Agro
1ª Feira de Tecnologia e Inovação no Agronegócio movimenta Água Doce e reforça modernização do setor
A 1ª Feira de Tecnologia e Inovação no Agronegócio (TI Agro), realizada nos dias 26 e 27 de setembro no Parque de Exposições Nova Vicenza, em Água Doce (SC), consolidou-se como um ponto de encontro estratégico para produtores rurais, empresas de tecnologia e startups do setor agropecuário.
O evento foi promovido pelo Núcleo de Tecnologia e Inovação do Agro do Sindicato Rural de Água Doce e pela Incubadora de Inovação Água Doce (2IAD), com apoio do Sistema Faesc/Senar, Prefeitura Municipal e Polo Inovale.
Conexão entre produtores e tecnologia impulsiona inovação no campo
Com o objetivo de aproximar os produtores rurais de soluções tecnológicas, a TI Agro contou com a participação de 16 expositores que apresentaram novidades voltadas à produtividade, redução de custos e melhoria da qualidade de vida no campo.
A programação incluiu palestras, demonstrações práticas, apresentações de equipes de robótica e startups, além da presença do robô humanóide “Benben”, do Polo Inovale, chamando atenção de produtores e visitantes.
Avaliação positiva reforça impacto regional do evento
Newton Luiz Bedin, presidente do Sindicato Rural de Água Doce, vice-presidente regional da Faesc e vice-prefeito do município, destacou a importância da feira para a região.
“Cumprimos nossa missão de levar conhecimento e ferramentas capazes de aumentar a produtividade, reduzir custos e melhorar a qualidade de vida no meio rural”, afirmou Bedin, ressaltando o contato direto dos produtores com tecnologias inovadoras que podem transformar o dia a dia no campo.
Feiras de inovação fortalecem cadeias produtivas e sustentabilidade
Para o presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, iniciativas como a TI Agro são fundamentais para o desenvolvimento do agronegócio catarinense.
“Eventos dessa natureza proporcionam troca de experiências, acesso a inovações e contato direto com soluções que impactam a rotina no campo. Todos saem ganhando com ações que estimulam parcerias, fortalecem cadeias produtivas e contribuem para a implementação de tecnologias e práticas inovadoras, promovendo um ambiente mais competitivo e sustentável”, destacou Pedrozo.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
Agro
Oferta restrita impulsiona preço do café e mantém cotações em alta no mercado internacional
A oferta limitada de café no mercado físico voltou a sustentar a valorização dos contratos futuros na última semana, reforçando o cenário de firmeza para as cotações internacionais. Mesmo diante da expectativa de uma safra recorde no Brasil, a menor disponibilidade imediata do produto, aliada a fatores técnicos e à atuação dos investidores, manteve o mercado aquecido.
De acordo com análise da StoneX, o café arábica alcançou as maiores cotações das últimas seis semanas, refletindo a combinação entre a leve deterioração das condições de colheita no Brasil e o movimento de recompra de posições vendidas por fundos de investimento.
O contrato de setembro de 2026 do café arábica encerrou a semana cotado a 273,2 centavos de dólar por libra-peso, acumulando valorização de 2,0% no período.
O desempenho reforça que, apesar da perspectiva de uma produção brasileira robusta em 2026, o mercado segue atento à disponibilidade de café no curto prazo. A restrição na oferta física continua sendo um dos principais fatores de sustentação dos preços, evidenciando a sensibilidade das bolsas às condições imediatas de abastecimento.
Robusta também registra valorização
O mercado do café robusta acompanhou o movimento de alta, sustentado pelas preocupações relacionadas aos possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre a produção mundial e pelo ritmo ainda moderado de comercialização no Brasil.
O contrato de setembro de 2026 fechou a semana cotado a US$ 3.627 por tonelada, avanço de 1,0% em relação à semana anterior. Durante o pregão de quinta-feira (25), a cotação chegou a US$ 3.692 por tonelada, o maior patamar registrado desde o fim de março.
Cenário externo influencia, mas fundamentos do café predominam
No ambiente macroeconômico, os investidores também monitoraram os desdobramentos das tensões entre Estados Unidos e Irã. A queda dos preços internacionais do petróleo ao longo do fim de semana ajudou a melhorar o sentimento dos mercados financeiros.
Apesar desse contexto, os fundamentos específicos do mercado cafeeiro continuaram sendo o principal direcionador das cotações. A evolução da colheita brasileira, a oferta disponível de grãos e a atuação dos fundos de investimento permaneceram no centro das atenções, sustentando tanto o café arábica quanto o robusta no mercado internacional.
Com estoques ainda ajustados e comercialização cautelosa por parte dos produtores, o mercado segue acompanhando de perto o avanço da safra brasileira, fator que deverá continuar determinando o comportamento dos preços nas próximas semanas.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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