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Região Oeste

Prefeitura de Foz do Iguaçu paga R$ 45 mil em aluguel de prédio sem uso

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Por G1 PR e RPC Foz do Iguaçu

A Prefeitura de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, pagou R$ 45 mil em aluguel de prédio que não chegou a ser usado.

O local, onde antes funcionava uma escola particular e deveria funcionar o Centro de Atenção Psicossocial 2 (Caps 2), ficou vazio por nove meses.

A mudança de endereço do Caps 2 foi uma recomendação do Ministério Público Estadual (MP-PR) por o antigo espaço não oferecia condições de atendimento adequada.

O prédio foi alugado por um ano e o contrato foi cancelado após nove meses.

Neste mesmo tempo, a prefeitura construía a sede própria do Caps 2, inaugurado em junho.

Em março, o prefeito Chico Brasileiro determinou a abertura de uma sindicância para apurar porque o prédio foi alugado e não chegou a ser usado.

Como a sindicância não apontou responsáveis, o município deve investigar o caso novamente. O prazo para que a nova investigação interna seja concluída é de dois meses.

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Região Oeste

Sanepar promove limpeza de 16 quilômetros de rede de esgoto em Foz do Iguaçu

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Equipes da Sanepar realizaram nos dois primeiros meses deste ano o trabalho de desentupimento e limpeza de 16,6 quilômetros de rede coletora de esgoto instalada em Foz do Iguaçu. Até o fim do ano, serão vistoriados 80 quilômetros de tubulação em diversos bairros da cidade. O total da rede é bem maior, cerca de 1,2 mil quilômetros, o corresponde à distância entre Foz e Buenos Aires, na Argentina.
Foto: Sanepar
Foto: Sanepar

Equipes da Sanepar realizaram nos dois primeiros meses deste ano o trabalho de desentupimento e limpeza de 16,6 quilômetros de rede coletora de esgoto instalada em Foz do Iguaçu. Até o fim do ano, serão vistoriados 80 quilômetros de tubulação em diversos bairros da cidade. O total da rede é bem maior, cerca de 1,2 mil quilômetros, o corresponde à distância entre Foz e Buenos Aires, na Argentina.

A limpeza é feita com a ajuda de um caminhão de hidrojateamento, nos poços de visitas, que são aberturas na calçada ou na rua que permitem o acesso à rede. Os profissionais retiram o material mais denso e pesado e, na sequência, injetam água com pressão para limpar e desobstruir a rede. Este trabalho preventivo repercute diretamente na casa dos clientes.

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desobstrução da rede pode evitar que o esgoto transborde na rua ou até mesmo retorne para dentro dos imóveis”, explica o coordenador de Redes da Sanepar, Marcos Simoni.

Os maiores problemas de obstrução de rede são causados por pessoas que jogam na tubulação objetos que não deveriam ir para a rede coletora, construída para receber apenas o esgoto doméstico. Os materiais mais comuns encontrados são restos de materiais de construção, além de panos, latas, plásticos e outros resíduos que trazem prejuízo ao bom funcionamento do sistema de esgoto.

O lixo, a água da chuva e outros materiais, além de danificar e entupir a rede, e provocar vazamento e refluxo, podem comprometer o meio ambiente. Resíduos como gordura, por exemplo, causam o entupimento da rede, represando e fechando a tubulação. Por isso, a Sanepar orienta que seja instalada a caixa de gordura para dar o destino correto a esse material.

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