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Homem que matou uma pessoa e feriu duas ao disparar com arma de fogo contra veículo em Porto Rico é condenado em Júri a 29 anos e 6 meses de prisão

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O Tribunal do Júri de Loanda, no Noroeste do estado, condenou a 29 anos e 6 meses de prisão um homem denunciado pelo Ministério Público do Paraná por um homicídio qualificado e duas tentativas de homicídio qualificado. Os crimes ocorreram no dia 8 de outubro de 2019 em Porto Rico, município que integra a comarca.

Áudio do promotor de Justiça Caio Henrique de Mello Goto

Na data do crime, o réu, agora condenado, com 31 anos na época, efetuou pelo menos 11 disparos de arma de fogo contra um veículo em que estavam três pessoas em uma via pública da área central da cidade. Uma das vítimas faleceu e as outras duas sobrevieram após receberem atendimento médico. A motivação para os disparos não ficou demonstrada após as apurações.

Na sessão de julgamento, realizada nesta quarta-feira, 1º de outubro, o Conselho de Sentença reconheceu a tese sustentada pela Promotoria de Justiça na denúncia, da ocorrência da qualificadora do uso de recurso que dificultou a defesa das vítimas.

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O condenado segue foragido.

Processo nº 0004953-98.2019.8.16.0105

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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Polícia Civil do Paraná realiza primeiro curso de imobilizador tático policial do Brasil

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) realizou neste mês de abril o primeiro curso de imobilizador tático policial do Brasil para Polícia Judiciária. A formação, que teve foco em técnicas de imobilização e emprego de algemas, contou com a participação de 21 agentes de diferentes instituições de segurança pública do País. O curso foi promovido pelo Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre) e a Escola Superior da Polícia Civil do Paraná (ESPC).

Segundo o delegado-chefe do Tigre, Thiago Teixeira, a capacitação teve como objetivo padronizar e profissionalizar o uso de algemas, além de estabelecer a adequação técnica da função de imobilizador tático na célula tático policial.

Ele explicou que esta é a primeira iniciativa do país realizada no âmbito da Polícia Civil com esse modelo de instrução, voltado à realidade operacional da Polícia Judiciária. “A proposta é ampliar a aplicação da função dentro da Polícia Civil, de modo que, no cumprimento de mandados, haja sempre um policial designado como imobilizador tático, responsável pela execução técnica da contenção durante as operações”, diz.

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O curso reuniu integrantes da Polícia Civil do Paraná, Polícia Militar de Minas Gerais, Polícia Civil de Goiás, Polícia Civil do Rio Grande do Sul, Grupo de Pronta Intervenção da Polícia Federal, Núcleo Especial de Polícia Marítima da Polícia Federal e Serviço de Operações Especiais da Polícia Penal do Paraná.

As instruções foram ministradas por policiais do Tigre, da PCPR, e do Grupo de Intervenção Rápida da Polícia Penal de São Paulo, com foco na aplicação técnica de procedimentos de algemação, na padronização operacional e na atuação do imobilizador tático dentro da célula policial.

Os participantes receberam formação para atuar como multiplicadores da técnica base de algemação, o que permite a disseminação do conteúdo em delegacias, unidades operacionais e instituições de segurança pública de diferentes estados.

A iniciativa estabelece um modelo de padronização técnica que amplia o alcance dos procedimentos operacionais para além da corporação paranaense, permitindo a expansão para outras forças de segurança pública no país.

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“A realização do curso representa a primeira formação deste tipo no âmbito da Polícia Judiciária brasileira e estabelece uma referência para a qualificação técnica de procedimentos ligados à imobilização e algemação em operações policiais”, explica o delegado.

Ele ressaltou, ainda, que a padronização desses procedimentos busca ampliar a segurança do policial durante abordagens, fortalecer a base técnica das ações operacionais e assegurar respaldo jurídico na execução das atividades.

Fonte: Governo PR

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