Paraná
Copel é eleita melhor transmissora de energia do Brasil no 1° Prêmio ONS
A Copel foi eleita a melhor transmissora de energia do Brasil no 1° Prêmio ONS de Qualidade na Operação, oferecido pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). A companhia foi representada pelo diretor de Operação e Manutenção da Copel Geração e Transmissão, Marcos Paulo Boaventura Rezende. A cerimônia foi realizada no Rio de Janeiro.
A premiação reconhece as concessionárias que obtiveram, em 2024, os melhores percentuais de desempenho em quesitos de disponibilidade de equipamentos da rede de transmissão de energia que compõe o Sistema Interligado Nacional (SIN). Hoje, a Copel conta com mais de 9,6 mil km de linhas de transmissão e 53 subestações em oito Estados brasileiros, considerando empreendimentos próprios e em parceria com outras empresas.
“Figurar em primeiro lugar na estreia desse prêmio é motivo de orgulho para todos os profissionais da Copel que trabalham diariamente na prestação desse serviço essencial para a sociedade. Esse resultado reflete uma gestão eficiente, aliada ao investimento constante em obras de reforços e melhoria, tecnologia e inovação para garantir a alta disponibilidade da nossa rede de transmissão”, destaca o diretor-geral da Copel GT, Moacir Carlos Bertol.
A avaliação foi dividida em dois segmentos. A categoria “Corrente Alternada”, vencida pela Copel, contemplou todas as concessionárias do país e corresponde ao modelo mais comum de transmissão no Brasil, em que a direção da corrente se inverte 60 vezes por segundo (60 Hz).
Já a categoria “Corrente Contínua” avaliou empresas que detêm linhas de longa distância, alta potência e alta tensão, nas quais a eletricidade flui sempre no mesmo sentido, garantindo maior eficiência operacional. Nesta, a vencedora foi a XRTE, que opera o bipolo de Belo Monte do Pará ao Rio de Janeiro.
O prêmio foi lançado por ocasião do 27º aniversário do ONS, celebrado em agosto, com o propósito de valorizar a atuação de transmissoras e fomentar uma cultura de excelência e de responsabilidade operacional.
“O alto índice de eficiência dos agentes reflete diretamente no desempenho do Sistema Interligado Nacional, então, estamos muito felizes com o resultado dessa iniciativa. Esperamos ter cada vez mais agentes envolvidos em busca da excelência operacional, que vai refletir no melhor atendimento à demanda de energia elétrica à sociedade”, afirmou o diretor-geral do ONS, Marcio Rea.
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IA – Atualmente, a Copel mantém com equipes próprias as linhas e subestações localizadas no Paraná, Santa Catarina e São Paulo. A teleoperação dos ativos é realizada a partir do Centro de Operação de Geração e Transmissão da empresa, localizado em Curitiba.
Para vencer o desafio de manter os altos índices de disponibilidade dos equipamentos de transmissão de energia, a Copel vem executando pacotes robustos de obras de melhoria e reforço das instalações, investindo em tecnologia, além de aperfeiçoar a gestão das equipes e dos recursos necessários à operação e manutenção em campo.
Em uma inovação recente, profissionais da Copel desenvolveram junto a uma empresa parceira um sistema que alia termovisão e inteligência artificial para inspeção de ativos. Com câmeras térmicas instaladas em subestações de grande porte, a tecnologia permite o monitoramento constante de equipamentos críticos. O sistema analisa automaticamente as variações de temperatura e emite alertas em tempo real para a equipe responsável, o que agiliza a tomada de decisão e evita falhas que poderiam causar desligamentos.
Nos últimos anos, a Copel também expandiu o uso de drones e desenvolveu métodos próprios de inspeção aérea com registros de imagem em alta definição, cobrindo mais de 90% dos ativos em apenas 15 dias, com segurança e precisão – trabalho que levaria meses pelos métodos tradicionais de inspeção por terra.
Também nasceu na Copel o MEDCAP, produto desenvolvido por meio do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que reduz em até 70% o tempo de inspeção de bancos de capacitores em subestações, com mais precisão e segurança para as equipes.
Fonte: Governo PR
Paraná
MPPR cumpre mandados de prisão contra dez pessoas denunciadas por crimes ligados a loteamentos clandestinos rurais em Campo Magro e Almirante Tamandaré
O Ministério Público do Paraná cumpriu nesta semana dez mandados de prisão contra pessoas denunciadas na Operação Fundo Falso, investigação conduzida pela 5ª Promotoria de Justiça de Almirante Tamandaré, em conjunto com o Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que apura atuação de organização criminosa na prática de diversos crimes relacionados à comercialização de loteamentos irregulares em imóveis rurais.
Entre os denunciados e alvo de um dos mandados de prisão, está um vereador do município de Campo Magro, na Região Metropolitana de Curitiba, apontado como um dos líderes do grupo criminoso. As ordens judiciais foram cumpridas nesta quarta-feira, 16 de setembro, com o apoio do Núcleo de Curitiba do Gaeco. Dos dez alvos, três ainda não foram localizados e são considerados foragidos. O pedido para a decretação das prisões preventivas foi feito pelo Ministério Público na ocasião do oferecimento da denúncia, no dia 25 de agosto último.
De acordo com as apurações sobre os fatos, o grupo atuava de forma organizada para as práticas ilícitas, que consistiam na permanente busca ativa por imóveis rurais, predominantemente nos municípios de Campo Magro e Almirante Tamandaré, em especial imóveis sem incidência de atos ostensivos de exercício de posse pelos seus proprietários, ou imóveis de propriedade de pessoas idosas ou em processo de inventário. Em seguida, os investigados atuavam para obter informações e cópias de documentos de suas matrículas e registros e de eventuais certidões de óbito dos proprietários. Eram feitas simulações de vendas desses imóveis para intermediários, com a falsificação de documentos, e, a partir destes, a comercialização dos loteamentos irregulares.
Para a manutenção das condutas criminosas, que, segundo as apurações, estão em curso desde 2021, os envolvidos praticavam ameaças e outros atos intimidatórios frente aos reais proprietários ou a pessoas que descobriam o esquema criminoso.
Outro aspecto identificado a partir das apurações foi o de que o grupo se valia da posição ocupada pelo vereador em Campo Magro para viabilizar a realização de obras públicas nos referidos locais onde fracionavam ilegalmente os imóveis rurais, além da obtenção de informações privilegiadas e antecipadas sobre as fiscalizações a serem realizadas pela municipalidade ou de interferência para impedir fiscalizações. As condutas denunciadas foram identificadas a partir de extensa análise de provas colhidas em fases anteriores da operação, incluindo trocas de mensagens de texto e áudios que comprovam as práticas apuradas.
Foram identificados, pelo menos, quatro loteamentos clandestinos nos municípios de Almirante Tamandaré e Campo Magro. Além dos dez integrantes da organização criminosa, houve oferecimento de denúncia em face de outras duas pessoas investigadas por participações no esquema ilícito, as quais tiveram determinadas judicialmente a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão. Também foram requeridas medidas cautelares pelo Ministério Público para o fim de bloquear os bens dos denunciados, o que igualmente foi deferido pelo Juízo.
Processo 0007837-42.2025.8.16.0024
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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