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Educação

MEC disponibiliza materiais da formação em educação integral

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O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), disponibilizou, em seu portal, os materiais pedagógicos da Formação Continuada em Educação Integral em Tempo Integral, que podem ser acessados na página do Programa Escola em Tempo Integral (ETI), na seção “Seminários e Formações”. 

A formação, em fase final de execução em todas as regiões do Brasil, será concluída entre setembro e outubro de 2025. Agora, qualquer cidadão interessado pode acessar os conteúdos produzidos, que foram organizados em seis módulos no formato PDF. 

Os temas abrangem desde os fundamentos da educação integral até a equidade na oferta, passando por gestão democrática, currículo integrado e experiências intersetoriais. 

Cada módulo reúne conteúdos teóricos, relatos de cursistas da edição de 2024, seções de reflexão e sugestões de materiais complementares, incluindo vídeos, textos conceituais, reportagens e exemplos de políticas em andamento. Os materiais foram elaborados pelas universidades federais do Pará (UFPA), da Bahia (UFBA), de Goiás (UFG), de Minas Gerais (UFMG) e da Fronteira Sul (UFFS) em 2024 e revisados em 2025, com ampliação de conteúdos e inclusão de novos módulos. 

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O curso de 120 horas é ofertado a distância, com atividades síncronas, assíncronas e encontros presenciais, e tem como público-alvo prioritário representantes de secretarias e conselhos de educação, diretores e equipes técnicas envolvidas na implementação da educação integral em tempo integral.  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

MEC homologa diretrizes para ensino de arte na educação básica

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O ministro da Educação, Leonardo Barchini, homologou, nesta segunda-feira, 17 de agosto, as diretrizes para o ensino e o aprendizado da arte na educação básica. Produzida pela Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CNE), a norma complementa a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), orienta os sistemas de ensino e as escolas e reforça a importância da arte na formação integral dos estudantes brasileiros. O documento trata a arte como campo de conhecimento e destaca que o ensino deve ser organizado em quatro componentes: artes visuais, dança, música e teatro. Evento ocorreu na sede do Ministério da Educação (MEC), em Brasília (DF), e contou com a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes, e do presidente do CNE, Cesar Callegari. 

Ao garantir que as escolas ensinem sobre conteúdos, métodos, processos de criação, referências culturais e formas próprias de produzir conhecimento, as diretrizes buscam combater a noção de que a arte é uma atividade secundária, recreativa ou destinada apenas a complementar festas e datas comemorativas. Além disso, em um mundo cada vez mais dominado por tecnologias e pela instantaneidade, o Parecer CNE/CEB nº 2, aprovado em 19 de março de 2026, estabelece a arte como campo essencial à formação humana, capaz de promover a criatividade, o pensamento crítico e o diálogo com outras áreas. Entre as novas diretrizes estão: 

  • Arte como prática integradora – Deve ser vista como prática educativa com potencial para integrar experiências dentro e fora do ambiente escolar. 
  • Processos criativos e reflexivos – O ensino envolve criação, experimentação, apreciação e reflexão crítica, além da técnica e da reprodução. 
  • Contextualização e análise crítica – Analisar obras em seus contextos históricos, sociais e culturais amplia o repertório cultural dos estudantes. 
  • Desenvolvimento integral do estudante – O ensino de arte favorece o desenvolvimento cognitivo, afetivo, social, cultural e estético dos estudantes. 
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Caberá às redes de educação definirem uma carga horária equilibrada e coerente para cada componente curricular de arte, com a implementação de dois por ano, evitando sobreposições e garantindo a continuidade da aprendizagem. Além disso, as escolas também deverão avaliar as condições físicas e pedagógicas para ofertar os componentes; elaborar planos com metas progressivas para melhorar espaços, materiais e recursos; integrar o espaço escolar com equipamentos culturais e artísticos locais; e fomentar parcerias com a comunidade para enriquecer a educação. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do CNE 

Fonte: Ministério da Educação

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