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PCPR na Comunidade atende mil pessoas em Porto Amazonas

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) levou serviços de polícia judiciária e orientações para mil pessoas durante o PCPR na Comunidade, que aconteceu nos dias 28, 29 e 30 de novembro, em Porto Amazonas, nos Campos Gerais. A ação contou com a participação da Prefeitura Municipal. 

Durante o evento, os policiais civis repassaram orientações sobre como realizar denúncias, prevenções e quais as medidas que podem ser tomadas ao ser vítima de um crime. Além disso, foram ofertados os serviços de registro de boletim de ocorrência e emissão de atestados de antecedentes criminais.

Foram confeccionadas 442 carteiras de identidade. A disponibilização dos serviços visa ajudar a população mais carente e com dificuldade de acesso aos serviços da PCPR, aproximando a instituição da comunidade.

De acordo com o coordenador do projeto, João Mario Goes, o PCPR na Comunidade, a edição foi um sucesso.

“Foram mais de mil pessoas atendidas, sendo que 727 participaram de palestras sobre violência infantil, tráfico de drogas e dicas para a prevenção de golpes digitais. Também confeccionamos carteiras de identidade e conseguimos atingir um número de 442 RGs emitidos para a população de Porto Amazonas”.

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Segundo a secretária da Educação de Porto Amazonas, Emília Morgado Salgado, a ação abordou temas importantes envolvendo a cidadania da população e a orientação aos alunos. “Nossa gratidão à atuação. As crianças ficam atentas, preocupadas com as situações, prestam atenção no que pode e no que não pode. Então, muito, muito obrigada por esse apoio. Agradecemos de muito”.

PALESTRAS – Durante o evento, ainda foram ofertadas palestras sobre combate às drogas, prevenção ao abuso sexual infantil, crimes cibernéticos e prevenção aos golpes digitais. Ao todo foram três ações voltadas para alunos e idosos, as ações foram ministradas por investigadores e delegados da PCPR.

O delegado em Palmeira, Rodrigo Siqueira, conta que o evento trouxe atrações para diversos públicos. “As palestras foram um dos mais variados temas e públicos. Tivemos sobre prevenção aos estelionatos, prevenção às fraudes eletrônicas, cibercrimes, prevenção à violência doméstica e também prevenção ao tráfico e o uso de entorpecentes. Essas palestras são de suma importância, uma vez que refletem em prol da segurança pública”.

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PCPR NA COMUNIDADE – O PCPR na Comunidade é um programa que ocorre regularmente em todo o Paraná. O objetivo é levar serviços de polícia judiciária à população, promover atendimento humanizado, auxiliar na identificação de possíveis vítimas e na conclusão de investigações, além de fortalecer a eficiência na prestação do serviço público e representar a instituição em atividades em prol da sociedade.

Fonte: Governo PR

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MPPR cumpre mandados de prisão contra dez pessoas denunciadas por crimes ligados a loteamentos clandestinos rurais em Campo Magro e Almirante Tamandaré

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O Ministério Público do Paraná cumpriu nesta semana dez mandados de prisão contra pessoas denunciadas na Operação Fundo Falso, investigação conduzida pela 5ª Promotoria de Justiça de Almirante Tamandaré, em conjunto com o Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que apura atuação de organização criminosa na prática de diversos crimes relacionados à comercialização de loteamentos irregulares em imóveis rurais.

Entre os denunciados e alvo de um dos mandados de prisão, está um vereador do município de Campo Magro, na Região Metropolitana de Curitiba, apontado como um dos líderes do grupo criminoso. As ordens judiciais foram cumpridas nesta quarta-feira, 16 de setembro, com o apoio do Núcleo de Curitiba do Gaeco. Dos dez alvos, três ainda não foram localizados e são considerados foragidos. O pedido para a decretação das prisões preventivas foi feito pelo Ministério Público na ocasião do oferecimento da denúncia, no dia 25 de agosto último.

De acordo com as apurações sobre os fatos, o grupo atuava de forma organizada para as práticas ilícitas, que consistiam na permanente busca ativa por imóveis rurais, predominantemente nos municípios de Campo Magro e Almirante Tamandaré, em especial imóveis sem incidência de atos ostensivos de exercício de posse pelos seus proprietários, ou imóveis de propriedade de pessoas idosas ou em processo de inventário. Em seguida, os investigados atuavam para obter informações e cópias de documentos de suas matrículas e registros e de eventuais certidões de óbito dos proprietários. Eram feitas simulações de vendas desses imóveis para intermediários, com a falsificação de documentos, e, a partir destes, a comercialização dos loteamentos irregulares.

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Para a manutenção das condutas criminosas, que, segundo as apurações, estão em curso desde 2021, os envolvidos praticavam ameaças e outros atos intimidatórios frente aos reais proprietários ou a pessoas que descobriam o esquema criminoso.

Outro aspecto identificado a partir das apurações foi o de que o grupo se valia da posição ocupada pelo vereador em Campo Magro para viabilizar a realização de obras públicas nos referidos locais onde fracionavam ilegalmente os imóveis rurais, além da obtenção de informações privilegiadas e antecipadas sobre as fiscalizações a serem realizadas pela municipalidade ou de interferência para impedir fiscalizações. As condutas denunciadas foram identificadas a partir de extensa análise de provas colhidas em fases anteriores da operação, incluindo trocas de mensagens de texto e áudios que comprovam as práticas apuradas.

Foram identificados, pelo menos, quatro loteamentos clandestinos nos municípios de Almirante Tamandaré e Campo Magro. Além dos dez integrantes da organização criminosa, houve oferecimento de denúncia em face de outras duas pessoas investigadas por participações no esquema ilícito, as quais tiveram determinadas judicialmente a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão. Também foram requeridas medidas cautelares pelo Ministério Público para o fim de bloquear os bens dos denunciados, o que igualmente foi deferido pelo Juízo.

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Processo 0007837-42.2025.8.16.0024

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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