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Representantes do Mapa cumprem agenda de trabalho na Expointer

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O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura (Mapa), Guilherme Campos, e o superintendente do Mapa no Rio Grande do Sul, José Cleber Souza, participaram no último sábado (30) da Expointer, considerada a maior feira de exposição de animais da América Latina, realizada no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, no município de Esteio (RS).

O roteiro incluiu reuniões com a Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS) e a Federação da Agricultura do estado (Farsul) para tratar sobre a negociação das dívidas agropecuárias. A agenda contou com a participação do superintendente do Ministério do Desenvolvimento Agrário no RS, Milton Ferreira.

Para o secretário Guilherme Campos, as reuniões tiveram papel essencial na construção de novas políticas públicas voltadas ao apoio dos produtores rurais gaúchos. “Existe toda boa vontade, mais do que isso, todo empenho do Ministério da Agricultura para que isso aconteça”, destacou.

O superintendente José Cleber ressaltou a importância de retomar este processo de diálogo e de convergência, iniciado com a criação do grupo de trabalho destinado a elaborar um diagnóstico e estabelecer propostas. “Dialogamos sobre sugestões de aperfeiçoamento de proposta apresentada na semana passada e sobre a adoção de práticas que podem evitar futuras frustrações e impactos na capacidade de pagamento. Estabelecemos compromisso de trabalhar conjuntamente alinhados por estes dois objetivos”, disse.

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Na casa da Fetag no parque da Expointer, a comitiva do Governo Federal conversou com o presidente Carlos da Silva e o secretário-executivo Kaliton Prestes. Já na casa da Farsul, foram recebidos pelo presidente Gedeão Silveira e pelo diretor Domingos Lopes.

Ainda, conversaram com a imprensa no estande do Mapa, no Pavilhão Internacional. Na ocasião, falaram sobre a negociação das dívidas, evolução do Plano Safra 25/26 e adoção de práticas que tornem a agropecuária gaúcha menos vulnerável aos eventos climáticos.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Soja despenca em Chicago, trava negócios no Brasil e mantém preços estáveis no mercado físico

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A forte desvalorização dos contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) marcou o mercado ao longo da semana e contribuiu para a paralisação das negociações no Brasil. Mesmo com a valorização do dólar frente ao real, o recuo das cotações internacionais reduziu o interesse dos agentes do mercado e manteve a comercialização em ritmo lento nas principais regiões produtoras do país.

A combinação entre a queda expressiva em Chicago e o feriado da última quinta-feira diminuiu a liquidez do mercado brasileiro. Como resultado, os preços da oleaginosa permaneceram praticamente inalterados nos principais polos de comercialização.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu cotada a R$ 126,00 durante toda a semana. Em Cascavel (PR), o valor permaneceu em R$ 121,00 por saca. Já em Rondonópolis (MT), a referência ficou em R$ 110,00. No Porto de Paranaguá (PR), importante termômetro das exportações brasileiras, a cotação se manteve em R$ 132,00 por saca.

Chicago atinge menor nível desde fevereiro

Na Bolsa de Chicago, os contratos futuros da soja com vencimento em julho, os mais negociados do mercado, acumularam perdas superiores a 5% na semana. Na manhã desta sexta-feira (5), o contrato era negociado a US$ 11,26 por bushel, o menor patamar registrado desde o início de fevereiro.

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A pressão baixista está diretamente relacionada aos fundamentos globais da oferta. As condições climáticas favoráveis nos Estados Unidos seguem beneficiando o desenvolvimento das lavouras, reforçando as expectativas de uma safra cheia na temporada 2026/27.

Além disso, o mercado já começa a revisar para cima as projeções de produtividade das lavouras norte-americanas. O cenário se soma às safras robustas colhidas recentemente por Brasil e Argentina, ampliando a disponibilidade global da commodity e aumentando a pressão sobre os preços internacionais.

Demanda chinesa ainda decepciona mercado

Pelo lado da demanda, os investidores seguem atentos ao comportamento das importações chinesas. Apesar do acordo comercial firmado entre China e Estados Unidos em maio, o mercado ainda não observa uma retomada consistente das compras chinesas de soja norte-americana.

A ausência desse movimento limita o potencial de recuperação das cotações e reforça o ambiente de cautela entre os participantes do mercado internacional.

Relatório do USDA e tensão geopolítica seguem no radar

Nas próximas semanas, dois fatores devem continuar influenciando os preços da soja.

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O primeiro é o relatório mensal de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na próxima quinta-feira, dia 11. O documento poderá trazer novas revisões para produção, estoques e exportações da oleaginosa.

O segundo fator é a escalada das tensões no Oriente Médio, que continua gerando volatilidade nos mercados financeiros e energéticos. O impacto sobre os preços do petróleo e o comportamento dos investidores permanecem no centro das atenções.

Dólar sobe, mas não consegue compensar perdas externas

No mercado cambial, o dólar apresentou valorização ao longo da semana, impulsionado pelas incertezas geopolíticas, preocupações com a inflação global e pela expectativa de manutenção dos juros elevados nos Estados Unidos.

A moeda norte-americana avançou cerca de 1,4% frente ao real no período, voltando ao patamar de R$ 5,12.

Apesar do movimento favorável para as exportações brasileiras, a alta do câmbio não foi suficiente para neutralizar o impacto negativo provocado pela forte queda das cotações em Chicago, mantendo o mercado doméstico praticamente paralisado e com poucas alterações nos preços da soja.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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