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Paraná

Parque Salto São Francisco terá gestão compartilhada entre Governo e município

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O Parque Estadual Salto São Francisco da Esperança, uma das principais unidades de conservação da região Centro-Sul, terá gestão compartilhada entre Governo do Estado e a Prefeitura de Guarapuava. O termo de cooperação foi formalizado nesta quinta-feira (2) pelo secretário do Desenvolvimento Sustentável, Rafael Greca, e o prefeito de Guarapuava, Denilson Baitala, durante a 5ª edição do Paraná Faz Ciência, promovido pela Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro).

Criado em 2010, o parque é um importante reduto de preservação da Mata Atlântica no Paraná, protegendo nascentes e mananciais da região. Além da relevância ambiental, abriga paisagens de grande beleza, como o Salto São Francisco e o Salto dos Cavalheiros. Com 196 metros de altura, a cachoeira do São Francisco é a maior do Sul do Brasil e a quinta maior do País em extensão, sendo considerada um dos grandes atrativos naturais do Paraná.

O documento oficial da parceria, assinado pelo Instituto Água e Terra (IAT) – vinculado à Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e responsável pela administração dos parques estaduais – e o município de Guarapuava, estabelece a cooperação para a administração do uso público em áreas específicas do parque, incluindo o Centro de Visitantes. O objetivo é promover a visitação ordenada e sustentável, com base no decreto que criou a unidade de conservação e em seu plano de manejo.

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Segundo o termo, a gestão compartilhada compreende o planejamento, implantação, operacionalização e monitoramento das atividades de visitação, assegurando equilíbrio entre turismo, lazer e preservação ambiental. Caberá ao IAT a supervisão técnica, a gestão ambiental e o monitoramento dos impactos ecológicos, enquanto o município ficará responsável pela gestão do uso público, turismo e lazer, sempre em conformidade com as normas e diretrizes da unidade de conservação.

“O Salto São Francisco é um patrimônio natural que emociona e encanta os paranaenses e visitantes. Com esta parceria, unimos esforços para garantir sua preservação e, ao mesmo tempo, fomentar o turismo sustentável na região”, destacou o secretário Rafael Greca.

O termo de cooperação terá vigência de 60 meses, contados a partir de sua publicação oficial no Diário Oficial do Estado. Não haverá transferência de recursos financeiros entre as partes, sendo que cada uma assumirá as despesas relacionadas às ações previstas no plano de trabalho. A execução será acompanhada por gestores e fiscais designados pelo IAT e pela Prefeitura, assegurando transparência e efetividade.

Para o prefeito Denilson Baitala, a iniciativa representa um marco histórico para o desenvolvimento turístico e ambiental da região. “Hoje estamos firmando uma parceria em uma das cachoeiras mais lindas do Brasil. É uma ação que fortalece o turismo e a conservação ambiental da nossa cidade”, ressaltou. 

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A unidade de conservação conta atualmente com portal, recepção, estacionamento, lanchonete, trilha interpretativa, pontes e outras estruturas de apoio ao visitante. A trilha principal tem pouco mais de 1 km e margeia o Salto São Francisco.

PRESENÇAS – A solenidade de assinatura contou também com as presenças do secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Nelson Bona; da vice-prefeita de Guarapuava, Rosângela Virmond; do reitor da Unicentro, professor Fábio Hernandes; do presidente da Câmara Municipal, Pedro Moraes; da chefe de Unidades de Conservação do IAT em Guarapuava, Aline Hlatki; do chefe do escritório regional do IAT, Marco Antonio Silva; e do secretário municipal de Trânsito e Transportes, Péricles de Matos.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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