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Segunda fase do Verão Maior Paraná terá mais policiais civis no Litoral e região Noroeste

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A Polícia Civil do Paraná realizou uma reunião com os policiais civis que atuarão na segunda fase do Verão Maior Paraná nesta quarta-feira (17), em Matinhos, no Litoral. A ação fecha o ciclo de capacitação ofertada para servidores que atuarão na temporada, iniciada na última quinta-feira (11) na Escola Superior de Polícia Civil, em Curitiba.

O ciclo de aprendizado reforça a capacitação dos policiais civis, além de dar orientações gerais sobre o trabalho. As aulas envolveram procedimentos de polícia judiciária, preenchimento de planilhas e também a transição do armamento para as pistolas italianas. O Verão Maior Paraná iniciou no dia 16 de dezembro de 2023 e se estende até o dia 18 de fevereiro.  

Cerca de 260 policiais civis serão acrescentados ao efetivo no Litoral nesta fase. Na primeira foram 230, ou seja, são 30 a mais, levando em conta as escalas de apoio aos finais de semana. Delegados, agentes de polícia judiciária e papiloscopistas atuarão nos municípios de Guaratuba, Matinhos, Pontal do Paraná, Antonina e Morretes, no Litoral, e em Porto Rico, na Costa Noroeste. 

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“A primeira fase foi bem avaliada. Recebemos diversos elogios da forma com que os policiais têm se portado em relação ao atendimento e agilidade. A gente espera que nessa segunda fase nós tenhamos uma continuidade”, afirma o delegado Fábio Amaro, coordenador do Verão Maior Paraná pela PCPR.

TROCA DE ARMAMENTO – Os policiais que atuarão no verão receberam um novo armamento. A pistola Beretta APX, calibre 9mm, foi entregue durante o curso de capacitação. Os servidores receberam instrução de manutenção e praticaram tiro. Os agentes de polícia judiciária também receberam munições, coldre velado e coldre operacional.  

VERÃO MAIOR PARANÁ – O Verão Maior Paraná reúne uma série de ações voltadas aos veranistas e moradores dos municípios do Litoral, além de Porto Rico e São Pedro do Paraná, no Noroeste. São atividades esportivas e de lazer que englobam aulas de ginástica, dança, caminhadas, recreação infantil, shows, torneios e competições nacionais e internacionais, programação inclusiva e educação ambiental. A agenda completa pode ser consultada no site www.verao.pr.gov.br.

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Fonte: Governo PR

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Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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