Connect with us


Paraná

Em Foz do Iguaçu, Polícia Penal entrega amigurumis para ONG e Delegacia da Mulher

Publicado em

A Penitenciária Estadual de Foz do Iguaçu III – Unidade de Progressão (PEF III-UP) recebeu a delegada Giovanna Antonucci Brito Oliveira, titular da Delegacia da Mulher no município, e a coordenadora pedagógica da ONG Criança de Valor, Josiane Voidginski. A reunião foi para apresentar o Projeto Amigurumi, desenvolvido pela Polícia Penal do Paraná (PPPR) e que tem como foco a ressocialização de pessoas privadas de liberdade por meio do trabalho e da qualificação profissional.

Os apenados recebem treinamento e acompanhamento para confeccionarem amigurumis, destinados a entidades beneficentes e órgãos públicos relacionados ao cuidado e à educação materno-infantil. O Amigurumi é uma técnica que surgiu no Japão nos anos 1980 reunindo habilidades do crochê e do tricô. É utilizada para a confecção de bonecos dos mais variados formatos e tamanhos. A palavra “amigurimi” refere-se à combinação de outras duas japonesas: “ami”, que significa trançado e “migurumi”, boneco de pelúcia.

O trabalho de ressocialização desenvolvido pela PEF III-UP já foi responsável pela entrega de quase mil brinquedos, todos distribuídos no Dia das Crianças para várias instituições. Nesta quinta-feira (16), durante a reunião com a delegada e a coordenadora da ONG, a PPPR fez a doação de mais 50 amigurumis a serem utilizados nas brinquedotecas da Delegacia da Mulher e da entidade Criança de Valor.

Leia mais:  Renda Agricultor Familiar: projeto fortalece em 2025 mais 955 famílias em vulnerabilidade

“É uma satisfação imensa para nós, da Polícia Penal, realizarmos mais uma entrega de amigurumis. Cada vez mais sentimos que o projeto ganhou o coração da cidade. Muitas instituições e pessoas vêm nos procurar interessadas no trabalho, querendo estabelecer parcerias e nos apoiar”, afirma o idealizador e coordenador do projeto, o policial penal José Roberto de Morais.

“A parceria com outras instituições é um dos pontos mais relevantes do Projeto Amigurumi, pois há a construção de um senso coletivo de responsabilidade e comprometimento, uma troca entre saberes e habilidades que visam muito mais do que o processo de ressocialização. Há nesta equação um componente muito importante: a relevância para a sociedade”, diz o coordenador regional da Polícia Penal em Foz do Iguaçu, Cássio Rodrigo Pompeo.

Ele enfatiza a importância do projeto para impactar positivamente a sociedade. “Muitas coisas nos deixam orgulhosos enquanto policiais, mas este projeto prova ser algo especial. Ele impacta as pessoas de uma forma única, criando laços de amizade entre a instituição e a sociedade”, destaca. 

Leia mais:  Paraná mapeia tecnologias nas universidades para acelerar transferências e impulsionar setor produtivo

“O projeto é uma ideia que contribui para a ressocialização. Tanto se fala em punir pessoas que cometem crimes mas pouco se fala em ressocializar, em inserir no mercado de trabalho”, destaca a delegada Giovanna Antonucci Brito Oliveira.

Outras atividades também são desenvolvidas na PEF III-UP, onde vários canteiros de trabalho são gerenciados pela Polícia Penal e alguns contam com parcerias com a iniciativa privada.

Fonte: Governo PR

Comentários Facebook

Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

Published

on

O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

Leia mais:  5ª edição do Circuito de Corridas Sanepar estreia em Guaratuba neste domingo

O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

Leia mais:  Estrutura esportiva: Governo do Paraná investe em obras, modernização e novos projetos

Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262