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Pesquisadores paranaenses levam ciência e inovação a crianças nas férias escolares

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As equipes do Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação (Napi) Manna Academy aproveitam as férias escolares para levar o mundo da ciência e da tecnologia a crianças e adolescentes de escolas públicas. Muitas atividades ofertadas para os estudantes envolvem as tecnologias exponenciais, ou seja, aquelas que permitem desenvolvimento acelerado e podem mudar a vida das pessoas, como a Internet das Coisas (IoT), a Inteligência Artificial (IA), os Chips da microeletrônica, a Internet das Coisas Robóticas (IoRT), a Internet dos Drones (IoD) e o Metaverso.

O Napi Manna Academy tem o apoio do Governo do Estado, por meio da Fundação Araucária, e reúne os pesquisadores que formam o Manna Team – projeto surgido na Universidade Estadual de Maringá (UEM) que busca inserir crianças e adolescentes no campo da ciência e tecnologia, em especial alunos de escolas públicas e em situação de vulnerabilidade social.

Aprender a pilotar drones foi uma das ações que mais divertiu as crianças e adolescentes que já receberam projeto, em Maringá e Cianorte. Nas próximas semanas o Manna Academy segue para Paranavaí, Campo Mourão e Jandaia do Sul. Em todas as atividades, o Manna prioriza o engajamento com ações de estímulo ao desenvolvimento de habilidades e competência (softs skilss) e espírito empreendedor.

“Em janeiro e fevereiro, a teia Manna Team torna-se exponencial e altamente conectada, uma vez que estudantes de diferentes escolas se encontram e se reconhecem como cientistas. Além de experimentar tecnologias, aprendem sobre a rotina dos pesquisadores e dos laboratórios, sobre os cuidados com o mundo virtual, desenvolvem projetos de inovação e pensam sobre o futuro”, comenta a articuladora do Napi, Linnyer Beatrys Ruiz Aylon.

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Entre as atividades ofertadas nas férias escolares está o projeto “Escola de Cientistas”, em que as crianças ficam uma semana em imersão com as equipes do Manna dentro das universidades e recebem mentoria. Elas também participam de bootcamps (eventos imersivos e práticos) de tecnologias exponenciais, pensamento científico, computacional e crítico e se sentem parte do time porque assumem as credenciais de cientistas.

Segundo Tiago Madrigar, um dos organizadores das atividades de férias, mais de 200 horas já foram dedicadas ao desenvolvimento de materiais didáticos e à elaboração da proposta pedagógica. “A expectativa é envolver mais de 500 estudantes e professores em mais de 300 horas de atividades. O papel dos mentores – que incluem acadêmicos de diferentes cursos, mestrandos, doutorandos, pós-doutorandos e bolsistas de iniciação científica – é fundamental, estabelecendo uma ponte entre estudantes de escolas públicas e universidades”, ressalta.

O Manna Academy envolve também o projeto “Cientistas nas escolas e em todo lugar”. Com esta ação, os pesquisadores da pós-graduação e bolsistas de iniciação científica vão para as escolas, instituições de apoio a vulneráveis e indígenas, ou espaços públicos para realizar palestras, desafios de inovação tais como hackathons e atividades que estimulam o despertar de habilidades e o pensar o futuro.

DIVERSÃO – Os estudantes Miguel Cabrera Marangon Reis, da Associação Rainha da Paz, que atende adolescentes em situação de riscos e vulnerabilidade social em Cianorte, e Arthur Nogueira Angelotti, do Colégio Santa Cruz, de Maringá, ambos com 10 anos, gostaram de tudo o que viram no curso. “Foi divertido fazer o projeto, conhecer colegas novos e aprender sobre computação e drones. A parte de criar um jogo de drone foi a melhor para mim”, disse Miguel. “Conseguir fazer um backflip com um drone foi uma das experiências mais legais que tive”, comentou Arthur.

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Gustavo Plez Bordini de Andrade, 11 anos, da Escola Municipal Lídia Usuy Ohi, de Cianorte, achou muito interessante o curso que participou. “Aprender a pilotar drones foi um desafio, mas agora eu sei e acho isso incrível. Quero aprender mais”, afirmou. Pilotar drone também foi o que mais chamou a atenção de Sofia Milani da Costa, 9 anos, da Escola Municipal Lucia Moro, de Maringá. “Foi uma experiência nova e mais fácil do que eu pensava. Aprendi muito aqui e estou feliz por ter participado”, disse.

Estudantes e escolas podem solicitar adesão ao Ecossistema Manna durante o ano todo. O primeiro passo é entrar em contato pelo site manna.team.

CURSOS – O Napi Manna Academy também vai ministrar cursos de Inteligência Artificial e de Segurança em Tecnologia da Informação para integrantes do Gaeco – Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado.  Novas turmas dos cursos de IA e Segurança serão abertas ao público em geral em Maringá e Paranavaí. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo link no site manna.team. As vagas são limitadas.

Fonte: Governo PR

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Gaeco de Londrina denuncia 49 pessoas investigadas na Operação Panóptico, que apura organização criminosa com atuação nacional a partir de presídios

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O Ministério Público do Paraná denunciou nesta quarta-feira, 26 de agosto, 49 pessoas investigadas a partir da Operação Panóptico, que investiga organização criminosa armada com atuação em âmbito nacional a partir de presídios. Os fatos criminosos foram narrados em seis denúncias oferecidas pelo Núcleo de Londrina do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

Áudio do Promotor de Justiça Leandro Antunes Meirelles Machado

Foram imputados aos denunciados o crime de favorecimento ao domínio social estruturado, previsto no artigo 3º da Lei 15.358/2026, a chamada Lei Antifacção, e o de integrarem organização criminosa (Lei 12.850/2013). A Operação Panóptico foi deflagrada em 15 de junho último, quando foram cumpridos 304 mandados de prisão e 255 de busca e apreensão em quatro estados: Paraná, São Paulo, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.

As denúncias oferecidas derivam do compartilhamento de provas produzidas no âmbito das operações Alvorada e Libertatem, deflagradas originalmente pelo Núcleo de Umuarama do Gaeco.

A partir das informações e provas compartilhadas, foi possível mapear e identificar os membros responsáveis pela atuação territorial, logística e financeira que compunham a chamada “Região 43”, cuja cidade-polo é Londrina, inclusive integrantes de alto escalão da organização criminosa investigada. Além de Londrina, as investigações da Operação Panóptico envolveram os outros nove núcleos regionais do Gaeco.

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Antes do oferecimento das denúncias, o Juízo de Garantias da 2ª Vara Criminal de Londrina já havia decretado a prisão preventiva de todos os investigados, a pedido do Gaeco de Londrina.

Atuação conjunta – A realização da Operação Panóptico em âmbito estadual foi possível graças à atuação conjunta dos dez núcleos do Gaeco com a Secretaria de Estado da Segurança do Paraná, por meio das  polícias Militar, Civil, Penal e Científica.

Processo 0027259-96.2026.8.16.0014 (PIC MPPR-0078.26.002446-4)

Processo 0046303-04.2026.8.16.0014 (PIC MPPR-0078.26.004352-2)

Processo 0046305-71.2026.8.16.0014 (PIC MPPR-0078.26.004353-0)

Processo 0046307-41.2026.8.16.0014 (PIC MPPR-0078.26.004351-4)

Processo 0065409-83.2025.8.16.0014 (PIC MPPR-0078.25.005834-0)

Processo 0046287-50.2026.8.16.0014 (PIC MPPR-0078.26.004354-8)

Matéria anterior:

15/06/2026 – Gaeco deflagra megaoperação contra o crime organizado, com o cumprimento de 559 mandados no Paraná e mais três estados

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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