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Ministério do Turismo transmitirá, ao vivo, Círio de Nazaré neste domingo (12)

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O Ministério do Turismo, em parceria com a EBC Internacional e o canal GovBR, irá transmitir, ao vivo, no próximo domingo (12.10), o Círio de Nazaré, em Belém (PA). A transmissão terá início às 10h. A celebração também poderá ser acompanhada no canal do Ministério do Turismo no YouTube.

Em 2024, o Círio reuniu cerca de 2 milhões de pessoas, com impacto econômico superior a R$ 190 milhões. Para 2025, a expectativa é superar esse número, ampliando os benefícios para setores como hospedagem, transporte, gastronomia, comércio e serviços.

Pela primeira vez, a tradicional festa de fé da Amazônia contará com R$ 2 milhões de recursos federais. Os investimentos do Ministério do Turismo ajudarão na organização do Círio, garantindo infraestrutura adequada para receber os visitantes e potencializar o turismo religioso na região.

Com essa ação, o Governo Federal reforça sua política de apoio ao turismo religioso no Brasil, alinhando investimentos à estratégia nacional de desenvolvimento do setor. A meta é não apenas ampliar a infraestrutura e a promoção de destinos de fé, mas também fortalecer a economia local, gerando emprego e renda e melhorando a experiência dos milhões de fiéis e turistas que participam dessas celebrações em todo o país.

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O turismo religioso é reconhecido pelo Ministério do Turismo como um dos segmentos-chave para o desenvolvimento do setor, alinhado às diretrizes do Plano Nacional de Turismo 2024–2027. Cidades como Aparecida (SP) e Juazeiro do Norte (CE), Santana do Cariri (CE) são exemplos de como a fé aliada ao turismo promove renda e geração de empregos.

DADOS – Os números evidenciam a expressividade do segmento: são realizadas anualmente cerca de 8,1 milhões de viagens domésticas motivadas pela fé, número que ultrapassa 18 milhões se consideradas as viagens de excursionistas. Além disso, 37% da população brasileira já vivenciou experiências ligadas à fé, sendo que 18% apontam o turismo religioso como segmento favorito – atrás apenas do turismo de sol e praia (62%).

O segmento também se mostra estratégico para a economia nacional. O turismo religioso é responsável por movimentar cerca de R$ 15 bilhões por ano. O setor já recebeu R$ 27 milhões do Ministério do Turismo.

Por Marco Guimarães

Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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É falso que o Ministério do Turismo vai monitorar dados pessoais de turistas; confira tudo sobre a Ficha Digital de Hóspedes

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Meios de hospedagem de todo o Brasil, como hotéis, pousadas, hostels e resorts, vêm implementando a nova Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNHR). O que antes era feito no papel, tomando tempo de turistas e gerando custos ao setor, agora é feito em formato 100% digital, que agiliza a identificação de clientes cumprindo rigorosamente a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Inspirada nos check-ins de aeroportos, a plataforma passou a ser exigida desde segunda-feira (20). A ficha digital é preenchida pelo hóspede, que pode digitar as informações ou optar pelo preenchimento automático pelo Gov.br.

A FNRH Digital foi desenvolvida pelo Ministério do Turismo em parceria com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e pode ser preenchida antes da chegada no hotel, por link enviado pela hospedagem, ou direto no balcão da recepção, por meio de um QRCode. Pessoas sem celular podem fazer pelo serviço próprio da hospedagem.

A nova Ficha Digital de Hóspedes foi aprovada pelo Congresso Nacional (deputados[a] e senadores[a]) e sancionada em 2024 pela Presidência da República, e foi apoiada pelo setor. O processo de adesão da hotelaria à ferramenta – iniciado ainda em novembro do ano passado, com a permanente orientação do Ministério ao setor – marca o fim da era do papel e da burocracia desnecessária no balcão dos empreendimentos de norte a sul do país.

Aos viajantes, o benefício é imediato: rapidez. Com o sistema, o check-in agora pode ser concluído em segundos. Já para os meios de hospedagem, a plataforma representa redução de custos, eliminando a necessidade de se manter arquivos físicos por longos períodos.

O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, reforça a segurança do novo sistema e incentiva a adequação da hotelaria.

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“Todo o sistema foi construído sob o rigor da LGPD, com dados criptografados e total respeito à privacidade. O que estamos fazendo é usar a tecnologia para facilitar a vida do hóspede e profissionalizar o setor, garantindo que ele esteja preparado para oferecer as melhores experiências possíveis aos seus clientes. Especialmente no momento em que o turismo brasileiro vem alcançando recordes históricos de desempenho”, destaca o ministro.

A VERDADE SOBRE A FICHA – Para que hóspedes e hoteleiros possam aproveitar as vantagens da nova ficha digital de registro, o Ministério do Turismo esclarece alguns dos principais pontos da ferramenta e desmente falsas informações sobre a plataforma. Confira!

– A coleta de dados de hóspedes começou com a nova FNRH Digital?

Não. A Lei Geral do Turismo de 2008 definiu o envio de dados ao Ministério do Turismo, e a portaria nº 41 do Ministério do Turismo, de 14 de novembro de 2025, apenas estabeleceu a digitalização do processo, tornando-o mais rápido e seguro.

– O sistema permite a apropriação indevida de dados?

Não. O Gov.br funciona somente como um validador de identidade. O sistema apenas confirma o CPF do hóspede para evitar fraudes e erros de preenchimento, garantindo que o cliente é quem diz ser.

– As informações recolhidas pelo sistema ficam expostas?

Não. Os registros são criptografados e armazenados no banco de dados do Serpro. O Ministério do Turismo acessa apenas dados macro (quantitativos); dados individuais só são acessados por ordem judicial ou policial, como já ocorre hoje.

– A ferramenta colhe informações sobre gastos dos hóspedes?

Não. A FNRH Digital não coleta dados a respeito de despesas dos hóspedes. Ela serve exclusivamente para estatísticas oficiais de fluxo turístico e apoio à segurança pública.

– O check-in vai ficar mais difícil com a nova ficha digital?

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Não. Quem utiliza a conta Gov.br finaliza o registro em segundos. O processo é antecipado via sistema Gov.br e concluído por meio da leitura de QR Code, link compartilhado ou dispositivo oferecido pelo próprio estabelecimento.

– É obrigatório fazer o check-in antes de chegar ao meio de hospedagem?

Não. O check-in pode ser feito previamente ou, caso o hóspede prefira, é possível optar pelo preenchimento digital já no hotel, com auxílio do atendente diretamente no balcão do estabelecimento.

– O novo sistema é pago pelo meio de hospedagem?

Não. O sistema oficial é gratuito, o Ministério do Turismo não cobra pelo acesso. Eventuais custos dependem apenas do contrato do hotel com seus fornecedores de softwares de gestão (PMS).

– Hoteleiros ainda podem aderir ao sistema da FNRH Digital?

Sim, empreendimentos não adequados ainda podem fazê-lo. O Ministério do Turismo reforça que está à disposição da hotelaria de todo o país para orientar o processo de transição.

– Como o Ministério do Turismo vem acompanhando a transição?

O foco inicial é sensibilizar o setor quanto à necessidade de adaptação, conscientizando quanto aos benefícios da utilização do sistema para seus hóspedes e a gestão dos próprios negócios.

ORIENTAÇÕES – O Ministério reitera que o processo de transição para a nova FNRH Digital exige adaptações por parte dos 19.231 meios de hospedagem regularmente inscritos no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur), independentemente de usarem sistemas de gestão próprios.

A Pasta disponibiliza uma página eletrônica com todo o passo a passo da ferramenta para hóspedes e hoteleiros. (Acesse AQUI)

Por André Martins

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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