Paraná
Confira o calendário acadêmico das universidades estaduais do Paraná para 2024
As universidades estaduais de Londrina (UEL), Maringá (UEM) e do Centro-Oeste (Unicentro) retomaram as atividades acadêmicas neste mês de janeiro, reunindo aproximadamente 41 mil estudantes do ensino superior. As instituições de ensino superior seguem com atividades e aulas do ano letivo de 2023 e estão em processo de regularização do ano acadêmico com o ano civil. Com a pandemia, as universidades suspenderam as atividades práticas desenvolvidas nas disciplinas, o que provocou alterações nos calendários.
Na UEL, as disciplinas previstas para o 2º semestre de 2023 começaram na segunda-feira (22). De acordo com o calendário previsto para os cursos de graduação, aprovado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe), o ano letivo 2023 encerra em 25 de maio. Já o ano letivo 2024 começa em 17 de junho e termina em 28 de fevereiro de 2025.
Na Unicentro, as aulas também foram retomadas na segunda-feira (22) com a continuidade do segundo semestre de 2023, que encerra no dia 15 de março. O ano letivo 2024 inicia em 8 de abril e encerra no mês de dezembro. Dessa forma, o ano letivo e civil estarão ajustados em 2025.
Na UEM, as aulas começaram em 8 de janeiro e seguem até 4 de abril, data em que encerram as atividades do ano letivo 2023. O calendário de 2024 está em fase de elaboração e passará pela análise do Conselho Universitário da instituição nas próximas semanas.
Em 1º de fevereiro as universidades estaduais do Oeste do Paraná (Unioeste), do Norte do Paraná (UENP) e a do Paraná (Unespar) iniciam as aulas. Na Unioeste o ano letivo de 2023 encerra em 4 de junho. O calendário deste ano será analisado pelos conselheiros do CEPE para aprovação ou ajustes. Para algumas turmas de diferentes cursos há um calendário específico disponível AQUI.
Na UENP os estudantes finalizam o ano letivo de 2023 em 13 de março. O período de 2024 terá início em 8 de abril se estendendo até 22 de fevereiro de 2025. A Unespar encerra o calendário 2023 em 9 de março. O ano letivo 2024 começa em 1º de abril e finaliza em 15 de fevereiro de 2025. Porém, para os cursos do câmpus de Paranavaí que são realizados em Loanda as aulas de 2023 encerram em 29 de junho e o ano letivo de 2024 está com cronograma de aulas e atividades previsto para o período de 11 de março a 14 de dezembro de 2024.
A UEPG foi a primeira universidade estadual que readequou as atividades acadêmicas e encerrou o ano letivo de 2023 em dezembro do mesmo ano. O ano letivo de 2024 terá início em 19 de fevereiro.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional determina que na educação superior o ano letivo deve ter, no mínimo, 200 dias de trabalho acadêmico efetivo. Os calendários das universidades estaduais são aprovados pelos Conselhos de Ensino, Pesquisa e Extensão de cada instituição. O documento é o cronograma que regulamenta as horas de aulas e atividades e também orienta os professores e alunos por meio das datas e prazos estabelecidos.
REDE ACADÊMICA – O Sistema de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná é formado por sete universidades estaduais, com câmpus localizados em todas as regiões do Estado. Somadas as ofertas de todas as universidades, são 445 cursos de graduação, 209 de mestrado e 119 de doutorado. O Paraná tem 75.147 estudantes matriculados nas universidades. Na graduação são 63.591, nos mestrados 6.366 e 4.222 nos cursos de doutorado.
Fonte: Governo PR
Paraná
Família de paciente que recebeu polilaminina destaca estrutura e agilidade do Estado
Os pais da jovem Ana Beatriz Cruz, que recebeu a aplicação da polilaminina no Hospital do Trabalhador, em Curitiba, entre a noite de terça-feira (16) e a madrugada desta quarta-feira (17), destacaram o apoio recebido do Governo do Estado durante o atendimento da filha na unidade hospitalar que é gerida pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) e referência no atendimento de traumas.
Ana Beatriz está internada no Hospital do Trabalhador desde o último sábado (13), quando foi atingida por um galho de árvore enquanto passeava com a família em Curitiba. Ela deu entrada na unidade em estado gravíssimo, com risco iminente de morte.
A mãe, Vanessa Stubinski, contou que após o incidente, ficou em choque sem saber o que fazer. No primeiro momento, ligou para o ex-marido, que mora em São Paulo, em busca de apoio e também para ver se o plano de saúde de Ana cobriria o atendimento necessário. Mas não foi necessário, pois a jovem foi encaminhada ao Hospital do Trabalhador, com o atendimento realizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). De imediato, Ana Beatriz passou por uma cirurgia.
“No sábado foi aquela sensação de achar que ela não ia conseguir sobreviver. Com fé, sabia que as coisas iriam acontecer. Eu fiquei desesperada e liguei para o pai dela, porque eu achava que não daria conta sozinha e também para ver a questão do plano de saúde. O plano de saúde dela nem atenderia aqui em Curitiba e não teríamos como levar para São Paulo e arcar com o custo que seria altíssimo”, explicou Vanessa. “Quando chegamos aqui, ela já foi encaminhada, atendida e em menos de 12 horas fez a cirurgia. Foi quando comecei a respirar aliviada, mas até que veio a constatação de que ela havia perdido o movimento das pernas”, completou.
Após isso, os médicos do HT comentaram com a família sobre o tratamento com a polilaminina, a unidade, inclusive, realizou a primeira aplicação da proteína em Curitiba no mês de março. Os médicos deram o apoio para que a família fizesse contato com a equipe de pesquisadores e realizasse o trâmite junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que Ana Beatriz pudesse receber o tratamento experimental. A polilaminina é uma terapia experimental desenvolvida por pesquisadores brasileiros para o tratamento de lesões medulares agudas. Ela é desenvolvida a partir da laminina, proteína que já existe no corpo humano e é encontrada em grande quantidade na placenta.
“O médico nos falou da proteína, que já havia sido aplicada aqui e que aqui era o melhor hospital para ela estar naquele momento na situação em que ela se encontrava. Tivemos o apoio do hospital e também o avião do Estado que foi buscar a equipe e a proteína. Achei incrível a prontidão em atender ela, fazer toda essa movimentação, a rapidez e eficiência no tempo hábil para aplicação da proteína. Só tenho a agradecer. Nossa expectativa está alta e a gente é muito grata ao hospital e ao Estado por ter prestado todo esse apoio para gente. Não ficamos desamparados em nenhum momento”, destacou Vanessa.
A mesma opinião tem o pai de Ana Beatriz, Tiago Cruz, que falou de todo atendimento recebido pelo Estado e assistência de todos os profissionais do Hospital do Trabalhador. “Os médicos explicaram certinho todo o procedimento, tivemos toda a assistência do hospital. Fiquei surpreso de forma positiva. Só temos a agradecer todo o apoio e ao próprio governador Ratinho Junior que liberou a aeronave. Fico bem grato por essa agilidade e atendimento”, disse.
POLILAMININA – A polilaminina é uma terapia experimental desenvolvida por pesquisadores brasileiros para o tratamento de lesões medulares agudas. O procedimento integra o Programa de Acesso Expandido (Uso Compassivo), autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), enquanto seguem os estudos clínicos para avaliação da segurança e da eficácia da substância. No Brasil, 87 pacientes já receberam a proteína, sendo 17 no Paraná.
Fonte: Governo PR
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