Paraná
Deputados paranaenses vão comandar programas na televisão
Soldado Adriano José, do Progressistas, com base eleitoral em Maringá, terceira maior cidade do Paraná, vai se tornar comunicador a partir do mês fevereiro, com um programa jornalístico semanal na Band, depois dos resultados da eleição municipal no ano passado, quando os eleitores mostraram estar querendo levar aos parlamentos, celebridades, a migração começou a ser pensada.
A deputada estadual e 2ª secretária da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), Maria Victoria, também do Progressistas, é outra que pode aparecer na TV Maringá, afiliada da Band, uma preparação para enfrentar a eleição de 2026, após os comentários de que será criada a Federação PP/Republicanos.
O conteúdo dos dois programas ainda está guardado a sete chaves por Adriano José e Maria Victoria, mas os pilotos devem ser rodados nos próximos dias.
Quando os programas forem ao ar, a cidade terá três deputados estaduais na telinha, além dos dois Progressistas, Delegado Jacovós, do PL de Jair Bolsonaro, diariamente está na televisão.
Até agora somente o deputado estadual Do Carmo, do União Brasil, ainda não aderiu a nova onda.
Paraná
Hospital de Dermatologia Sanitária do Paraná é referência em diagnóstico e tratamento da alopecia
A alopecia, conhecida popularmente como calvície, é uma condição que pode atingir homens e mulheres de diversas idades, mas o que muitos ignoram é que nem toda queda de cabelos é igual. Por isso, diagnosticar correta e precocemente, pode fazer toda a diferença com uma solução eficaz e individualizada. Em geral, a alopecia não é uma doença fisicamente perigosa ou fatal, mas pode ser considerada grave do ponto de vista emocional, estético e de qualidade de vida.
O Hospital de Dermatologia Sanitária do Paraná (HDSPR, uma das unidades da Secretaria de Estado da Saúde, localizado em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, atende pelo SUS e é uma importante referência para esse tipo de tratamento. “A identificação correta do tipo de alopecia é um dos fatores determinantes para o sucesso da recuperação capilar. A condição pode se manifestar de formas variadas e impactar na autoestima, na imagem corporal, na identidade da pessoa e levar até mesmo a uma depressão”, explica o secretário estadual da Saúde, César Neves.
TIPOS – A médica dermatologista do HDSPR, Maisa Aparecida Matico Utsumi Okada, explica que as alopecias são classificadas em dois grupos, e entender em qual deles o paciente se enquadra é o primeiro passo. No caso das alopecias não cicatriciais, o cabelo perdido pode ser recuperado. Os exemplos mais comuns incluem a androgenética, que é uma calvície genética; o eflúvio telógeno, que é a queda acentuada após eventos estressantes ou doenças, e a alopecia areata, que é a perda de fios em áreas circulares.
A androgenética não tem cura, mas tem tratamento que pode amenizar o problema. No caso da alopecia areata, também não há cura, mas pode ser tratada e o cabelo volta a crescer. “Quando a alopecia é temporária, dependendo do caso, existem maneiras de suavizar a queda ou acelerar a recuperação”, relata a dermatologista, que acrescenta que o tratamento deve ser individualizado, considerando perfil do paciente e o agente causador do problema.
No entanto, quando ocorrem as alopecias cicatriciais, o couro cabeludo sofre um processo inflamatório que destrói o folículo piloso e os danos são irreversíveis.
SINTOMAS E CAUSAS – A alopecia pode se manifestar de forma limitada com pequenas falhas, ou difusa, espalhada por toda a cabeça. As causas variam desde a predisposição genética até fatores externos, como o uso excessivo de químicas capilares e penteados muito apertados que tracionam os fios.
Embora cabeleireiros e profissionais de estética sejam aliados importantes na identificação inicial de falhas, muitas vezes percebendo o problema antes mesmo do paciente, a classificação e tratamento devem ser feitos por um médico dermatologista, o profissional capacitado para realizar um diagnóstico assertivo. O tratamento não é padronizado, pois cada organismo e cada tipo de queda exige uma abordagem específica, reafirmando a importância da especialidade neste tipo de acometimento.
SERVIÇO – Para ter acesso ao atendimento médico e, em caso de necessidade, ao tratamento, a população pode procurar as Unidades Básicas de Saúde (UBS) para a especialidade de dermatologia geral. Os atendimentos no Hospital de Dermatologia Sanitária do Paraná são sempre agendados diretamente pelos municípios.
A Secretaria Municipal de Saúde possui acesso ao sistema de agendamento ambulatorial do Estado (CARE/GSUS) e com o encaminhamento do paciente realiza este agendamento nas vagas disponíveis. Desta forma, a recomendação é de que a pessoa sempre vá até a sua unidade de saúde e passe por avaliação pela equipe local.
Fonte: Governo PR
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