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Paraná

Estado capacita gestores municipais sobre importância da sinalização turística

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Gestores municipais de todas as regiões do Estado participaram, nesta quinta-feira (25), de uma qualificação sobre sinalização turística. Foram abordadas a importância das placas e suas características, de acordo com as mensagens que querem passar aos visitantes, além de critérios técnicos.

A capacitação online ocorreu como parte do projeto “Qualifica Setu Gestores Municipais”, da Secretaria estadual do Turismo, que promove encontros mensais com diferentes temas. O objetivo é oferecer informações para que o turismo ocorra de forma mais organizada e com mais qualidade no Paraná.

Para o coordenador de Qualificação do Turismo da Setu, Anderson Muniz Canizella, o projeto gera possibilidades para que os gestores municipais desenvolvam ações de maior impacto em suas regiões. “Quanto mais sinalizado um município ou ponto turístico está, mais visitantes ele atrai. Este é um indicativo que muitas vezes os gestores não se atentam, por isso, consideramos importante promover este tema. A partir do momento em que os gestores investem na sinalização turística, o trabalho de divulgação dos atrativos é potencializado”, disse.

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SINALIZAÇÃO – Para falar sobre o tema deste mês, a reunião contou com a parceria do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR). Os participantes tiveram contato com os principais sistemas utilizados de sinalização – luminoso, sonoro e semafórico –, entre outros, além dos conceitos e parâmetros necessários para criar uma estratégia efetiva na captação de viajantes.

Outro ponto destacado foi a importância de elaborar projetos executivos seguindo critérios técnicos, conforme as regras do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e Detran-PR. Os técnicos da Setu reforçaram que um projeto de sinalização turística precisa receber, também, aprovação e validação da pasta.

“Sentimos essa carência de informações em muitos projetos que recebemos na Secretaria e, diante disso, não conseguimos dar prosseguimento para que as placas sejam instaladas. É muito importante esclarecer dúvidas e mostrar o caminho correto para que o Paraná seja o mais sinalizado e com mais agilidade”, destacou a coordenadora de Gestão e Sustentabilidade da Setu, Anna Vargas.

Fonte: Governo PR

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Paraná

MP implementa fluxo de atendimento a mulheres vítimas de violência

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Acontece no MPPR - Bandeirantes

O Ministério Público do Paraná, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Bandeirantes, implementou na comarca o Fluxo de Atendimento à Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar, com o objetivo de fortalecer a atuação integrada da rede de proteção e agilizar o acesso das vítimas aos serviços necessários para assegurar sua proteção.

A iniciativa surgiu a partir de uma demanda apresentada ao MPPR pela Secretaria de Assistência Social de Bandeirantes, pelo Conselho de Segurança, pela Diretoria da Mulher do município, pela Procuradoria da Mulher da Câmara Municipal e pelo Núcleo Maria da Penha da Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp). Os órgãos relataram dificuldades no atendimento e na proteção integral das mulheres em situação de violência.

A partir da demanda, a 2ª Promotoria de Justiça instaurou procedimento administrativo para estruturar o fluxo e reuniu representantes de diferentes órgãos que integram a rede de proteção. A primeira reunião de sensibilização ocorreu em 10 de agosto e, em 31 de agosto, foi realizada nova reunião, voltada à implementação do fluxo.

Como funciona

De acordo com o Promotor de Justiça Bernardo Marino Carvalho, responsável pela iniciativa, o fluxo de atendimento busca integrar os diferentes serviços que atuam na proteção de mulheres vítimas de violência doméstica e familiar e amplia a comunicação prevista pela legislação. 

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Pela lei, os serviços de saúde públicos e privados devem notificar os casos à Vigilância Epidemiológica, que, por sua vez, comunica a autoridade policial. No fluxo estruturado pelo Ministério Público, além dos serviços de saúde, as Polícias Civil e Militar também passaram a comunicar os casos à Vigilância Epidemiológica, considerando que frequentemente são os primeiros órgãos a ter contato com as vítimas.

A partir dessas comunicações, a Vigilância Epidemiológica aciona imediatamente os demais integrantes da rede de proteção, como assistência social, atendimento psicológico e Ministério Público. Com isso, a identificação do caso não se limita à comunicação à autoridade policial, mas desencadeia uma atuação articulada para oferecer à vítima os serviços necessários, como atendimento social e psicológico, além do acompanhamento pelo Ministério Público.

Os casos comunicados pelas polícias também passam a ser registrados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). Dessa forma, o fluxo contribui não apenas para o atendimento e a proteção das vítimas, mas também para o levantamento de dados mais completos sobre a violência doméstica, auxiliando o planejamento de políticas públicas.

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Articulação da rede

Como parte da implantação do fluxo, em 18 de setembro foi realizada uma roda de conversa na Faculdade Unopar, em Bandeirantes, com a participação do Ministério Público e de outros integrantes da rede de proteção. A atividade teve como foco os estudantes de Psicologia da instituição, que poderão participar do atendimento às mulheres encaminhadas pelos serviços municipais.

Durante o encontro, foram discutidas as possibilidades de atuação da Psicologia no atendimento às vítimas e sua contribuição para que elas possam romper o ciclo de violência doméstica e familiar.

O fluxo implementado em Bandeirantes também resulta de uma experiência que vem sendo desenvolvida em outras comarcas. O mesmo modelo já foi implementado em Terra Roxa e Jaguapitã, com a articulação dos serviços locais de proteção.

A experiência de Jaguapitã também foi apresentada pelo Promotor de Justiça Bernardo Marino Carvalho em um encontro “Mão na massa”, promovido pela Escola Superior do Ministério Público do Paraná, com orientações práticas para integrantes interessados em estruturar fluxos semelhantes em suas comarcas.

Fonte: Ministério Público PR

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