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​Jornal Cândido de novembro traz especial sobre a Geração de 1945 no Uruguai

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A edição de novembro do Jornal Cândido explora, em seu especial de capa, a história da Geração de 45 no Uruguai, que promoveu uma consciência crítica e social que reverbera até hoje na literatura latino-americana, apesar de pouco conhecida no Brasil. Nomes como Amanda Berenguer, Armonía Somers, Ida Vitale, Idea Vilariño, Juan Carlos Onetti, Mario Benedetti, Sarandy Cabrera, participaram deste movimento e contribuíram com um importante legado literário e intelectual

Assinada por Marianna Camargo, editora do jornal, a reportagem ressalta os diálogos estéticos e políticos desta geração e conta também com dicas de livros de alguns destes poetas publicados no Brasil.

O Cândido traz poemas inéditos da única representante viva deste movimento, a uruguaia Ida Vitale, que completou 100 anos em novembro deste mês, traduzidos por Ana Carolina Freitag.

Salgado Maranhão, poeta e compositor maranhense, autor de livros como Mural de Ventos (1998), A Cor da Palavra (2009) e Ópera de Nãos (2015), conversa com o repórter Luiz Felipe Cunha. Clara Peloso, Jovina Renhga, Ítalo Puccini, Rosângela Marquezi e Vitor Paiva estão na seção 5×5, que revela curiosidades sobre suas referências literárias.

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O texto selecionado do Jornal Nicolau deste mês – suplemento bimestral – é o ensaio sobre artes visuais de Fernando Bini, chamado O Beijo de Edvard Munch, publicado originalmente em 1996, na última edição do periódico. A publicação ainda conta com a crônica de Daísa Rossetto e fotografias de Maringas Maciel. A arte da capa é de Jonas Lopes.

Serviço

Jornal Cândido 144 – novembro 2023

Publicação de literatura editada desde 2011

Leia ou baixe no site candido.bpp.pr.gov.br

Biblioteca Pública do Paraná (BPP)

Cândido Lopes, 133 – Centro – Curitiba

(41) 3221-4900

Horário de Atendimento

Segunda a sexta-feira, das 8h30 às 20h

Sábados, das 8h30 às 13h

Fonte: Governo PR

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Simulado da Defesa Civil em Antonina treina população para situações de inundação

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Os moradores do bairro Jagatá, em Antonina, no Litoral do Paraná, participaram neste sábado (23) de um simulado de desastre de inundação. A comunidade, com 23 residências onde vivem 53 pessoas, está localizada numa área de mangue, suscetível a variações de maré da baía localizada a poucos metros das casas de madeira.

O exercício foi realizado pela prefeitura com apoio do Estado, envolvendo cerca de 50 profissionais das Defesa Civil estadual e municipal, secretarias, Corpo de Bombeiros e voluntários da Rede Estadual de Emergência de Radioamadores (REER).

A ação é parte do trabalho da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil na preparação dos municípios para o enfrentamento de inundações, alagamentos e deslizamentos que podem ocorrer com a passagem do El Niño pelo Paraná, que deve ser de forte intensidade.  

“Pudemos testar a capacidade que temos hoje para num evento de alagamento, como a gente pode acessar a comunidade. Entendemos na prática como funciona o plano de contingência, de que maneira as secretarias municipais atuam em conjunto e em caso de necessidade, como melhorar o atendimento à população”, avaliou o capitão Dhieyson Budernik, coordenador do 6º Núcleo de Atuação Regional da Defesa Civil Estadual. 

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A escolha do bairro foi definida a partir da peculiaridade deste ponto, como explica Sidnei Train, secretário municipal da Defesa Civil. “Fizemos um levantamento recente e havia poucas informações sobre este local. Já tivemos situações em que choveu muito e a maré estava alta, as pessoas ficaram ilhadas e não conseguiam sair. Identificamos a necessidade de priorizar a preparação desses moradores para futuras ocorrências”, destaca. 

O exercício começou por volta das 9h30 com o acionamento das equipes dos bombeiros e da defesa civil e envolveu o suporte de uma ambulância para o treinamento de resgate a uma pessoa com dificuldade de locomoção. “Pudemos medir o tempo das equipes para se deslocar, acessar o local. Isso ajudou a conhecer o terreno e estarmos mais ambientados para poder dar uma resposta mais efetiva diante de um caso real”, detalha o tenente Alexandre de Moraes, comandante do Corpo de Bombeiros de Antonina. 

Os moradores foram orientados a se reunir no início da rua principal, ponto de encontro previamente escolhido, onde dois ônibus garantiram o deslocamento para o abrigo mais próximo, na Escola Municipal Gil Feres. Na chegada, todos foram cadastrados e participaram de uma palestra com orientações básicas sobre como perceber sinais de mudança e adotar medidas de segurança antes do agravamento da situação. 

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GRATOS PELAS ORIENTAÇÕES – Trabalhador do porto, Carlos Alberto e a família vieram de Curitiba para morar no bairro. Nos seis anos que estão no local já presenciaram alagamentos, deslizamentos e temporais com destelhamento de casas. “Ficamos muito gratos em receber orientações sobre como proceder tanto para saber o que fazer quanto para poder auxiliar outras pessoas. Agora vamos poder ajudar no resgate e levar a pessoa num local que não alaga, além de ensinar para outros moradores também.

ÁGUAS DE MARÇO – Antonina foi um dos municípios mais afetados pelo maior desastre do Litoral em 2011, que ficou conhecido como Águas de Março. Na ocasião, o volume concentrado de chuva em poucos dias provocou inundações, alagamentos e deslizamentos. Ao todo, a tragédia atingiu 1.281 casas, destas, 287 foram evacuadas, deixou 1.160 pessoas desabrigadas e 8.172 desalojadas, afetando as redes de abastecimento de água e energia elétrica.

Fonte: Governo PR

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