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Com nova unidade, Sanepar chega a 600 colmeias de abelhas sem ferrão em escolas

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) inaugurou nesta quinta-feira (18) o seu mais novo jardim de água e mel na Escola Irmãos Rebouças, localizada em frente à sede da empresa, em Curitiba. No jardim, estão colmeias de abelhas nativas sem ferrão, com as espécies jataí, mirim e mandaçaia, além de uma diversidade de flores e plantas.

O evento contou com a participação de estudantes, de diretores e empregados da Sanepar, do secretário municipal de Educação, Jean Pierre Neto, da diretora da escola, Mônica Jakobs Korte, além de outras autoridades e da comunidade escolar.

Segundo o diretor interino de Meio Ambiente da Sanepar, Fernando Guedes, já são mais de 600 colmeias de abelhas sem ferrão sendo instaladas pela Sanepar em jardins de água e mel dentro de instituições educacionais e em lugares públicos no Paraná.

“As colmeias são de diversas espécies de abelhas nativas, sem ferrão. Com elas, buscamos promover o conhecimento e a conscientização sobre a importância da polinização e do equilíbrio de ecossistemas para a existência de vegetação, de matas ciliares, para a produção e preservação da água, elemento essencial para a vida no planeta”, afirma. “Os jardins são ferramentas socioeducativas e ambientais já incluídas em práticas da Sanepar em diversas cidades, dentro de ações de capacitação da comunidade escolar e do entorno”.

Em Curitiba, a Sanepar já entregou 340 colmeias de abelhas nativas em entidades de educação ou áreas públicas. O secretário municipal de Educação, Jean Pierre Neto, destacou que os jardins funcionam como laboratórios para experimentos reais importantes, em que os alunos podem aprender na prática o que os professores ensinam na teoria em sala de aula.

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“Fico muito feliz com essa inauguração porque, além do trabalho em relação ao tema ambiental, os jardins ainda trazem a oportunidade de vivência com a natureza num momento em que as telas chamam tanto a atenção das pessoas e que as crianças têm se afastado de atividades práticas, tão ricas para o desenvolvimento infantil e para o aprendizado”, afirmou.

ENVOLVIMENTO – A Escola também recebeu da Sanepar uma horta solidária e treinamentos, como capacitações sobre meliponicultura e manejo de colmeias de abelhas sem ferrão, hortas domésticas, plantio de hortaliças e flores, plantas alimentícias não convencionais e cultivo de plantas medicinais. Isso tudo auxilia na manutenção das colmeias, que, tendo plantas adequadas em seu entorno, poderão fornecer alimento natural para as abelhas sem ferrão, do jardim de água e mel.

As ações na Escola Irmãos Rebouças contaram com a participação de empregados da Sanepar que atuam em projetos de Educação Ambiental e de diversos outros setores da Companhia, integrantes do Programa de Voluntariado Corporativo. “Os cerca de 80 voluntários da Sanepar participaram de várias etapas, desde a capacitação para o manejo de abelhas até a instalação da estrutura. Os voluntários, junto da comunidade escolar, serão responsáveis pela continuidade do jardim e da horta”, detalha a coordenadora do Programa, Lucilene Costa.

INSPIRAÇÃO – A inauguração marcou também os oito anos de existência do projeto do agroecólogo, Felipe Thiago de Jesus, que inspirou a criação do trabalho com as abelhas nativas nas atividades socioambientais da Sanepar. “Também fui de escola pública e não aprendi sobre as abelhas até me tornar adulto, então, me alegra muito ver que, justo no dia de aniversário do projeto dos jardins, uma escola inteira está vivendo o direito de conhecer nossa biodiversidade, a mágica que existe dentro de cada uma das 320 espécies de abelhas nativas que temos no Brasil”, disse.

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“Vendo o trabalho desenvolvido pela Sanepar nesta escola, eu me sinto como um instrumento que serviu para levar essa oportunidade a outras pessoas e espero que o projeto dos jardins seja realmente copiado, replicado, reinventado e, assim, essa possibilidade de conhecimento seja ampliada e chegue em muitos outros lugares”, disse. Atualmente ele é diretor da Secretaria Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional de Curitiba.

JARDINS – Os jardins de água e mel da Sanepar já estão instalados em Agudos do Sul, Antonio Olinto, Bituruna, Cafelândia, Campina da Lagoa, Campo do Tenente, Campo Magro, Catanduvas, Cianorte, Colombo, Curitiba, Foz do Iguaçu, General Carneiro, Guaíra, Imbituva, Laranjeiras do Sul, Londrina, Maringá, Pato Branco, Piraí do Sul, Porto União, Quitandinha, Santa Izabel do Oeste, Santo Antônio do Sudoeste, São José dos Pinhais, Telêmaco Borba, Toledo e União da Vitória.

A Sanepar também está com jardins em construção nas cidades de Candói, Castro, Fazenda Rio Grande, Guarapuava, Inácio Martins, Ivaiporã, Jundiaí do Sul, Mallet, Mangueirinha, Nova Santa Rosa, Paulo Frontin, Piên, Piraquara, Rondon e Ubiratã.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público do Paraná esclarece sobre interrupção de sessão do Tribunal do Júri de Curitiba ocorrida nesta quinta-feira, 10 de setembro

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A respeito dos fatos ocorridos nesta quinta-feira, 10 de setembro, em sessão do Tribunal do Júri realizada em Curitiba (Autos 0001590-19.2022.8.16.0196), o Ministério Público do Paraná informa:

O Conselho de Sentença, que atuava desde quarta-feira, 9 de setembro, na sessão de julgamento de um acusado pelos crimes de homicídio qualificado consumado e sete tentativas de homicídio, ocorridos em Curitiba em maio de 2022, foi dissolvido ontem, quinta-feira, 10, por decisão do Juízo da 1ª Vara de Crimes Dolosos contra a Vida de Curitiba, após um evento ocorrido no interior da carceragem, envolvendo o réu, que foi atendido por bombeiro civil do Tribunal do Júri e depois pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Após o atendimento, ficou constatado que “(…) o réu não apresentava lesões no pescoço e seus sinais estavam normais, sendo possível o retorno à unidade prisional de origem sem a necessidade de atendimento hospitalar (…)”, de acordo com o boletim de ocorrência elaborado pela Polícia Militar.

O Ministério Público do Paraná, por meio do Promotor de Justiça que atua no caso e sua respectiva equipe, procurou, de pronto, depois de observar que a situação na carceragem se mostrava controlada, prestar atendimento a uma das vítimas do caso, que acompanhava a sessão de julgamento, bem como à testemunha que prestava depoimento no momento do ocorrido.

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Foi determinada a instauração de inquérito policial para apurar o ocorrido e o Ministério Público requereu avaliação psiquiátrica do acusado por médicos do Complexo Médico Penal, onde ele se encontra custodiado, a fim de subsidiar a apuração.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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