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Audiência pública sobre concessão do Centro de Convenções de Foz do Iguaçu será na quinta

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O Governo do Paraná, por meio das secretarias de Planejamento (SEPL) e do Turismo (SETU), promove nesta quinta-feira (18), às 18h, uma audiência pública para debater o projeto de revitalização do Centro de Convenções de Foz de Iguaçu, no Oeste, estruturado pela Unidade Gestora do Paraná Parcerias. O evento acontece na Associação Comercial e Empresarial de Foz do Iguaçu (Acifi), na Rua Padre Montoya 490, no Centro. A audiência terá transmissão no canal de YouTube da Secretaria de Planejamento.

O objetivo é promover a participação da população e ouvi-la sobre o projeto, que busca revitalizar e modernizar o Centro de Convenções já existente. O debate público terá, inicialmente, uma apresentação dos pontos principais do projeto e, logo em seguida, a população terá espaço para ponderações.

“A revitalização do Centro de Convenções de Foz do Iguaçu é mais um importante projeto do Governo do Paraná na Região Oeste. As ações também englobam o Centre Pompidou Paraná e a Ponte da Integração, entre diversas outras ativações. Todas essas ações vão fortalecer o turismo, consolidando a região como destino estratégico de grandes eventos nacionais e internacionais”, disse o secretário estadual do Planejamento, Ulisses Maia.

“Esta etapa da audiência pública é muito importante para consolidar ainda mais a participação popular no desenvolvimento do projeto de revitalização do Centro de Convenções”, complementou.

“Com a audiência pública, o Estado do Paraná possibilita a efetiva participação da comunidade em seus projetos. Não será diferente nessa revitalização do Centro de Convenções de Foz do Iguaçu que estamos dando forma. Além da audiência, o Paraná Parceria está com a consulta pública aberta até o dia 25 para receber sugestões, críticas, contribuições para o aprimoramento do projeto e a busca pelo melhor modelo de licitação”, analisou o chefe da Unidade Gestora Paraná Parceria, Luiz Moraes Junior.

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Após a audiência pública, os estudos finais serão consolidados com ajustes que vierem de sugestões recebidas. Em seguida, o projeto será enviado à Procuradoria-Geral do Estado (PGE). As etapas seguintes são a ratificação pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior e, na sequência, o envio para o Tribunal de Contas do Estado (TCE-PR), antes de ser lançado o edital de licitação. Após esse processo, ele será coordenado pela Secretaria de Turismo (SETU).

“Foz do Iguaçu é um dos mais importantes destinos turísticos do Brasil. Ter um centro de convenções renovado e modernizado é essencial para que o município continue sendo referência na realização e atração de eventos que impulsionam o turismo e a economia da região”, disse o secretário estadual do Turismo, Leonaldo Paranhos.

O Centro de Convenções de Foz do Iguaçu, foco do projeto coordenado pelo Paraná Parcerias com estudos elaborados com apoio do Serviço Social Autônomo Paraná Projetos, está localizado próximo ao local onde ficará o Centre Pompidou Paraná.

CONSULTA PÚBLICA – Além da audiência pública, o Estado vem realizando uma consulta pública para receber sugestões da população para o projeto. A consulta segue aberta até o dia 25 de setembro. Qualquer cidadão, empresa ou entidade podem contribuir com o projeto. As inscrições podem ser feitas através deste link.

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SONDAGEM DE MERCADO – Começou nesta semana a sondagem de mercado sobre o projeto de revitalização do Centro de Convenções. Estão sendo realizadas rodadas de diálogos com interessados na busca de alternativas de investimentos e na potencialização da iniciativa. As reuniões duram 60 minutos e contemplam apresentações individuais com foco em identificar os aspectos essenciais a serem discutidos e analisados no bojo da estruturação do projeto.

Cada organização interessada pode agendar somente uma reunião, não podendo fazer outro agendamento para mais membros da mesma instituição. A participação do interessado não o torna licitante ou vinculado de alguma forma ao edital a ser eventualmente publicado.

CENTRO DE CONVENÇÕES – O Centro de Convenções de Foz do Iguaçu está localizado em um terreno de 100 mil metros quadrados e possui área total construída de 31.863 metros quadrados.

Todo esse espaço passará por ampla revitalização. Com um investimento de aproximadamente R$ 55 milhões, será utilizado para a realização de eventos, tanto nacionais quanto internacionais.

Além disso, em acordo com quem vencer a licitação, será possível também utilizar o local para outras finalidades e atividades, dependendo das necessidades das outras adequações, tendo em vista a legislação vigente.

Fonte: Governo PR

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Hospital de Dermatologia Sanitária do Paraná é referência em diagnóstico e tratamento da alopecia

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A alopecia, conhecida popularmente como calvície, é uma condição que pode atingir homens e mulheres de diversas idades, mas o que muitos ignoram é que nem toda queda de cabelos é igual. Por isso, diagnosticar correta e precocemente, pode fazer toda a diferença com uma solução eficaz e individualizada. Em geral, a alopecia  não é uma doença fisicamente perigosa ou fatal, mas pode ser considerada grave do ponto de vista emocional, estético e de qualidade de vida.

O Hospital de Dermatologia Sanitária do Paraná (HDSPR, uma das unidades da Secretaria de Estado da Saúde, localizado em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, atende pelo SUS e é uma importante referência para esse tipo de tratamento. “A identificação correta do tipo de alopecia é um dos fatores determinantes para o sucesso da recuperação capilar. A condição pode se manifestar de formas variadas e impactar na autoestima, na imagem corporal, na identidade da pessoa e levar até mesmo a uma depressão”, explica o secretário estadual da Saúde, César Neves.

TIPOS – A médica dermatologista do HDSPR, Maisa Aparecida Matico Utsumi Okada, explica que as alopecias são classificadas em dois grupos, e entender em qual deles o paciente se enquadra é o primeiro passo. No caso das alopecias não cicatriciais, o cabelo perdido pode ser recuperado. Os exemplos mais comuns incluem a androgenética, que é uma calvície genética; o eflúvio telógeno, que é a queda acentuada após eventos estressantes ou doenças, e a alopecia areata, que é a perda de fios em áreas circulares.

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A androgenética não tem cura, mas tem tratamento que pode amenizar o problema. No caso da alopecia areata, também não há cura, mas pode ser tratada e o cabelo volta a crescer. “Quando a alopecia é temporária, dependendo do caso, existem maneiras de suavizar a queda ou acelerar a recuperação”, relata a dermatologista, que acrescenta que o tratamento deve ser individualizado, considerando perfil do paciente e o agente causador do problema.

No entanto, quando ocorrem as alopecias cicatriciais, o couro cabeludo sofre um processo inflamatório que destrói o folículo piloso e os danos são irreversíveis.

SINTOMAS E CAUSAS – A alopecia pode se manifestar de forma limitada com pequenas falhas, ou difusa, espalhada por toda a cabeça. As causas variam desde a predisposição genética até fatores externos, como o uso excessivo de químicas capilares e penteados muito apertados que tracionam os fios.

Embora cabeleireiros e profissionais de estética sejam aliados importantes na identificação inicial de falhas, muitas vezes percebendo o problema antes mesmo do paciente, a classificação e tratamento devem ser feitos por um médico dermatologista, o profissional capacitado para realizar um diagnóstico assertivo. O tratamento não é padronizado, pois cada organismo e cada tipo de queda exige uma abordagem específica, reafirmando a importância da especialidade neste tipo de acometimento.

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SERVIÇO – Para ter acesso ao atendimento médico e, em caso de necessidade, ao tratamento, a população pode procurar as Unidades Básicas de Saúde (UBS) para a especialidade de dermatologia geral. Os atendimentos no Hospital de Dermatologia Sanitária do Paraná são sempre agendados diretamente pelos municípios.

A Secretaria Municipal de Saúde possui acesso ao sistema de agendamento ambulatorial do Estado (CARE/GSUS) e com o encaminhamento do paciente realiza este agendamento nas vagas disponíveis. Desta forma, a recomendação é de que a pessoa sempre vá até a sua unidade de saúde e passe por avaliação pela equipe local.

Fonte: Governo PR

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