Brasil
MPor apresenta potencial de expansão das hidrovias em evento no Rio de Janeiro
Posicionado entre os principais fóruns nacionais de logística e energia, o Rio Pipeline & Logistics 2025 foi aberto nesta terça-feira (9), na ExpoRio Cidade Nova, no Rio de Janeiro. Representando o Ministério de Portos e Aeroportos, o diretor da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação, Otto Luiz Burlier, participou do painel “Desatando Nós: Criando um Ambiente Atraente para Redução dos Gargalos Logísticos” e destacou o papel estratégico das hidrovias na matriz de transportes, além do compromisso do governo em ampliar a utilização desse modal nos próximos anos.
Durante a cerimônia de abertura, Burlier ressaltou que apenas 5% das mercadorias transportadas no Brasil utilizam hidrovias, embora o país disponha de cerca de 20 mil km de navegação comercial, com potencial para alcançar 42 mil km. “As concessões hidroviárias serão decisivas para estruturar serviços contínuos, atrair investimentos privados, reduzir custos logísticos e diminuir a dependência de recursos públicos. Os primeiros leilões estão previstos já para o primeiro semestre de 2025”, afirmou.
A abertura do evento contou ainda com a presença do presidente da Transpetro, Sérgio Bacci, do diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Artur Watt, de representantes do Ministério de Minas e Energia (MME), além de outras autoridades e lideranças empresariais.
A edição 2025 da Rio Pipeline & Logistics é a maior já realizada, registrando crescimento de 50% na área de exposição e a participação de mais de 60 empresas. A programação inclui debates sobre Ports & Terminals, Integração Multimodal, Transição Energética, Biocombustíveis & Descarbonização e Transformação Digital, além do Young Rio Pipeline Program e da Arena de Logística. O evento segue até 11 de setembro.
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos
Fonte: Portos e Aeroportos
Brasil
Parceria entre Ministério da Saúde e Caixa garante cerca de R$ 1 bilhão para instituições filantrópicas
O Ministério da Saúde e a Caixa Econômica Federal firmaram, nesta quarta-feira (3/6), contratos que viabilizam a liberação de aproximadamente R$ 1 bilhão para oito instituições hospitalares filantrópicas do país. As unidades integram a rede complementar do Sistema Único de Saúde (SUS) e são referência na oferta de atendimentos especializados. Os recursos serão destinados por meio da linha de crédito “Caixa Hospitais FGTS”, que oferece condições facilitadas de financiamento, contribuindo para o equilíbrio financeiro dos hospitais e Santas Casas para a continuidade da assistência para pacientes da rede pública.
“Temos a expectativa de chegar, nos próximos dias, a R$ 2 bilhões em contratos de financiamento da Caixa para essas instituições. Essas instituições têm um papel importante para a população atendida pelo SUS. Para se ter uma ideia, em 2025, nós realizamos 14,9 milhões de cirurgias, 42% a mais do que foi feito em 2022. A maior parte dessas cirurgias foram feitas pelos hospitais filantrópicos e pelas Santas Casas”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Os contratos assinados nesta quarta-feira contemplam:
- Associação de Combate ao Câncer de Goiás (GO)
- Santa Casa da Misericórdia de São Paulo (SP)
- Santa Casa de Porto Alegre (RS)
- Hospital José Silveira (BA)
- Instituto de Câncer de Londrina (PR)
- Associação Hospitalar Vila Nova (RS)
- Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos (RJ)
- Fundação Assistencial da Paraíba (PB)
Além das contemplações desta etapa, outras 115 instituições já receberam aval para apresentar propostas de financiamento à linha CAIXA Hospitais FGTS. São unidades hospitalares habilitadas pelo programa Agora Tem Especialistas na modalidade crédito financeiro.
Hospitais filantrópicos e Santas Casas no Brasil
No total, existem 1.959 instituições filantrópicas no país, sendo 324 Santas Casas. As unidades oferecem uma ampla variedade de especialidades e serviços, incluindo clínica médica, cirurgia geral, ortopedia, cardiologia, oncologia, pediatria, ginecologia e obstetrícia, além de leitos de terapia intensiva e atendimento de urgência e emergência. Com essa estrutura, as instituições contribuem diretamente para a redução do tempo de espera, ampliação do acesso a tratamentos especializados e o fortalecimento da assistência hospitalar em municípios de diferentes localidades.
Toda essa rede assistencial registrou nos últimos três anos (2023-2025), um total de 839,6 milhões de atendimentos ambulatoriais e 17,3 milhões de internações. O custo desses procedimentos para o Governo do Brasil foi de R$ 56,3 bilhões. Os números refletem a dimensão da rede filantrópica no atendimento à população brasileira e sua importância para a garantia do acesso aos serviços de saúde em todo o país.
Eduarda Paixão
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
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