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Complexo Esportivo Tarumã recebe 620 atletas no Abu Dhabi Jiu Jitsu neste domingo

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O Complexo Esportivo Tarumã será sede neste domingo (14) de mais um destacado evento de artes marciais: o Abu Dhabi Jiu Jitsu (AJP) Pro Tour. A Federação Paranaense de Jiu-Jitsu Brasileiro (FPJJB) traz a turnê mundial da modalidade para Curitiba, com apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Esporte (SEES), e espera 620 competidores nas categorias ‘Gi’ e ‘No-Gi’.

A programação de sábado (13) está reservada apenas para as pesagens pré-campeonato dos jiujiteiros, entre 16h e 19h, enquanto no domingo as pesagens acontecem entre 7h30 e 9h, pouco antes das primeiras lutas, marcadas para as 10 horas. O vencedor garante 600 pontos no ranking da AJP.

“Vamos consolidando o maior palco esportivo do Governo do Estado, que é o Complexo Tarumã, como um cenário de grande competição”, diz Clésio Prado, diretor de Fomento e Promoção do Esporte da SEES.

A vice-presidente da FPJJB, Letícia Lalli, afirma que o Tarumã é um celeiro de grandes eventos. “Para mim é o melhor e o maior ginásio, e que nos recebe de portas abertas. O ginásio está bonito e confortável. Esperamos uma grande competição”, complementa.

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O evento estará disponível ao vivo com transmissão diretamente pelo site da AJP AQUI.

CATEGORIAS – Gi é como o quimono é chamado na modalidade, logo, Gi e No-Gi são duas formas de competir no jiu-jitsu brasileiro. O Gi é tradicional, com quimono, e no No-Gi os participantes vestem calções e camisetas.

PARANÁ COMBATE – O torneio de Jiu-Jitsu é mais um que antecede o Paraná Combate, evento de lutas promovido pelo Governo do Estado e que neste ano acontecerá em Pato Branco, em setembro. O Paraná Combate envolve, além do jiu-jitsu, outras nove modalidades: boxe, capoeira, judô, karatê, kickboxing, kung-fu, muay thai, taekwondo e wrestling. Ele é realizado em parceria com as federações das modalidades.

Fonte: Governo PR

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Estudantes de colégio de Campo Largo desenvolvem projetos sustentáveis

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Em diferentes regiões do Paraná, estudantes da rede estadual têm se destacado pelo desenvolvimento de iniciativas voltadas à sustentabilidade, à pesquisa científica e à conscientização ambiental.

Por meio dos Clubes de Ciências do NAPI Paraná Faz Ciência, iniciativa que reúne a Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (Seti), a Fundação Araucária, a Secretaria de Estado da Educação do Paraná (Seed-PR) e universidades estaduais, espaços de pesquisa, inovação e aprendizagem estão mais consolidados. Neles, estudantes transformam conhecimento científico em ações com impacto social e ambiental dentro e fora das escolas.

No Colégio Estadual Casemiro Karman, em Campo Largo, na Região Metropolitana da Curitiba (RMC), 40 estudantes de duas turmas da eletiva do Paraná Integral do Ensino Fundamental II participam do Clube de Ciências Plantando Ideias para um Futuro Sustentável. Eles desenvolveram projetos que unem educação científica, sustentabilidade e impacto social, com destaque para a reciclagem de óleo de cozinha usado. Nem todos os estudantes participam diretamente dos mesmos projetos, pois eles se organizam em grupos de interesse.

Uma das ideias consiste no desenvolvimento de uma linha de produção de sabão sólido e líquido a partir do óleo de cozinha recolhido pela própria comunidade escolar. Ela surgiu a partir de conversas sobre os impactos do descarte incorreto no meio ambiente, especialmente na contaminação da água e do solo.

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A estudante do Clube de Ciências, Erica Veiga, destaca que a participação no projeto mudou hábitos dentro da própria casa e ampliou sua consciência ambiental. Ela também está envolvida na mobilização da comunidade escolar para arrecadação de óleo de cozinha usado, produzindo materiais de conscientização para incentivar as doações.

“Depois que eu entrei no Clube de Ciências e comecei a ter mais contato com o projeto do óleo, eu percebi o quanto o descarte inadequado prejudica o meio ambiente. Antes, a gente descartava no ralo porque não tinha muito conhecimento sobre isso. Depois que me conscientizei, comecei a conscientizar a minha família também, e hoje armazenamos o óleo em garrafas para doar para a escola”, contou.

O material que não é utilizado nas produções dos estudantes é destinado a uma empresa parceira, responsável pelo reaproveitamento na fabricação de glicerina.

Outra iniciativa de impacto é o projeto de vermicompostagem, que utiliza resíduos orgânicos para produção de adubo natural destinado à horta agroecológica da escola. A ideia surgiu do interesse em reduzir resíduos orgânicos e transformar restos de alimentos em adubo natural por meio da ação das minhocas, transformando restos de alimentos em um adubo de alta qualidade para o solo, pois o húmus age muito mais rápido.

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A estudante também participa das atividades relacionadas à vermicompostagem e ressalta o aprendizado adquirido nas ações desenvolvidas pelo grupo. Segundo Érica, uma das experiências mais marcantes foi a elaboração do artigo científico sobre a transformação do óleo em sabão. “Eu me surpreendi com a nossa capacidade de fazer praticamente tudo em equipe”, afirmou. Ela ainda destaca que o clube permitiu compreender, na prática, a importância das minhocas na produção de húmus e no reaproveitamento de resíduos orgânicos para a horta da escola.

As iniciativas ainda estão em fase de desenvolvimento, mas os estudantes já realizaram protótipos das ações desde o ano passado.

Segundo a professora responsável pelo clube, Vanda Gusmão, os projetos surgiram a partir de debates realizados com os estudantes sobre problemas ambientais identificados no cotidiano da comunidade escolar. “Foi um processo colaborativo. Os estudantes pesquisaram temas ligados à sustentabilidade, levantaram problemas ambientais e começaram a discutir possíveis soluções. A partir disso, criamos hipóteses, realizamos testes práticos e planejamos as ações do grupo”, explicou.

Fonte: Governo PR

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