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Entre arte e natureza: MUPA oferece diversas atividades na 19° Primavera dos Museus

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De 23 a 28 de setembro, o Museu Paranaense (MUPA) integra a programação da 19ª Primavera dos Museus com uma série de atividades gratuitas voltadas a diferentes públicos. Sob o tema “Museus e Mudanças Climáticas”, o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) promove a iniciativa nacional que estimula a reflexão sobre o papel dessas instituições na preservação do patrimônio cultural e ambiental diante dos desafios climáticos atuais.

A abertura da programação acontece em na terça-feira 23, das 19h30 às 21h, com a visita mediada “Nossas paisagens: tempo, ação e movimento”. A atividade propõe a reflexão sobre as relações entre paisagem, ação humana e cultura/natureza na chamada Era da Aceleração e dos Extremos. Voltada ao público adulto, a ação é gratuita e as inscrições podem ser feitas AQUI.

No dia 26, sexta-feira, das 14h às 16h30, será realizado o encontro “Sustentabilidade em Museus e práticas educativas envolvendo escolas”, voltado a professores e educadores. A programação inclui uma visita às exposições do MUPA, explorando conexões entre ciência, arte e educação em espaços não formais de ensino.

Em seguida, acontece uma mesa de conversa com o Núcleo Educativo do museu e a convidada Camila Silveira da Silva, que propõe uma reflexão sobre sustentabilidade nos museus e o papel de educadores em práticas alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU. Inscrições AQUI.

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No fim de semana, o jardim do MUPA recebe duas atividades especiais. O espaço, que abriga espécies vegetais, abelhas nativas e obras de arte, será transformado em um ambiente de experimentação, observação e expressão.

No sábado (27), das 10h às 12h, acontece o encontro “Risco Aberto”, com o artista Bruno Romã. A proposta é aberta a todas as pessoas interessadas em desenhar e, sobretudo, em experimentar processos, compartilhar vivências e se desprender de resultados. A atividade tem caráter horizontal, sem condução formal, e cada participante pode trazer seus próprios materiais ou utilizar os disponibilizados pelo museu. Não é necessário inscrição prévia.

Encerrando a programação, no domingo (28), das 11h às 12h30, será realizada a mediação “Jardim do MUPA em Diálogo: Tramas Vivas sobre Memória e Contemplação”. O percurso, aberto a todos os públicos e sem necessidade de inscrição, apresenta o jardim como patrimônio vivo, articulando memória material e imaterial e convidando à observação da flora, dos polinizadores e das esculturas presentes no espaço.

MUSEU PARANAENSE (MUPA) – Fundado em 1876, o Museu Paranaense (MUPA) é o terceiro mais antigo do país. Ao longo de sua trajetória, passou por mudanças estruturais e conceituais, redefinindo sua missão e sua relação com a sociedade. Hoje, vive um processo de resgate de sua história e de fortalecimento institucional, investindo em novas narrativas expositivas, metodologias de pesquisa e na reformulação de sua identidade e comunicação.

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Atualmente, o MUPA busca consolidar-se como agente cultural de destaque, alinhado aos propósitos da Secretaria da Cultura. Para isso, propõe-se a ser uma plataforma pública e plural de engajamento, dedicada ao diálogo entre diferentes perspectivas, à criação de imaginários e ao estímulo de narrativas diversas, ampliando a escuta e valorizando as diferenças.

Serviço:

Primavera dos Museus no MUPA

23/09, das 19h30 às 21h

Visita Mediada “Nossas paisagens: tempo, ação e movimento”.

Público: adulto

Inscrições: bit.ly/VisitaPrimaveradosMuseus

26/09, das 14h às 16h30

Encontro “Sustentabilidade em Museus e práticas educativas envolvendo escolas”

Público: professores e educadores

Inscrições: bit.ly/SustentabilidadeEmMuseus

27/09, das 10h às 12h

Oficina “Risco Aberto”

Público: todos

Não precisa de inscrição prévia

28/09, das 11h às 12h30

Mediação “Jardim do MUPA em Diálogo: Tramas Vivas sobre Memória e Contemplação”

Público: todos.

Não precisa de inscrição prévia

A programação é gratuita

Museu Paranaense

Rua Kellers, 289, São Francisco – Curitiba

Saiba mais em: www.museuparanaense.pr.gov.br ou pelo Instagram @museuparanaense

Fonte: Governo PR

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Ministro André Mendonça faz palestra magna na abertura do Encontro Nacional do Cira 2026

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça foi o responsável pela palestra magna na abertura do Encontro Nacional CIRA 2026 – Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos, nesta sexta-feira, 14 de agosto, no Ministério Público de São Paulo. Autor do prefácio do livro “Crimes contra a ordem econômica e tributária: desafios atuais e perspectivas”, lançado durante o evento, Mendonça tratou dos critérios para quantificar o dano, o enriquecimento ilícito e o produto de atividades criminosas.

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Em uma exposição de caráter técnico, o ministro discutiu os parâmetros que devem orientar a definição dos valores objeto de pedido de ressarcimento ou perdimento. Citou, entre outros exemplos, a Operação Sanguessuga e situações envolvendo gestores públicos em casos de fraude, para mostrar que a identificação do dano nem sempre pode ser reduzida a uma simples correspondência entre o valor contratado e o prejuízo causado.

A palestra dialoga diretamente com o prefácio assinado pelo ministro André Mendonça, sendo um dos temas centrais da coletânea os desafios jurídicos e práticos para investigar a criminalidade econômica, responsabilizar seus autores e recuperar valores decorrentes de atividades ilícitas.

André Mendonça discutiu os parâmetros que devem orientar a definição dos valores objeto de pedidos de ressarcimento ou perdimento. Ao citar exemplos como a Operação Sanguessuga e casos envolvendo gestores públicos, destacou que a identificação do dano não pode ser reduzida, em todos os casos, à diferença entre o valor contratado e o prejuízo causado.

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O ministro chamou atenção para a necessidade de distinguir produto da atividade ilícita, dano e enriquecimento ilícito. Segundo a abordagem apresentada, essa diferenciação é necessária para definir os valores que podem ser objeto de recuperação de ativos em casos de corrupção e improbidade administrativa.

Mendonça também apresentou referências do direito comparado, citando a legislação dos Estados Unidos, como o Civil Asset Forfeiture Reform Act (CAFRA), de 2000, e o Fraud Enforcement and Recovery Act (FERA), de 2009. Na experiência italiana, abordou o Decreto Legislativo nº 231/2001 e decisões da Corte de Cassação relacionadas à definição do produto obtido com a prática ilícita.

No ordenamento brasileiro, a análise passou pelo Código Penal, pela Lei de Lavagem de Dinheiro, pela Lei de Improbidade Administrativa e pela Convenção de Mérida.

Ao final, o ministro destacou a necessidade de critérios técnicos para a definição dos valores e do apoio das áreas da administração pública responsáveis pela receita. A adoção de uma metodologia mais precisa, segundo Mendonça, pode contribuir para dar maior segurança às investigações, às apurações e às decisões judiciais.

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Livro sobre crimes contra a ordem econômica e tributária é lançado durante Encontro Nacional do Cira 2026

Na sequência da programação, foi lançado o livro “Crimes contra a ordem econômica e tributária: desafios atuais e perspectivas”, coordenado pelo Procurador-Geral de Justiça, Francisco Zanicotti, e pelo promotor de Justiça Diego Gomes Castilho, ambos do Ministério Público do Paraná. Publicada em 2026 pela Editora Tirant Lo Blanch, a obra reúne estudos de especialistas sobre diferentes aspectos do direito penal econômico.

 A publicação tem 340 páginas e reúne artigos sobre investigação e responsabilização por crimes econômicos e tributários. Entre os temas estão a análise probatória em delitos financeiros complexos, fraudes estruturadas, empresas de fachada, recuperação de ativos e sonegação fiscal.

A coletânea também aborda a aplicação da Lei Anticorrupção, a individualização e a dosimetria da pena em crimes tributários e os limites da responsabilização penal de empresários e administradores.

Fonte: Ministério Público PR

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