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Copel abre inscrições para programa de bolsas a alunos de Engenharia Elétrica

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A Copel abriu nesta segunda-feira (15) a terceira edição do Programa Aluno Energia, que concede bolsas de estudo, mentoria e estágio a estudantes cotistas de Engenharia Elétrica matriculados em universidades públicas do Paraná. O edital 2025 traz avanços importantes, como a destinação de 40% das vagas prioritariamente para mulheres, além da ampliação da participação de diferentes universidades no Estado.  

Ao todo, serão selecionados 20 estudantes, com ingresso exclusivo de alunos e alunas cotistas de baixa renda matriculados no primeiro ou segundo semestre de Engenharia Elétrica, incluindo todas as ênfases disponíveis nas universidades paranaenses. Além das cotas de gênero e de baixa renda, o programa também reserva vagas para pessoas com deficiência. 

Os alunos e alunas aprovados recebem bolsa equivalente a um salário-mínimo regional (R$ 1.984,16 em 2025), um notebook em regime de comodato e acompanhamento por tutores profissionais da companhia. O programa tem duração de até cinco anos, sendo os três primeiros de bolsa e os dois últimos como estágio remunerado na empresa. 

Para a vice-presidente de Gente e Gestão da Copel, Márcia Baena, o Aluno Energia reforça nosso compromisso em unir diversidade, inclusão e desenvolvimento de talentos. “Estamos criando condições para que jovens em vulnerabilidade social possam se formar e construir carreiras sólidas, ao mesmo tempo em que fortalecemos o futuro da companhia e do setor elétrico”, diz. 

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Segundo dados mais recentes do Inep (2023), apenas 58% dos estudantes de Engenharia Elétrica no Brasil permanecem até o final do curso — um desafio ainda maior para alunos de baixa renda. O Aluno Energia foi criado justamente para reduzir esse índice de evasão, oferecendo apoio financeiro e acadêmico. 

Vanessa Golembioski, estudante da UTFPR e atual participante do programa, conta como a iniciativa tem sido decisiva em sua trajetória. “As universidades públicas são gratuitas, mas estudar não é. Há custos com transporte, materiais, alimentação, e muitas vezes a gente se sente sobrecarregado, pensando se não está pesando no orçamento da família. O Aluno Energia me deu tranquilidade para focar na graduação sem precisar abandonar os estudos”, afirma a jovem.

Ela é mentorada pelo gerente do departamento de Projetos e Medição de Redes da Copel Distribuição, Rafael Radaskievicz. “Ver de perto a evolução dos alunos é muito gratificante. A cada edição percebemos que se tornou um programa de transformação. Os estudantes ganham confiança, ampliam sua rede de contatos e se preparam melhor para o mercado. É uma satisfação pessoal e profissional poder contribuir nesse processo”, conta Radaskievicz. 

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INSCRIÇÕES – O cronograma tem inscrições de 15 a 26 de setembro, por meio do site do CIEE/PR ou em www.copel.com/site/aluno-energia-copel. As etapas incluem redação online, envio de vídeo de apresentação e entrevista final. O resultado consolidado está previsto para 12 de novembro. 

Para a Copel, o programa é parte de seu compromisso como signatária do Pacto Global da ONU, especialmente no que se refere ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável nº 4 (Educação de Qualidade). Além de investir em inovação, pesquisa e energia limpa, a companhia busca ampliar o acesso e a permanência de estudantes em carreiras estratégicas para o futuro do setor elétrico. 

Informações: www.copel.com/site/aluno-energia-copel.

Fonte: Governo PR

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MPPR denuncia vereadora de Londrina e sua irmã por lavagem de dinheiro e desvio de recursos públicos e privados de entidade de proteção animal

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O Ministério Público do Paraná denunciou pelos crimes de peculato, apropriação indébita e lavagem de dinheiro uma vereadora e sua irmã, investigadas por desvio de recursos da Associação Defensora dos Animais de Londrina (ADA Londrina), entidade privada sem fins lucrativos que, a partir de atuação do MPPR, passou por intervenção judicial. Apurações da 26ª Promotoria de Justiça de Londrina, que assina a denúncia, apontam que os desvios teriam alcançado o montante de R$ 1.617.629,13, somados recursos públicos (recebidos pela entidade a partir da destinação de valores do Programa Nota Paraná) e doações de particulares.

De acordo com as investigações, para a prática dos crimes, foram realizados pelas investigadas 864 saques fracionados em espécie da conta de uma terceira irmã das denunciadas, residente no exterior. O objetivo seria ocultar o rastro do dinheiro. Os valores teriam sido utilizados pela agente pública e por familiares dela para o custeio de despesas pessoais, como planos de saúde e compras em aplicativos e restaurantes. No esquema ilícito, a vereadora, na posição de então presidente e administradora da entidade, atuaria na centralização da gestão financeira da Associação e teria se apropriado diretamente dos valores para quitar contas pessoais. A irmã denunciada atuaria em conluio, exercendo cargos de fachada e omitindo-se das funções para permitir os desvios em seu próprio proveito.

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A entidade, que chegou a abrigar cerca de mil animais domésticos, entre cães e gatos, além de animais de produção, é atualmente gerida pela Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização de Londrina (CMTU-Londrina), a partir de pedido de intervenção feito pelo MPPR.

Além da condenação das denunciadas pela prática dos crimes a elas imputados, o Ministério Público requer a fixação de indenização no valor mínimo de R$ 1.617.629,13, com juros e correção monetária, a título de reparação da entidade lesada.

Maus-tratos – A vereadora também já foi denunciada pela 20ª Promotoria de Justiça de Londrina pelos crimes de maus-tratos a animais, poluição por lançamento irregular de resíduos sólidos (carcaças de animais) e tráfico de drogas (manutenção em depósito de substâncias entorpecentes e psicotrópicas sem indicação de uso). Esses ilícitos teriam ocorrido entre 24 de janeiro de 2019 e 13 de maio de 2025.

Coletiva de Imprensa  Para prestar mais informações sobre o oferecimento da denúncia, será feito atendimento à imprensa a partir das 10h30 desta terça-feira, 23 de junho, na sede da Promotoria de Justiça (Rua Capitão Pedro Rufino, 605. 1º andar).

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Processo: 0024270-54.2025.8.16.0014

Matérias anteriores:

06/04/2026 – Ministério Público do Paraná denuncia por maus-tratos a animais e outros crimes vereadora de Londrina responsável por entidade que está sob intervenção judicial

24/04/2026 – Liminar obtida pelo MPPR determina intervenção em entidade de Londrina suspeita de desviar doações e recursos públicos e de maltratar animais

29/05/2026 – A partir de denúncia do Ministério Público do Paraná, Judiciário impõe medidas cautelares contra vereadora de Londrina investigada por maus-tratos contra animais

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

 

Fonte: Ministério Público PR

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