Connect with us


Paraná

Com participação de 13 escolas de Piên, projeto Turismo na Escola chega à RMC

Publicado em

Professores e pedagogos de 13 escolas municipais de Rio Negro, na Região Metropolitana de Curitiba, começam na próxima sexta-feira (5) uma capacitação para atuarem no projeto Turismo na Escola, da Secretaria do Turismo do Paraná. A qualificação é a primeira etapa do desenvolvimento do projeto. Este foi o primeiro Termo de Cooperação do ano.

Os docentes vão aprender sobre relevância do turismo para a economia local e, depois, trabalharão em atividades práticas com mais de 430 alunos do ensino fundamental. Os temas desenvolvidos em sala de aula estarão ligados ao ecoturismo, turismo cultural, turismo religioso, turismo náutico, turismo de aventura, turismo rural, turismo de negócios e eventos, turismo de esportes, pertencimento, gastronomia, e patrimônio histórico e cultural.

O Turismo na Escola incentiva a prática de atividades turísticas e desenvolve a cultura de lazer entre crianças e jovens. O projeto é desenvolvido em parceria com os municípios e as Instâncias de Governança Regionais (IGRs). No ano passado, 1.370 alunos de oito escolas municipais da região turística Vales do Iguaçu (no Sudoeste do Estado) foram impactados com o desenvolvimento de 30 projetos dentro dessa temática.  

Leia mais:  Governador apresenta Paraná a lideranças da Câmara Britânica de Comércio e Indústria

O secretário do Turismo do Paraná, Marcio Nunes, destaca que o principal foco é que os próprios moradores conheçam o potencial turístico da sua região, o que passa pelo olhar dos mais jovens. “O Paraná tem muita cultura, mas pouca cultura turística, e por isso estamos buscando esse aprimoramento nos estudantes. A nossa ideia é começar a formação turística nos jovens para colher bons frutos no futuro”, disse.

INSTITUIÇÕES – As escolas envolvidas no projeto na Região Rotas do Pinhão são municipais e rurais municipais. São elas: Ana Zornig, Professor Celso Catalan, Duque de Caxias, João Braz de Oliveira, João da Silva Machado, Prefeito Mathias Augusto Bohn, Nossa Senhora Aparecida, Olavo Bilac, Vereador Ricardo Nentwig, Professor Venceslau Muniz, Eraldo Germano Plautz, José de Lima, e Paulino Valério.

Fonte: Governo PR

Comentários Facebook

Paraná

Hemepar consolida rede de excelência e bate recordes de doações no Paraná

Published

on

O Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar), unidade vinculada à Secretaria de Estado da Saúde, é a engrenagem que mantém o coração da rede hospitalar paranaense batendo. Para garantir que essa estrutura vital opere de forma ininterrupta, o Governo do Estado fez investimentos contínuos que consolidaram uma rede de excelência e impulsionaram recordes históricos de solidariedade. Desde 2019 até junho de 2026, os aportes na modernização e no custeio do chamado Ciclo do Sangue atingiram R$ 278,9 milhões, sendo R$ 45,6 milhões já executados apenas no primeiro semestre deste ano.

Hoje, a Hemorrede atende 384 hospitais e dá suporte a 96,6% dos leitos do Sistema Único de Saúde (SUS) no Paraná. Para manter essa estrutura funcionando, são enviados diariamente cerca de 700 hemocomponentes para as unidades parceiras, garantindo cirurgias eletivas, atendimentos de urgência, emergências e tratamentos crônicos.

O secretário de Estado da Saúde, César Neves, afirma que o volume contínuo de aportes reflete a prioridade da gestão em garantir a retaguarda de todos os hospitais paranaenses.

“O Hemepar é a espinha dorsal da nossa alta complexidade. Quando investimos no Ciclo do Sangue, não estamos apenas comprando equipamentos de ponta ou modernizando a infraestrutura, mas garantindo que nenhuma cirurgia seja cancelada por falta de bolsas de sangue. É o Governo do Estado fazendo a sua parte estrutural para honrar e dar total segurança à solidariedade do povo paranaense”, disse.

A grande força desse sistema está na sua integração estadual. O engajamento dos voluntários beneficia diretamente todas as regiões, pois o sangue coletado não fica restrito à cidade de origem, sendo distribuído estrategicamente conforme a necessidade assistencial. Na prática, uma doação feita em Curitiba, ou em qualquer outra unidade do Estado, pode salvar a vida de um paciente internado a centenas de quilômetros de distância, assegurando que ninguém fique desassistido.

SEGURANÇA E INOVAÇÃO – Uma análise detalhada da execução orçamentária revela que os investimentos da Secretaria da Saúde cobrem o processo de ponta a ponta: do atendimento ao voluntário até a conservação minuciosa do sangue.

Leia mais:  Reta final: veja como vai funcionar o encontro da parte estaiada da Ponte de Guaratuba

A integridade das bolsas depende da estabilidade térmica. Por isso, o Estado tem empenhado recursos na aquisição de freezeres científicos de baixíssima temperatura (-80°C e -30°C) e refrigeradores de alta performance. Para garantir que não haja falhas, o armazenamento conta com sistemas automatizados de telemetria (como o Sensorweb), que fazem o monitoramento remoto 24 horas por dia de todas as câmaras frias e unidades condensadoras.

No parque tecnológico laboratorial, o modelo de gestão aposta na inovação contínua. Para evitar os custos com a obsolescência de máquinas, o Hemepar mantém contratos de locação automatizada, garantindo equipamentos multiparamétricos de alta performance para testes de sorologia (quimioluminescência), coagulação e hemostasia. Além disso, a manutenção preventiva, corretiva e a calibração periódica dos sistemas asseguram que nenhum equipamento sofra desvios.

CUIDADOS COM O DOADOR – Se a tecnologia de ponta garante a segurança transfusional, o início de todo o processo depende do bem-estar dos voluntários. Para oferecer mais conforto a quem salva vidas, os recursos também são aplicados na modernização contínua do mobiliário clínico, incluindo a renovação e manutenção de cadeiras de coleta automatizadas e ergonômicas.

A recuperação pós-doação também recebe atenção permanente. O Hemepar mantém um fluxo ininterrupto de aquisição e distribuição de kits nutricionais compostos por lanches, sucos e leite integral, assegurando o cuidado completo com o doador em todas as unidades da rede espalhadas pelo Paraná.

A diretora do Hemepar, Vivian Raksa, diz que os recordes recentes de coleta são a resposta direta à união entre humanização no atendimento e tecnologia laboratorial. Segundo ela, o objetivo sempre foi oferecer a melhor experiência possível para quem dedica seu tempo a salvar vidas. Quando o doador encontra uma estrutura acolhedora e moderna, ele se sente seguro para retornar.

“Nós aliamos esse cuidado humano a um parque tecnológico de excelência, o que garante que o sangue doado chegue com qualidade impecável aos hospitais. Ver as doações crescendo ano após ano é a maior prova de que a população confia no nosso trabalho”, afirmou.

Leia mais:  Lottopar autoriza mais uma empresa no mercado regulado de apostas esportivas

E é justamente essa junção de cuidado estrutural e solidariedade que tem impulsionado um crescimento constante e histórico nas doações, comprovando a eficiência do atendimento. Como reflexo direto desse engajamento, o Paraná encerrou 2025 com o melhor desempenho dos últimos três anos, contabilizando 214.377 bolsas de sangue coletadas.

O volume representa um salto de quase 15% na produtividade estadual quando se observa a linha do tempo recente: o Estado saltou de 187.128 bolsas arrecadadas em 2023 para 203.925 em 2024, até atingir o pico no ano passado. E o ritmo solidário segue em alta em 2026. Até o momento, a Hemorrede já contabilizou mais de 87 mil bolsas de sangue, um volume 3% superior ao registrado no mesmo intervalo do ano passado, indicando que a conscientização do paranaense cresce ano após ano.

QUEM PODE DOAR – Para doar é necessário ter entre 16 e 69 anos completos, sendo que os menores de idade precisam obrigatoriamente de autorização formal e da presença do responsável legal. O voluntário também deve pesar no mínimo 50 quilos, estar bem descansado, alimentado e devidamente hidratado, lembrando de evitar qualquer tipo de alimentação gordurosa nas quatro horas que antecedem o procedimento.

A frequência das coletas também deve respeitar prazos de recuperação biológica, permitindo que os homens doem a cada dois meses (com um limite máximo de quatro vezes ao ano) e as mulheres a cada três meses (respeitando o teto de três doações anuais). No momento do atendimento, é obrigatório apresentar um documento oficial de identidade com foto, como carteira de identidade (RG), carteira de conselho profissional, carteira de trabalho, passaporte ou a Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Mais informações sobre as condições de doação, locais de coleta e agendamento prévio podem ser consultadas diretamente na página do Hemepar.

Fonte: Governo PR

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262