Política Nacional
Comissão debate impactos de operação da Polícia Federal sobre mineração ilegal
A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados promove audiência pública nesta quarta-feira (8) para discutir os impactos da Operação Rejeito, da Polícia Federal, de combate à mineração ilegal. A reunião será realizada no plenário 14, às 9 horas.
O debate atende a requerimento dos deputados Hugo Leal (PSD-RJ) e Max Lemos (PDT-RJ). Os parlamentares afirmam que a operação investiga um esquema de mineração ilegal envolvendo empresários e servidores públicos, entre eles um diretor da Agência Nacional de Mineração (ANM). A ação apura crimes ambientais, corrupção e lavagem de dinheiro.
“É fundamental avaliar os impactos desses crimes na mineração brasileira e as medidas que estão sendo adotadas para evitar novos casos”, afirma Hugo Leal.
Da Redação – MO
Fonte: Câmara dos Deputados
Política Nacional
Efraim critica modelo do SUS e defende mudança na gestão da saúde pública
Em pronunciamento no Plenário na quarta-feira (13), o senador Efraim Filho (PL-PB) afirmou que a demora no acesso a consultas, exames e cirurgias no Sistema Único de Saúde (SUS) está associada a distorções no modelo de financiamento e à fragmentação da rede de atendimento. Segundo ele, a estrutura atual não garante eficiência nem priorização adequada dos pacientes.
— O grande debate é como resolver essas filas. O problema não são números, são vidas. De nada adianta, pura e simplesmente, estimular o aumento do número de cirurgias e procedimentos sem compromisso com a qualidade ou a priorização para quem realmente precisa. É grande o risco do desperdício. Trata-se de uma questão estrutural. Precisamos de uma mudança no modelo — disse.
O senador mencionou artigo do médico e ex-ministro da Saúde Marcelo Queiroga como referência para o debate sobre gestão e eficiência no SUS. O parlamentar também destacou a proposta apresentada no texto, que prevê a criação de uma unidade de referência para reorganizar os repasses e permitir a transição para um modelo baseado em resultados e na qualidade do atendimento.
— Pagamos por procedimento, não pagamos por resolver o problema do paciente. E o mundo avançou nesse sentido: Reino Unido, Suécia, Holanda e Canadá, sistemas universais, já adotam modelos baseados no valor, e não no preço. Pagam por resultado, medem qualidade, colocam o paciente no centro das decisões. E o Brasil precisa fazer essa transição — afirmou.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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