Connect with us


Paraná

Unioeste leva pesquisas com cúrcuma e bicho-da-seda para a saúde humana ao Show Rural

Publicado em

A Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) está desenvolvendo ações técnicas e científicas com a proteína do casulo do bicho-da-seda e cúrcuma direcionadas aos tratamentos de doenças, como o controle de doenças reumática, lesão nervosa periféricas, obesidade e queimaduras. As ações fazem parte de pesquisas desenvolvidas no Programa de Mestrado e Doutorado em Biociências e Saúde da Unioeste, no Campus de Cascavel. Elas está sendo apresentadas no Show Rural ao lado de uma série de outras iniciativas da instituição.

Os estudos são desenvolvidos por professores e técnicos no Laboratório de Biologia Estrutural e Funcional da Unioeste, em parceira com a Universidade Estadual de Maringá (UEM), Unesp de Rio Claro, Unipampa e Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Com o bicho-da-seda, o projeto visa pesquisar formas de ação e prevenção de doenças que atacam a cultura e que trazem prejuízos para toda a cadeia produtiva e os efeitos biológicos de uma proteína extraída do casulo, a sericina, em doenças que comprometem a saúde humana. Além disso, objetiva a promoção de conhecimento sobre a cadeia sericícola, que tem o Paraná como protagonista global.

A professora doutora Lucinéia de Fátima Chasko Ribeiro explica que o projeto tem um objetivo de longo alcance. “Além do enfoque na sericicultura, o uso da sericina que é descartada no processo industrial do fio de seda pode representar um valor agregado na industrialização da seda e também estamos estudando o potencial curativo para queimaduras de pele”, afirma.

Leia mais:  Com 19 medalhas, Paraná lidera Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia

Já a outra linha de pesquisa busca entender os efeitos biológicos da cúrcuma em modelo de artrite reumatoide e em suas comorbidades associadas.

A professora conta que, como a artrite é uma doença sem cura, é de extrema importância buscar alternativas para o seu controle. A cúrcuma pode ser uma alternativa. “Verificamos que a suplementação com este fitoterápico aliado à prática de exercícios físicos melhora os aspectos morfofuncionais da artrite reumatoide experimental”, afirma.

Outros estudos globais sugerem que a curcumina, componente da cúrcuma, pode ter benefícios em inúmeras patologias, incluindo câncer, problemas de pele (psoríase), doença de Alzheimer, doenças intestinais, inflamatórias, autoimunes e dores crônicas.

OUTRAS AÇÕES – Entre as outras iniciativas levadas à feira está o  projeto EnvCity, coordenado por professores da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e do Programa de Pós-Graduação em Computação (PPGComp) da Unioeste. O aparelho monitora a concentração de monóxido de carbono (CO), ozônio, dióxido de enxofre (SO2), dióxido de nitrogênio (NO2) e material particulado no ar. Esse monitoramento acontece em tempo real.

Leia mais:  MPPR em Ponta Grossa realiza ação de fiscalização para verificar cumprimento de legislação de proteção ao consumidor em estabelecimentos comerciais

Outras iniciativas são a apresentação de um carro movido a hidrogênio verde, desenvolvido em parceria com o Governo do Estado do Paraná, o Parque Tecnológico Itaipu e a Itaipu Binacional, e do do projeto de transformação de um transportador agrícola, tipo “trator”, originalmente construído com motor a combustão, em um equipamento com motorização elétrica.

O estante da Unioeste ainda conta com a apresentação do Paraná Mais Orgânico. É um programa da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (Seti), vinculado a todas as universidades estaduais, ao Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná-Iapar-Emater (IDR-Paraná) e o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar). Ele certifica sistemas orgânicos da agricultura familiar.

Fonte: Governo PR

Comentários Facebook

Paraná

Polícia Civil do Paraná realiza primeiro curso de imobilizador tático policial do Brasil

Published

on

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) realizou neste mês de abril o primeiro curso de imobilizador tático policial do Brasil para Polícia Judiciária. A formação, que teve foco em técnicas de imobilização e emprego de algemas, contou com a participação de 21 agentes de diferentes instituições de segurança pública do País. O curso foi promovido pelo Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre) e a Escola Superior da Polícia Civil do Paraná (ESPC).

Segundo o delegado-chefe do Tigre, Thiago Teixeira, a capacitação teve como objetivo padronizar e profissionalizar o uso de algemas, além de estabelecer a adequação técnica da função de imobilizador tático na célula tático policial.

Ele explicou que esta é a primeira iniciativa do país realizada no âmbito da Polícia Civil com esse modelo de instrução, voltado à realidade operacional da Polícia Judiciária. “A proposta é ampliar a aplicação da função dentro da Polícia Civil, de modo que, no cumprimento de mandados, haja sempre um policial designado como imobilizador tático, responsável pela execução técnica da contenção durante as operações”, diz.

Leia mais:  Nova unidade da Polícia Científica em Ponta Grossa vai fortalecer perícias nos Campos Gerais

O curso reuniu integrantes da Polícia Civil do Paraná, Polícia Militar de Minas Gerais, Polícia Civil de Goiás, Polícia Civil do Rio Grande do Sul, Grupo de Pronta Intervenção da Polícia Federal, Núcleo Especial de Polícia Marítima da Polícia Federal e Serviço de Operações Especiais da Polícia Penal do Paraná.

As instruções foram ministradas por policiais do Tigre, da PCPR, e do Grupo de Intervenção Rápida da Polícia Penal de São Paulo, com foco na aplicação técnica de procedimentos de algemação, na padronização operacional e na atuação do imobilizador tático dentro da célula policial.

Os participantes receberam formação para atuar como multiplicadores da técnica base de algemação, o que permite a disseminação do conteúdo em delegacias, unidades operacionais e instituições de segurança pública de diferentes estados.

A iniciativa estabelece um modelo de padronização técnica que amplia o alcance dos procedimentos operacionais para além da corporação paranaense, permitindo a expansão para outras forças de segurança pública no país.

Leia mais:  Estado e MPPR vão capacitar 700 universitários em transparência e controle social

“A realização do curso representa a primeira formação deste tipo no âmbito da Polícia Judiciária brasileira e estabelece uma referência para a qualificação técnica de procedimentos ligados à imobilização e algemação em operações policiais”, explica o delegado.

Ele ressaltou, ainda, que a padronização desses procedimentos busca ampliar a segurança do policial durante abordagens, fortalecer a base técnica das ações operacionais e assegurar respaldo jurídico na execução das atividades.

Fonte: Governo PR

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262