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Depois das geadas, cresce o risco das queimadas no Paraná

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Bem Paraná

Alertar a população sobre os riscos de queimadas próximas a linhas de transmissão e subestações de energia elétrica. Esse é o objetivo da campanha anual de conscientização promovida pela Eletrosul, iniciada neste mês de julho, com o tema “Queimadas: natureza em chamas, cidade sem energia”. A campanha engloba os estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul.

No caso dos estados do sul, a época é ainda mais perigosa por causa das geadas, que deixam a vegetação seca e mais propícia ao risco de incêndios ambientais. Mas, o risco é o ano todo.

De acordo com monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), somente no primeiro semestre de 2019, foram contabilizados 25.555 focos de incêndios no Brasil, um aumento de 37% comparado ao mesmo período em 2018. Considerando os quatro estados da área de atuação da Eletrosul, o Mato Grosso do Sul foi o que apresentou mais registros, alcançando 1.576 (6,2%). Em seguida vem o Paraná com 533 (2,1%), o Rio Grande do Sul contabilizou 389 (1,5%) e Santa Catarina registrou 192 (0,8%).

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A campanha alerta para as causas dos incêndios, como queimadas e bitucas de cigarro atiradas às margens de rodovias.

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Policial civil denunciado pelo MPPR em Umuarama perde o cargo e é condenado a 5 anos e 9 meses de prisão por desviar caça-níqueis para explorar jogos ilegais

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Um agente da Polícia Civil do Paraná foi condenado à perda do cargo público e à pena de 5 anos e 9 meses de reclusão em regime inicial fechado, mais pagamento de multa de aproximadamente R$ 12.144,00, pelo crime de peculato. A sentença foi proferida pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Umuarama, que julgou parcialmente procedente ação penal ajuizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná a partir da Operação Alcova, deflagrada em setembro do ano passado contra uma organização criminosa que explorava jogos de azar e jogo do bicho no município.

A investigação revelou que o policial civil, valendo-se das facilidades de sua função, desviou sete máquinas caça-níqueis que haviam sido apreendidas e que deveriam ser encaminhadas ao depósito judicial. O material foi transportado durante a noite e fora do horário de expediente, em uma viatura descaracterizada, até uma propriedade rural ligada ao grupo criminoso. Posteriormente, uma das máquinas foi localizada pela polícia, novamente em operação, em um dos bares pertencentes ao grupo.

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Outras condenações – Além do policial, a Justiça condenou um empresário, apontado como gestor operacional e financeiro da organização criminosa, os proprietários de dois bares e o gerente dos equipamentos pelas práticas de organização criminosa e contravenção de jogos de azar e jogo do bicho. As penas foram de 6 anos, 4 meses e 10 dias mais cerca de R$ 75.900,00 de multa para o empresário, 5 anos, 4 meses e 5 dias mais pagamento de multa de aproximadamente R$ 2.176 para um dos réus que administrava um bar e 8 anos, 4 meses e 5 dias de prisão mais multa de aproximadamente R$ 2.682 para os outros dois réus. Eles mantinham de forma estável pontos de aposta com máquinas de caça-níqueis, de apostas e aplicativos de bingo. Cabe recurso da decisão.

Processos 0005080-16.2025.8.16.0173 e 0013003-93.2025.8.16.0173

Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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