
Mais tarde, o vice-presidente brasileiro anunciou com o ministro de Comércio e da Indústria da República da Índia, Piyush Goyal, decisão dos dois países de ampliar o Acordo de Preferências Tarifárias Mercosul-Índia.
“O Brasil dá grande valor à Parceria Estratégica com a Índia. Vamos aprofundar ainda mais a cooperação em setores estratégicos, ampliar os benefícios do comércio e fortalecer as relações bilaterais entre os dois países”, afirmou Alckmin.
Na conversa, o vice-presidente brasileiro destacou os valores compartilhados entre os países. “Brasil e Índia são duas grandes democracias, que compartilham valores, desafios e aspirações, como a solidez de nossas instituições e o compromisso com a promoção do desenvolvimento com justiça social”, afirmou.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
Economia
Ministro destaca NIB e novos acordos comerciais no II Fórum de Investimentos Brasil-UE
O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, afirmou nesta terça-feira (23/6), durante a abertura do II Fórum de Investimentos Brasil-União Europeia, que o país vive um momento socioeconômico positivo para parcerias internacionais. O evento foi realizado na ApexBrasil.
Ao lado do comissário europeu Jozef Síkela e da embaixadora da União Europeia no Brasil, Marian Schuegraf, o ministro destacou que os avanços da economia nacional e as diretrizes da Nova Indústria Brasil (NIB) reposicionam o país estrategicamente para liderar parcerias globais em sustentabilidade, transição ecológica e bioeconomia.
“A nova indústria do Brasil tem a ambição de ser mais exportadora, mais competitiva, mais produtiva e mais sustentável. E é na sustentabilidade que o Brasil tem que fincar mesmo o seu projeto de desenvolvimento econômico. Nós temos fontes renováveis de energia, recursos hídricos abundantes e um compromisso sério do governo com a redução de qualquer tipo de desmatamento”, afirmou Márcio Elias Rosa, ao destacar que o governo aposta, com a NIB, na agregação de valor e no fortalecimento de parcerias com outras nações.
Ele destacou a consolidação do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, EFTA e Singapura, além de outras parcerias em debate. De acordo com o ministro, essa “é a melhor resposta que se pode dar no nível político para aqueles que apostam na instituição de barreiras tarifárias ou não tarifárias desnecessárias”.
Ele ressaltou, ainda, que o foco do governo é oferecer um ambiente de negócios com “segurança jurídica, previsibilidade econômica e estabilidade política” para que as nações estejam mais próximas e integradas”.
Alianças de longo prazo
Já o comissário europeu Jozef Síkela destacou que está no país para tornar a parceria do Brasil com a União Europeia mais forte. Ele ponderou que a cooperação baseada em regras e benefícios mútuos e alianças de longo prazo são, muitas vezes, substituídas por uma busca por soluções rápidas.
Síkela ressaltou o acordo Mercosul-UE como o caminho para levar a parceria entre os dois blocos adiante. “Nós compartilhamos um forte compromisso com a democracia, o multilateralismo e a ação climática. Durante este período de choques globais e guerras de comércio, nós temos deixado o campo aberto para trabalhar pela estabilidade e pela prosperidade”, afirmou.
Também na abertura do Fórum, a embaixadora da União Europeia no Brasil, Marian Schuegraf, disse que o acordo Mercosul-UE oferece uma nova oportunidade para olhar a parceria pela perspectiva do investimento, da competitividade, pela cooperação estratégica de longo prazo.
“O acordo ajuda a criar um quadro mais previsível, competitivo e estratégico. Mas acordos não geram resultados por si só. Eles criam oportunidades, confiança em um quadro de referência. Cabe aos governos, empresas e instituições financeiras transformar esse potencial em investimentos, projetos e resultados concretos. Queremos ver como esse acordo pode apoiar uma agenda de investimentos mais forte entre Brasil e Europa”, explicou.
O presidente do Conselho Curador do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI), José Pio Borges, ressaltou que os desafios das novas tecnologias exigem integração e complementaridade estratégica. “O Brasil e as nações europeias entendem que nossa força reside não na autossuficiência impossível, mas em complementaridade estratégica. Tomem o caso das terras raras como exemplo. O Brasil e a União Europeia, juntos, têm condição de dominar toda a cadeia produtiva, desde a extração mineral até o processamento e as aplicações em inteligência artificial e defesa”, avaliou.
O presidente da ApexBrasil, Laudemir André Muller, salientou que mesmo diante de um cenário desafiador, o Brasil tem batido recordes de exportação e de atração de investimentos. “Atraímos, no ano passado, US$ 70 bilhões de investimentos em um momento complexo do cenário internacional. Mas isso não é por acaso. É por conta de uma decisão acertada de um caminho que o país trilha, que é do entendimento, negociação, abertura. Nós escolhemos esse caminho”, concluiu.
O fórum, correalizado pela Delegação da UE no Brasil, ApexBrasil e Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI).
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
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