Paraná
Subestação de Capitão Leônidas Marques leva tecnologia de ponta ao Oeste e Sudoeste
A nova subestação de Capitão Leônidas Marques, em fase final de construção pela Copel, tem localização estratégica para o benefício dos consumidores das regiões Oeste e Sudoeste do Estado. A nova infraestrutura de distribuição de energia de qualidade aos clientes vai atender a 10 municípios.
“É uma unidade moderna, equipada com equipamentos de ponta. São dois transformadores de 20 Mega Volt-Ampères (MVA), com aplicações em alta potência e capazes de atender a grandes volumes de consumo de energia. A nova infraestrutura amplia a segurança energética de diversos municípios da região, anteriormente atendida por transformadores de 7MVA”, explica a gerente do Departamento de Construção de Linhas e Subestações da Copel Distribuição, Graziella Costa Gonçalves.
A SE de Capitão Leônidas Marques é uma unidade compacta, instalada com o que há de mais avançado em tecnologia para sistemas de transmissão e distribuição de energia elétrica. É uma Subestação Isolada a Gás (do inglês Gas Insulated Substation), que utiliza, em vez do oxigênio, o gás SF6 (hexafluoreto de enxofre) como isolante elétrico para confinar equipamentos e estruturas em invólucros metálicos. Essa tecnologia reduz drasticamente o espaço necessário para a implantação da estrutura, em comparação com as subestações tradicionais.
Os modelos GIS ocupam uma fração do espaço de uma subestação isolada a ar (AIS), sendo até 60% menores, o que facilita a instalação em áreas urbanas. Outras subestações com a mesma tecnologia, implantadas pela Copel, estão em Maringá (SE Morangueira) e em Campo Mourão (SE Bandeira).
Com 138 mil Volts de potência em alta tensão, a nova subestação dará suporte energético ao desenvolvimento das cidades de Capitão Leônidas Marques, Capanema, Realeza, Santa Lúcia, Boa Vista da Aparecida, Três Barras do Paraná, Nova Prata do Iguaçu, Santa Isabel do Oeste, Pérola do Oeste e Planalto.
Os investimentos na nova subestação somam R$ 87,7 milhões em obras que contemplam também a construção de novas linhas de distribuição em alta tensão, com torres metálicas e equipamentos modernos, em substituição de antigas redes aéreas de média tensão que eram mais suscetíveis a interrupções por causas externas.
“Os investimentos da Copel nas novas subestações fazem parte do planejamento de obras da companhia no suporte ao desenvolvimento econômico regional. Energia de qualidade é um fator de atração de investimentos, o que beneficia os municípios com a geração de empregos e o aquecimento da economia”, reforça Graziella.
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REDE TRIFÁSICA – Outro importante investimento da Copel na região está na expansão da rede trifásica. Neste fim de agosto, o município de Capitão Leônidas Marques alcançou 84 quilômetros de novas redes trifásicas implantadas. Estão em implantação, pelas equipes da companhia, 98 quilômetros de novas redes de um total de 106 projetados para a cidade.
A troca das redes monofásicas por trifásicas é porta de entrada às novas tecnologias e a garantia de uma rede elétrica mais potente e estável aos produtores rurais paranaenses.
Em todo o Paraná, serão mais de 25 Km de redes trifásicas implantadas pela Copel até o fim deste ano para o benefício do setor produtivo. Ao longo de cinco anos, o Paraná Trifásico, maior programa de modernização da rede elétrica rural do Brasil, soma investimentos da ordem de R$ 3 bilhões.
Fonte: Governo PR
Paraná
Ministério Público do Paraná denuncia por corrupção passiva ex-secretário Municipal de Governo e presidente da Câmara de Vereadores de Ortigueira
O Ministério Público do Paraná ofereceu denúncia criminal contra um ex-secretário Municipal de Governo e o presidente da Câmara de Vereadores de Ortigueira, nos Campos Gerais, investigados a partir da Operação Chão de Giz, que apura possíveis fraudes licitatórias supostamente cometidas por uma organização criminosa que atua a partir de um grupo de empresas voltadas principalmente ao fornecimento de asfalto para municípios paranaenses. Além dos agentes públicos, requeridos pelo crime de corrupção passiva, também foram denunciados por corrupção ativa três empresários investigados por possível participação nos atos ilícitos. A denúncia foi oferecida nesta terça-feira, 8 de setembro, pelo Núcleo de Guarapuava do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e pelo Grupo Especializado na Proteção ao Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria).
Áudio do promotor de Justiça Pedro Henrique Papaiz
A segunda fase das investigações da Operação Chão de Giz, da qual resultaram os fatos ocorridos em Ortigueira agora denunciados, foi deflagrada em 7 de julho último. A acusação abrange a prática dos crimes por agentes públicos dos poderes Legislativo e Executivo de Ortigueira, além de empresários e prepostos do setor de pavimentação asfáltica e infraestrutura viária.
De acordo com a denúncia, entre 6 e 14 de abril de 2022, o então presidente da Câmara de Vereadores (que atualmente exerce o mesmo cargo) e o ex-secretário Municipal de Governo, que são irmãos, teriam solicitado e recebido pelo menos R$ 50 mil em vantagens indevidas, pagas por empresários de um grupo econômico do ramo de pavimentação e seus prepostos operacionais.
Esquema criminoso – Os repasses ilícitos (divididos em duas entregas, de R$ 15 mil e R$ 35 mil) teriam ocorrido como contraprestação à articulação política e à atuação administrativa direta dos agentes públicos para acelerar a emissão de empenhos e a liberação de pagamentos do Tesouro Municipal em favor das empresas de propriedade dos empresários denunciados. Na primeira ocasião, os denunciados autorizaram a liberação de R$ 266.354,00, e na segunda, de R$ 533.244,80. As apurações demonstraram ainda que, nos dias 3 e 4 de maio de 2022, o então presidente da Câmara Municipal solicitou vantagem indevida adicional de R$ 3 mil.
A partir do oferecimento da denúncia, o Ministério Público pleiteia a condenação dos denunciados pelas práticas de corrupção passiva e ativa e a fixação de valor mínimo para reparação dos danos materiais e morais coletivos causados ao erário.
Essa é a 5ª denúncia criminal oferecida a partir das investigações da Operação Chão de Giz. O Ministério Público já ofereceu denúncia criminal por corrupção passiva contra dois ex-prefeitos de cidades distintas, além de denúncias de fraudes licitatórias e organização criminosa, esta dirigida ao núcleo empresarial que corrompia agentes públicos e políticos em diversos municípios paranaenses.
Processo 0001701-26.2025.8.16.0122
Matérias anteriores
09/11/2022 – MP cumpre mandados contra fraudes em licitações no Norte do estado
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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