Agro
Nespresso lança campanha Precious Origins destacando o Brasil como referência em café sustentável
A Nespresso lançou no Brasil a campanha Precious Origins, que valoriza o país como principal fornecedor de cafés da marca e como referência global em qualidade, sustentabilidade e práticas regenerativas na cafeicultura. A ação foi desenvolvida localmente em parceria com a agência LEO, reforçando o compromisso da marca com a origem e a preservação ambiental.
Brazil Organic: o café 100% brasileiro e orgânico
O destaque da campanha é o Brazil Organic, primeiro café 100% brasileiro e orgânico a integrar permanentemente o portfólio da Nespresso no país. Produzido com técnicas agrícolas regenerativas e livre de insumos químicos, o café combina grãos arábicas de diferentes regiões, resultando em um espresso suave, equilibrado e com notas doces de cereal e caramelo.
Segundo Mariana Marcussi, Diretora de Marketing da Nespresso Brasil, “Precious Origins valoriza as origens do café de forma única, celebrando não só o sabor, mas também as histórias e práticas sustentáveis que tornam cada xícara especial”.
Master Origins: diversidade e sustentabilidade no portfólio
Além do Brazil Organic, a campanha apresenta outros cafés da linha Master Origins:
- Colombia: cultivado com colheita tardia, que realça a doçura natural e notas de frutas vermelhas.
- Ethiopia: produzido com secagem natural, combina notas florais e frutadas com toque de flor de laranjeira.
- Indonésia (B2B): café intenso e complexo, com cultivo regenerativo que preserva o ecossistema.
- Guatemala (B2B): apresenta notas aveludadas e achocolatadas, também produzido com práticas regenerativas.
Agricultura regenerativa: essência da Nespresso
Desde 2003, a Nespresso mantém o Programa Nespresso AAA de Qualidade Sustentável™, desenvolvido em parceria com a Rainforest Alliance. O programa integra qualidade, inclusão e regeneração, promovendo práticas que restauram o solo, protegem a biodiversidade, capturam carbono e aumentam a resiliência das lavouras.
Atualmente, 85% do café brasileiro da marca já vem de fazendas parceiras com práticas regenerativas, com meta de atingir 95% até 2030. Entre as iniciativas, destaca-se o Pacote Agronômico, projeto de R$ 5 milhões lançado em 2024, que apoia mais de 130 produtores na adoção de fertilizantes orgânicos e biológicos, plantas de cobertura e tecnologias como o biochar.
Daniel Motyl, Gerente Executivo de Café Verde da Nespresso Brasil, afirma: “Nossa parceria de longa data com os produtores permite que o Brasil lidere a agenda regenerativa da Nespresso a nível global”.
Experiência do consumidor: da xícara à origem
A campanha Precious Origins se estende às boutiques e canais digitais da marca, oferecendo experiências que conectam os consumidores às origens do café.
- Masterclasses quinzenais: a partir de 27 de agosto, nas boutiques, para apresentar o cuidado e a qualidade da linha Master Origins.
- Websérie “Do Grão ao Futuro”: conduzida pela jornalista Mari Palma, mostrará o processo completo do café, do campo ao pós-consumo.
- Vitrines e mesas de experimentação: ambientações inspiradas na natureza, com elementos que retratam o retorno da fauna ao campo e histórias reais de produtores.
Mais informações podem ser conferidas no perfil oficial da Nespresso Brasil no Instagram @nespresso.br e no site da marca.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
Agro
Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil
A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.
De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.
Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado
Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.
Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.
Indústria compra apenas para reposição imediata
Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.
Exportações perdem competitividade com queda do dólar
No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.
Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.
Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques
Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.
Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.
Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado
O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.
Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.
Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025
No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.
Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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