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Política Nacional

Gestão de rodovia entre Belo Horizonte e Juiz de Fora (MG) é tema de audiência na terça

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A Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados discutirá, na próxima terça-feira (30), a gestão da EPR Minas Gerais S/A, concessionária responsável pelo trecho da BR-040 entre Belo Horizonte e Juiz de Fora (MG). O debate será realizado às 10h30, no plenário 9.

O ministro dos Transportes, Renan Filho, é um dos convidados da reunião.

Falta de segurança
A audiência foi solicitada pelo deputado Padre João (PT-MG) para discutir as condições de segurança da rodovia.

Segundo o parlamentar, o trecho apresenta alto índice de acidentes e enfrenta os seguintes problemas:

  • tráfego intenso de carretas carregadas de minério;
  • ausência de muretas entre as faixas;
  • sinalização prejudicada por rejeitos na pista; e
  • falta de equipamentos que garantam segurança para pedestres.

Diante disso, o deputado pede que a concessionária preste contas da gestão desse trecho e explique as medidas adotadas para reduzir riscos e acidentes.

Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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Política Nacional

Izalci critica acordo para salvar BRB e cobra apuração de prejuízos

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Em pronunciamento no Plenário na terça-feira (9), o senador Izalci Lucas (PL-DF) criticou o acordo para salvar o BRB (Banco de Brasília) e afirmou que os custos da operação serão transferidos à população do Distrito Federal. De acordo com o senador, o Governo do Distrito Federal assumirá obrigações financeiras por até 15 anos para fazer frente aos prejuízos decorrentes de investimentos realizados pela instituição na tentativa de compra do Banco Master, barrada pelo Banco Central.

Segundo Izalci, o acordo prevê um aporte de R$ 8,8 bilhões no banco, valor que, segundo seus cálculos, é incompatível com o patrimônio atual do BRB. O senador também afirmou que ainda existem incertezas sobre a recuperação de parte dos ativos envolvidos na operação e questionou a falta de acesso a relatórios de auditoria produzidos para analisar as operações do banco.

— Estamos investindo R$ 8 bilhões num patrimônio que hoje vale R$ 3 bilhões. Isso sem considerar, ou considerando, que realmente os R$ 8 bilhões vão resolver o problema, e não vão, vão simplesmente pagar o prejuízo dessa roubalheira toda que foi feita — declarou.

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O senador também criticou a utilização de recursos públicos para viabilizar o acordo e afirmou que o comprometimento de receitas futuras poderá impactar investimentos em áreas como saúde, educação e segurança pública no Distrito Federal. Na avaliação de Izalci, a destinação de recursos para cobrir os prejuízos poderá restringir a capacidade do governo local de ampliar gastos e investimentos nessas áreas nos próximos anos.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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