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Nova diretoria do setor de base florestal de MT assume com foco em mercados e sustentabilidade

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A nova diretoria do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira de Mato Grosso (Cipem) tomou posse na noite desta quinta-feira (28), em cerimônia realizada na sede da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), em Cuiabá. O colegiado assume a gestão para o biênio 2025-2027, reafirmando compromissos com o fortalecimento do setor florestal, expansão de mercados e desenvolvimento sustentável.

Prioridade: expansão nacional e internacional

O presidente reeleito do Cipem, Ednei Blasius, agradeceu a confiança dos empresários e destacou os desafios para ampliar a presença da madeira nativa de Mato Grosso em novos canais de comercialização, especialmente no mercado internacional.

“Nosso setor pode não ser o maior do estado, mas é de extrema importância, principalmente em municípios como Aripuanã e Colniza, onde as indústrias de base florestal são as principais geradoras de empregos. Vamos seguir ampliando nossa presença em outros estados e países”, afirmou Blasius.

Reconhecimento e apoio da Fiemt

O presidente da Fiemt, Silvio Rangel, destacou a relevância econômica do setor de base florestal, mesmo diante de desafios legais e logísticos, e reforçou a parceria com o Cipem para a prospecção de novos mercados e valorização do manejo sustentável.

“Estamos acompanhando o trabalho que vem sendo desenvolvido para mostrar, ao Brasil e ao mundo, a importância do manejo florestal para a conservação da biodiversidade e para a geração de emprego e renda. Vemos um setor cada vez mais preparado, com dados e planejamento para desenvolver o mercado”, destacou Rangel.

Setor produtivo e sustentabilidade em destaque

O senador Jayme Campos também participou da cerimônia e ressaltou a força do setor mato-grossense, que supera obstáculos legais e logísticos.

“Mato Grosso surpreende em grãos, carne, biocombustíveis – e na base florestal não é diferente. Precisamos garantir que a produção avance de forma sustentável e legal, gerando renda e desenvolvimento à população”, afirmou Campos.

Legado e união empresarial

Frank Rogieri Almeida, presidente do Fórum Nacional das Atividades de Base Florestal (FNBF) e diretor do Cipem, lembrou a trajetória dos fundadores da entidade e reforçou o papel da união empresarial no fortalecimento do setor.

“Nossos precursores abriram mão de tempo com suas famílias e de suas empresas para estruturar o Cipem e dar voz a todo o setor. Esse legado de união é o que nos permite avançar”, disse Almeida.

Participação de autoridades e empresários

A solenidade contou ainda com a presença dos secretários-adjuntos de Meio Ambiente, Alexsandro Marega e Luciane Bertinatto, dos diretores da Fiemt Jandir Milan e Borges, além de conselheiros e empresários do setor de base florestal.

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O Cipem representa oito sindicatos patronais do segmento e atua na defesa de uma das cadeias produtivas mais importantes para a economia de Mato Grosso, especialmente em regiões onde o setor é a principal fonte de emprego e renda.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Número de cervejarias bate recorde no Brasil em 2025 e produção de cerveja sem glúten dispara 417%

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O setor cervejeiro brasileiro encerrou 2025 com resultados históricos e consolidou sua expansão no país. Dados do Anuário da Cerveja 2026, divulgado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, mostram que o Brasil alcançou o maior número de cervejarias da série histórica, com 1.954 unidades distribuídas em 794 municípios.

O levantamento também destaca a retomada do crescimento no número de produtos registrados, avanço das marcas de cerveja e forte expansão da produção de cervejas sem glúten, que registrou alta de 417,6% no último ano.

Setor cervejeiro amplia presença e fortalece economia regional

Segundo o Anuário, a indústria cervejeira brasileira mantém trajetória de fortalecimento mesmo diante de desafios econômicos e climáticos enfrentados ao longo de 2025.

A expansão territorial do setor reforça o papel da cerveja como geradora de emprego, renda e desenvolvimento regional. Pela necessidade de proximidade entre produção e consumo, a atividade favorece a interiorização da economia e estimula cadeias produtivas locais.

Atualmente, o setor está presente em quase 800 municípios brasileiros e movimenta mais de 2,5 milhões de empregos ao longo de toda a cadeia produtiva. Além disso, responde por mais de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.

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Número de produtos e marcas de cerveja volta a crescer

O levantamento do Ministério da Agricultura e Pecuária aponta que o número de produtos registrados chegou a 44.212 em 2025, retomando a trajetória de crescimento do setor.

As marcas de cerveja registradas também avançaram 2,1%, totalizando 56.170 registros ativos no país.

Para o presidente-executivo do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja, Márcio Maciel, os resultados refletem a capacidade de adaptação da indústria cervejeira brasileira.

Segundo ele, o setor manteve investimentos em inovação, tecnologia e diversificação de portfólio, fortalecendo a conexão histórica da cerveja com os consumidores brasileiros.

Exportações de cerveja atingem maior valor da história

Outro destaque do Anuário foi o desempenho internacional da indústria cervejeira brasileira.

As exportações alcançaram US$ 218,3 milhões em 2025, maior valor já registrado na série histórica. O setor também fechou o ano com superávit recorde de US$ 195 milhões na balança comercial.

Atualmente, a cerveja brasileira é exportada para 77 países, ampliando a presença internacional das marcas nacionais e fortalecendo a competitividade da indústria no mercado global.

Produção de cerveja sem glúten cresce mais de 400% no Brasil

A cerveja sem glúten foi um dos segmentos que mais cresceram no país em 2025.

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Segundo o Anuário da Cerveja 2026, a produção saltou de 71 milhões para 368 milhões de litros em apenas um ano, avanço de 417,6% em relação a 2024.

O volume já representa cerca de 2,35% dos 15,69 bilhões de litros de cerveja produzidos no Brasil, indicando o aumento da demanda por bebidas voltadas a consumidores que buscam produtos sem glúten.

O crescimento acompanha a tendência de diversificação do mercado de bebidas e o avanço do interesse por produtos alinhados a diferentes perfis de consumo.

Inovação e diversidade impulsionam crescimento do setor cervejeiro

O Anuário reforça que a combinação entre tradição, inovação e capilaridade regional segue sendo um dos pilares da expansão da indústria cervejeira brasileira.

Com presença crescente em diferentes regiões do país, o setor mantém investimentos em sustentabilidade, tecnologia e novos nichos de mercado, consolidando a cerveja como uma das cadeias produtivas mais relevantes da indústria de alimentos e bebidas no Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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