Connect with us


Paraná

Paraná apresenta programas no 70° Fórum Nacional de Habitação, no Rio de Janeiro

Publicado em

Os programas habitacionais do Paraná atraíram a atenção de outros estados e foram tema de discussões durante a 70ª edição do Fórum Nacional de Habitação de Interesse Social. O evento aconteceu entre os dias 29 de novembro e 1º de dezembro no Rio de Janeiro e reuniu cerca de 400 gestores públicos estaduais, municipais e do governo federal, empresários e especialistas ligados ao setor de forma presencial. O fórum também foi acompanhado por um público de aproximadamente mil pessoas via transmissão online.

O objetivo do evento, organizado pela Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos de Habitação (ABC), é estimular o compartilhamento de informações sobre planos e programas governamentais, fortalecimento da interlocução entre os agentes públicos para fortalecimento da habitação de interesse social no Brasil.

O presidente da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), Jorge Lange, que atualmente também preside o Fórum Nacional de Secretários de Habitação e Desenvolvimento Urbano, detalhou o trabalho do Governo do Estado no âmbito do programa Casa Fácil Paraná.

“Foram apresentados vários cases de sucesso de todo o Brasil. No nosso caso, mostramos os nossos programas, que inclusive já vem sendo replicados pelo resto do País. E, dessa forma, vamos adquirindo conhecimento e transferindo as experiências dos programas do Estado do Paraná para os demais”, afirmou Lange.

Leia mais:  Ministério Público do Paraná em Campo Largo realizará atendimento descentralizado à população em Balsa Nova nesta sexta-feira, 27 de março

Criado pelo poder executivo estadual em 2019, o Casa Fácil foi transformado em política permanente de Estado por meio da lei estadual 20.394/2020, posteriormente regulamentada pelo decreto estadual 7.666/2021. Em menos de três anos, mais de 32 mil famílias paranaenses conseguiram comprar uma casa própria com a ajuda do programa, com investimentos que somam R$ 480 milhões.

Os recursos foram usados para custear R$ 15 mil de entrada por imóvel a famílias com renda de até três salários mínimos em financiamentos da Caixa Econômica Federal, que também contou com a parceria das construtoras. Devido ao sucesso do programa junto à população e à iniciativa privada, o governador Carlos Massa Ratinho Junior lançou uma segunda etapa cuja meta é atender mais 40 mil famílias até o fim de 2026.

Além de aumentar o número de unidades contempladas com o desconto estadual, a Cohapar ampliou o subsídio por família para R$ 20 mil e o público-alvo do programa para aqueles com renda familiar mensal de até quatro salários mínimos.

Leia mais:  Celepar promove inclusão das pessoas com deficiência por meio da tecnologia

Outra iniciativa apresentada pela Cohapar durante o Fórum Nacional de Habitação foi o programa Escritura na Mão, que consiste em projetos de regularização fundiária a família de baixa renda. O diagnóstico é feito em parceria com os municípios e o serviço de documentação é executado pro empresas especializadas contratadas via licitação, sem custo aos beneficiários.

PROGRAMAÇÃO – O evento também contou com uma feira de exposição de sistemas construtivos industrializados e a montagem de casas pelas empresas patrocinadoras. No último dia, foi realizada uma premiação, com entrega do “Selo de Mérito” para as iniciativas e ações de governos estaduais e municipais consideradas de sucesso e inovadoras.

Fonte: Governo PR

Comentários Facebook

Paraná

Ministério Público do Paraná denuncia 15 pessoas investigadas na “Operação A Rede” por organização criminosa, fraudes bancárias e lavagem de dinheiro

Published

on

O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Ponta Grossa do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia contra 15 pessoas investigadas por integrarem uma organização criminosa de atuação nacional responsável pela prática de fraudes bancárias eletrônicas e lavagem de dinheiro. Os crimes foram apurados no âmbito da Operação A Rede.

Áudio do Promotor de Justiça Antônio Juliano Souza Albanez

De acordo com a denúncia, que já foi recebida pela Justiça, o grupo criminoso mantinha uma falsa central telefônica instalada em Ponta Grossa, a partir da qual aplicava golpes em correntistas de instituições financeiras de todo o país. Além do contato telefônico com as vítimas, os investigados utilizavam páginas falsas na internet e links maliciosos para obter dados bancários e acessar indevidamente as contas, desviando valores expressivos.

Prejuízo – As investigações identificaram, entre agosto de 2024 e outubro de 2025, ao menos 11 vítimas residentes em diferentes estados da federação, entre eles São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Goiás, Maranhão e Amazonas. Somente no período investigado, o prejuízo causado ultrapassa R$ 1,4 milhão.

Leia mais:  Ministério Público do Paraná em Campo Largo realizará atendimento descentralizado à população em Balsa Nova nesta sexta-feira, 27 de março

Os denunciados foram acusados pelos crimes de organização criminosa, furto qualificado mediante fraude eletrônica e lavagem de dinheiro. No caso das lideranças do grupo, as penas máximas cominadas aos delitos imputados podem superar 12 anos de reclusão.

Reparação de danos – Na denúncia, o Ministério Público também requereu a fixação de valor mínimo para reparação dos danos causados às vítimas. Como medida para assegurar o ressarcimento dos prejuízos e eventual perdimento de bens, a Justiça já determinou o bloqueio de veículos, imóveis e contas bancárias dos denunciados.

Atualmente, quatro investigados permanecem presos preventivamente e um dos apontados como líder da organização criminosa encontra-se foragido.

Processo 0005586-66.2025.8.16.0019.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262