Paraná
Audiência colhe sugestões para revitalização do Centro de Convenções de Foz do Iguaçu
O Governo do Paraná, através da Secretaria do Planejamento (SEPL) e do Turismo (SETU), realizou, quinta-feira (18), audiência pública para apresentar e colher sugestões sobre o projeto de revitalização do Centro de Convenções de Foz do Iguaçu. O evento teve como objetivo proporcionar mais transparência e alinhamento aos interesses da sociedade.
Conduzido pelo Paraná Parcerias e Paraná Projetos, o evento aconteceu em formato híbrido/ presencialmente na Associação Comercial e Empresarial de Foz do Iguaçu (Acifi), e remotamente em transmissão pelo canal de Youtube da Secretaria do Planejamento.
“A audiência pública busca ouvir a sociedade para tornarmos o Centro de Convenções mais moderno e dinâmico para a cidade de Foz do Iguaçu. Este projeto vai fomentar o turismo, gerando emprego, renda e melhorando a qualidade de vida da população”, comentou o secretário do Planejamento do Paraná, Ulisses Maia.
Após todas as rodadas de participação da população, um relatório final será publicado no site mostrando como as sugestões foram consideradas. “A participação popular é muito importante para tornar mais rica a proposta que será levada à licitação. A nossa equipe técnica analisará as contribuições e apresentará as considerações, contribuindo com a transparência no processo”, analisou o chefe da Unidade Gestora do Paraná Parceria, Luiz Moraes Junior.
A audiência inicialmente teve uma apresentação de detalhes do projeto por parte do Paraná Parcerias e do Paraná Projetos e da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), que fez a modelagem da revitalização prevista.
Após a finalização do processo de desenvolvimento do projeto de modernização, a futura licitação ficará a cargo da Secretaria do Turismo.
CONCESSÃO – A concessão do Centro de Convenções de Foz do Iguaçu busca selecionar a proposta mais vantajosa a fim de revitalizar e conservar do ativo. O prazo será de 30 anos, a partir do dia da assinatura do contrato.
A extinção do contrato acontece caso tenha término do prazo, caducidade ou encampação pela administração pública, com isso o ativo volta para o Estado.
O concessionário deve utilizar o bem público de acordo com os termos do contrato, mantendo-o em boas condições e observando a necessidade de cumprimento de encargos.
O modelo escolhido é o de concessão de uso, que diferentemente de uma contratação direta, traz como uma das grandes vantagens o fato de que o mesmo parceiro revitaliza e opera o ativo. “É incentivo para que as obras andem no prazo correto, pois ele também vai fazer a manutenção ao longo do tempo”, comentou a representante da FIPE, Malu Cerqueira, durante a audiência.
A fiscalização do contrato é de responsabilidade da administração pública, podendo ser aplicadas sanções ao contratado em casos de descumprimento do contrato.
IMPACTOS DO PROJETO – A construção do Centro de Convenções de Foz do Iguaçu busca trazer diversos benefícios para a cidade, e para o estado do Paraná. Entre eles estão a preservação do meio ambiente, criação de espaços de lazer, integração da comunidade local, geração de renda e empregos, desenvolvimento econômico e sustentável da região, estímulo à realização de shows e eventos e fomento ao turismo.
TAMANHO E LOCALIZAÇÃO – O projeto de revitalização está inserido em um terreno de 100 mil metros quadrados, perto de onde será construído o Centre Pompidou Paraná, e possui área total construída de 31.863 metros quadrados. O centro está localizado na rua Jardim Alegre, esquina com a Rodovia das Cataratas, a aproximadamente 1 quilômetro de distância do aeroporto de Foz do Iguaçu e a 13 quilômetros do centro da cidade.
PRESENÇAS – Também compuseram a mesa da audiência pública o diretor de Planejamento e Projetos do Paraná Projetos, Célio Watter; os representantes da FIPE, Malu Cerqueira e Caio Figueiroa; o diretor presidente do Centro de Convenções de Foz do Iguaçu (CECONFI), Gabriel Machado; e o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Foz do Iguaçu (ACIFI), Danilo Vendruscolo.
Fonte: Governo PR
Paraná
MPPR cumpre mandados de prisão contra dez pessoas denunciadas por crimes ligados a loteamentos clandestinos rurais em Campo Magro e Almirante Tamandaré
O Ministério Público do Paraná cumpriu nesta semana dez mandados de prisão contra pessoas denunciadas na Operação Fundo Falso, investigação conduzida pela 5ª Promotoria de Justiça de Almirante Tamandaré, em conjunto com o Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que apura atuação de organização criminosa na prática de diversos crimes relacionados à comercialização de loteamentos irregulares em imóveis rurais.
Entre os denunciados e alvo de um dos mandados de prisão, está um vereador do município de Campo Magro, na Região Metropolitana de Curitiba, apontado como um dos líderes do grupo criminoso. As ordens judiciais foram cumpridas nesta quarta-feira, 16 de setembro, com o apoio do Núcleo de Curitiba do Gaeco. Dos dez alvos, três ainda não foram localizados e são considerados foragidos. O pedido para a decretação das prisões preventivas foi feito pelo Ministério Público na ocasião do oferecimento da denúncia, no dia 25 de agosto último.
De acordo com as apurações sobre os fatos, o grupo atuava de forma organizada para as práticas ilícitas, que consistiam na permanente busca ativa por imóveis rurais, predominantemente nos municípios de Campo Magro e Almirante Tamandaré, em especial imóveis sem incidência de atos ostensivos de exercício de posse pelos seus proprietários, ou imóveis de propriedade de pessoas idosas ou em processo de inventário. Em seguida, os investigados atuavam para obter informações e cópias de documentos de suas matrículas e registros e de eventuais certidões de óbito dos proprietários. Eram feitas simulações de vendas desses imóveis para intermediários, com a falsificação de documentos, e, a partir destes, a comercialização dos loteamentos irregulares.
Para a manutenção das condutas criminosas, que, segundo as apurações, estão em curso desde 2021, os envolvidos praticavam ameaças e outros atos intimidatórios frente aos reais proprietários ou a pessoas que descobriam o esquema criminoso.
Outro aspecto identificado a partir das apurações foi o de que o grupo se valia da posição ocupada pelo vereador em Campo Magro para viabilizar a realização de obras públicas nos referidos locais onde fracionavam ilegalmente os imóveis rurais, além da obtenção de informações privilegiadas e antecipadas sobre as fiscalizações a serem realizadas pela municipalidade ou de interferência para impedir fiscalizações. As condutas denunciadas foram identificadas a partir de extensa análise de provas colhidas em fases anteriores da operação, incluindo trocas de mensagens de texto e áudios que comprovam as práticas apuradas.
Foram identificados, pelo menos, quatro loteamentos clandestinos nos municípios de Almirante Tamandaré e Campo Magro. Além dos dez integrantes da organização criminosa, houve oferecimento de denúncia em face de outras duas pessoas investigadas por participações no esquema ilícito, as quais tiveram determinadas judicialmente a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão. Também foram requeridas medidas cautelares pelo Ministério Público para o fim de bloquear os bens dos denunciados, o que igualmente foi deferido pelo Juízo.
Processo 0007837-42.2025.8.16.0024
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
-
Brasil6 dias agoSUS fortalece assistência especializada e atenção primária em Montes Claros (MG)
-
Educação7 dias agoPrazo para escolha dos livros didáticos do PNLD termina nesta sexta (11)
-
Educação6 dias agoMEC Livros organiza acervo com best-sellers e 26 categorias
-
Agro7 dias agoGalinhas soltas e felizes, ovos caipiras, orgânicos: Mapa acompanha diversificação do mercado
-
Brasil6 dias agoSUS alcança mais de 1 milhão de crianças vacinadas contra doenças pneumocócicas
-
Política Nacional7 dias agoQuem fiscaliza as eleições no Brasil
-
Paraná7 dias agoMinistério Público do Paraná ajuíza cumprimento de sentença para obrigar o Município de Ibaiti a implantar Centro de Atenção Psicossocial (Caps I)
-
Política Nacional7 dias agoSancionada lei que autoriza zerar ‘taxa das blusinhas’ até US$ 50
