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Nova trincheira: interdição na Rua Chile, em Telêmaco Borba, segue até novembro

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A ligação da Rua Chile com a PR-160, em Telêmaco Borba, nos Campos Gerais, permanecerá interditada até o início de novembro de 2025. A continuidade da interdição é necessária para a execução das obras da trincheira que conectará os bairros do entorno da rodovia.

Neste local será implantado um novo acesso para entrada e saída da Rua Chile, contribuindo para a mobilidade na região pelas vias marginais. Essa medida possibilitará a execução da elevação da pista da rodovia sem causar maiores transtornos à população.

Durante o período de interdição, os motoristas devem utilizar rotas alternativas, como o viaduto Carlos Hugo Wolf Von Graffen ou a rotatória em frente ao Stock Atacadista. Também há previsão de que, no final de setembro, as vias marginais estejam prontas e liberadas para circulação.

OBRA – A obra da trincheira que ligará os bairros Vila Ozório e Socomim, em Telêmaco Borba, eliminará o cruzamento de veículos na rodovia estadual.

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Esse projeto faz parte do Protocolo de Intenções e do Termo de Compromisso firmados entre a Klabin e o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) e da Secretaria da Fazenda (Sefa).

O valor investido pela Klabin nesta obra é apresentado ao DER/PR para aceite e à SEIL para homologação. Após isso, a Sefa concede crédito presumido de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Fonte: Governo PR

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MPPR cumpre mandados de prisão contra dez pessoas denunciadas por crimes ligados a loteamentos clandestinos rurais em Campo Magro e Almirante Tamandaré

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O Ministério Público do Paraná cumpriu nesta semana dez mandados de prisão contra pessoas denunciadas na Operação Fundo Falso, investigação conduzida pela 5ª Promotoria de Justiça de Almirante Tamandaré, em conjunto com o Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que apura atuação de organização criminosa na prática de diversos crimes relacionados à comercialização de loteamentos irregulares em imóveis rurais.

Entre os denunciados e alvo de um dos mandados de prisão, está um vereador do município de Campo Magro, na Região Metropolitana de Curitiba, apontado como um dos líderes do grupo criminoso. As ordens judiciais foram cumpridas nesta quarta-feira, 16 de setembro, com o apoio do Núcleo de Curitiba do Gaeco. Dos dez alvos, três ainda não foram localizados e são considerados foragidos. O pedido para a decretação das prisões preventivas foi feito pelo Ministério Público na ocasião do oferecimento da denúncia, no dia 25 de agosto último.

De acordo com as apurações sobre os fatos, o grupo atuava de forma organizada para as práticas ilícitas, que consistiam na permanente busca ativa por imóveis rurais, predominantemente nos municípios de Campo Magro e Almirante Tamandaré, em especial imóveis sem incidência de atos ostensivos de exercício de posse pelos seus proprietários, ou imóveis de propriedade de pessoas idosas ou em processo de inventário. Em seguida, os investigados atuavam para obter informações e cópias de documentos de suas matrículas e registros e de eventuais certidões de óbito dos proprietários. Eram feitas simulações de vendas desses imóveis para intermediários, com a falsificação de documentos, e, a partir destes, a comercialização dos loteamentos irregulares.

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Para a manutenção das condutas criminosas, que, segundo as apurações, estão em curso desde 2021, os envolvidos praticavam ameaças e outros atos intimidatórios frente aos reais proprietários ou a pessoas que descobriam o esquema criminoso.

Outro aspecto identificado a partir das apurações foi o de que o grupo se valia da posição ocupada pelo vereador em Campo Magro para viabilizar a realização de obras públicas nos referidos locais onde fracionavam ilegalmente os imóveis rurais, além da obtenção de informações privilegiadas e antecipadas sobre as fiscalizações a serem realizadas pela municipalidade ou de interferência para impedir fiscalizações. As condutas denunciadas foram identificadas a partir de extensa análise de provas colhidas em fases anteriores da operação, incluindo trocas de mensagens de texto e áudios que comprovam as práticas apuradas.

Foram identificados, pelo menos, quatro loteamentos clandestinos nos municípios de Almirante Tamandaré e Campo Magro. Além dos dez integrantes da organização criminosa, houve oferecimento de denúncia em face de outras duas pessoas investigadas por participações no esquema ilícito, as quais tiveram determinadas judicialmente a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão. Também foram requeridas medidas cautelares pelo Ministério Público para o fim de bloquear os bens dos denunciados, o que igualmente foi deferido pelo Juízo.

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Processo 0007837-42.2025.8.16.0024

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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