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Secretaria do Turismo é reconhecida pelo Prêmio Embaixadores de Curitiba

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A Secretaria do Turismo do Paraná (Setu) recebeu nesta terça-feira (12) um reconhecimento pelo incentivo ao turismo de negócios e eventos em Curitiba. A pasta estadual recebeu a menção honrosa no Prêmio Embaixadores de Curitiba 2023, uma iniciativa do Curitiba e Região Convention & Visitors Bureau (CCVB), entidade de fomento turístico, sem fins lucrativos. O prêmio também contemplou empresários e empresas do setor. O Museu Oscar Niemeyer (MON) também recebeu a menção honrosa.

O reconhecimento se deve à colaboração nas ações do segmento MICE (Meetings, Incentives, Conferences and Exhibitions). Ele contempla reuniões, congressos e exposições e ocupa as primeiras posições entre os que mais aumentaram em termos de faturamento nos últimos anos no País. O segmento também é uma vitrine para a divulgação do Paraná.

Curitiba foi o terceiro destino mais frequente do País em viagens corporativas em 2023, atrás de São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ). Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Salvador (BA), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Campinas (SP) e Goiânia (GO) completam a lista dos dez principais destinos do País no turismo de negócios. Os dados são do levantamento anual da Omnibees, plataforma de tecnologia usada para reservas em mais de 7 mil hotéis.

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O secretário do Turismo em exercício, Beto Costa, afirma que o apoio do Estado aos municípios é fundamental para a consolidação do Paraná como polo desse segmento. “A menção honrosa valida as ações neste segmento”, disse.

Para a diretora-geral da Setu, Camila Aragão, a maior contribuição que o Estado ofereceu ao segmento foi na viabilidade de novos acessos à Capital com a malha aérea e no direcionamento de empresários do setor. “Estamos levando todos os empresários interessados em divulgar seus produtos aos nossos estandes de feiras e eventos para que sejam vistos e consigam mostrar o que têm de melhor. Além disso, mantemos o diálogo constante com companhias aéreas para melhorar a oferta de voos diretos”, comentou.

Segundo a presidente do CCVB, Gislaine Queiroz, as ações do Governo do Estado impactaram diretamente a Capital. “O trabalho de colocar Curitiba em destaque é primordial. Com todas as entidades trabalhando em prol do destino, esse recorte turístico é fortalecido. Hoje temos um Estado inovador nessa área”, relatou.

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PRÊMIO O Prêmio Embaixadores de Curitiba reconhece promotores e realizadores de eventos que trazem público, turistas e fomentam a economia da Capital. A iniciativa premiou realizadores de eventos em Curitiba em quatro segmentos turismo. Foram condecorados realizadores de eventos de Feiras e Negócios, Congresso Técnico-Científico, Evento Corporativo e Evento Esportivo/Cultural.

Fonte: Governo PR

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Ponte de Guaratuba aposenta ferry boat após mais de 60 anos de travessias

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A liberação definitiva do tráfego de veículos pela Ponte de Guaratuba, na manhã deste domingo (3), significou também a aposentadoria do ferry boat que fazia a travessia da Baía de Guaratuba há mais de 60 anos. O serviço iniciou a operação na década de 1960 como uma alternativa para ligar as duas margens da baía, já que o acesso a Guaratuba só era possível por Santa Catarina ou utilizando embarcações menores apenas para pedestres.

O contrato de concessão do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) com a empresa responsável pelo serviço permanece por mais 90 dias. Com o encerramento da travessia, as áreas de entorno, que eram utilizadas para a atracagem, serão fechadas para finalização da obra. “Agora é a aposentadoria do ferry boat. Depois de mais de 60 anos ele está em condições de se aposentar porque as pessoas vão passar por cima da ponte”, disse o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Fernando Furiatti. 

O primeiro ferry boat a fazer a travessia na Baía de Guaratuba é de 1960, criado pelo governador Moisés Lupion. A embarcação, de madeira, media 27 metros de comprimento por 10 metros de largura e contava com dois motores GM de 130 cavalos. A balsa transportava 12 veículos e cerca de 100 pessoas e não comportava ônibus.

Com a construção da ponte, que tem 1.240 metros de extensão e recebeu investimento de R$ 400 milhões do Governo do Estado, as estruturas que abrigam hoje o ferry boat terão nova função. O governo planeja uma revitalização completa do local e construir um complexo náutico para fomentar o turismo no Litoral.

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HISTÓRICO – Antes da implantação do ferry boat, o acesso dos moradores de Guaratuba a Caiobá, às demais praias do Estado e também a Curitiba era muito precário. Era preciso dar a volta por Garuva, em Santa Catarina, usando uma estradinha de terra que ficava praticamente intransitável quando chovia. O asfalto só chegou em 1966. Outra opção, mais rápida, era fazer a travessia por barcos, serviço que era operado por pequenas lanchas da Empresa Balneária, ou tomar ônibus em Caiobá e Matinhos.

De acordo com o DER/PR, a primeira embarcação para o transporte de veículos foi construída pelo imigrante português João Lopes Rodrigues, com motor e material doado pelo Estado, e era semelhante às antigas caravelas portuguesas. Ela foi batizada com o nome de Ayrton Cornelsen, em homenagem ao então diretor do DER/PR.

O serviço foi aprimorado ao longo dos anos, com a modernização e ampliação no número de embarcações e melhorias também nos atracadouros. Atualmente, a travessia era feita  por seis embarcações: os ferry boats Piquiri, Guaraguaçu, Nhundiaquara e os conjugados Balsa Vitória/ Rebocador Inter XV, Balsa Grega II / Rebocador Granfino e Balsa Equip400/Rebocador Sol de Verão.

COMPLEXO NÁUTICO – A previsão é de que as obras do Complexo Náutico de Guaratuba iniciem em 2027 por meio de um contrato de concessão do terreno à iniciativa privada. O prazo de execução é de até cinco anos, mas ele poderá ser antecipado pela futura concessionária a ser contratada.

O projeto vem sendo trabalhado pela Secretaria do Estado do Planejamento (Sepl) desde o ano passado. Ele prevê a construção de um complexo com cerca de 12 mil metros quadrados de área construída, em um terreno de mais de 30 mil metros quadrados – que inclui o atual canteiro de obras da ponte –, com a maior parte destinada ao uso público.

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A marina, principal estrutura do empreendimento, contará com 303 vagas molhadas (para embarcações atracadas na baía) e 400 vagas secas (para embarcações alocadas internamente). Também está previsto estacionamento para 208 veículos, espaços de convivência, lazer e serviços, incluindo restaurantes, lojas e estrutura para eventos.

O investimento será de aproximadamente R$ 100 milhões, por meio da cessão do terreno para a instalação do futuro complexo. As obras deverão ser custeadas pela concessionária do espaço, a ser definida via processo licitatório. Também caberá à empresa vencedora a manutenção do local pelo período do contrato, com duração de 30 anos.

A licitação será feita na modalidade de concorrência pública, o que deve gerar uma economia de R$ 20 milhões para o Estado ao longo das três décadas, segundo os estudos da Sepl, além de garantir maior competitividade entre os interessados. Após a conclusão do projeto, o processo de concessão e a fiscalização do contrato serão conduzidos pela Secretaria da Infraestrutura e Logística (Seil), já que as áreas do ferry boat pertencem ao Estado e são administradas pelo DER/PR.

Fonte: Governo PR

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