Paraná
Estado investe R$ 2,6 milhões em saúde de Ibiporã com nova base do Samu e reforma de UPA
O Governo do Estado assinou nesta quarta-feira (1) um convênio no valor de R$ 2.611.470 para a construção da base do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) na cidade de Ibiporã, no Norte, e também para a reforma da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Doutor Justino Alves Pereira. O investimento tem como finalidade ampliar e aprimorar o atendimento médico na região, expandindo a capacidade assistencial do município.
“Essa assinatura beneficia duplamente a comunidade de Ibiporã. A reforma da UPA é fundamental para melhor acomodar não apenas os pacientes, mas também os profissionais que ali trabalham”, disse o secretário da Saúde, Beto Preto, que assinou o convênio. “A base do Samu é um grande marco para a história do município. O Paraná atingiu uma cobertura de 100% deste serviço e sabemos a diferença que ele faz na vida das pessoas”, acrescentou.
- Estado destina R$ 15 milhões para reforçar o atendimento à saúde em Paranaguá e região
-
Com mais de 500 mil aplicações, Paraná dobra meta para campanha de multivacinação
A ação inclui a reforma predial da UPA, que resultará em instalações mais modernas e eficientes, garantindo mais conforto para pacientes que necessitem deste serviço. Já a base do Samu será construída em anexo à unidade e contará com 544 m², permitindo uma resposta mais rápida e eficaz para situações de emergência.
O prefeito Zé Maria enfatizou a importância dos investimentos, ao afirmar que o governo estadual é um grande parceiro da cidade e o convênio é mais uma ação afirmativa para a população de Ibiporã. “Quero agradecer por este grande recurso que irá fortalecer nossa saúde e, sem dúvida, salvar vidas”, afirmou.
Fonte: Governo PR
Paraná
Ministério Público do Paraná denuncia por corrupção passiva ex-secretário Municipal de Governo e presidente da Câmara de Vereadores de Ortigueira
O Ministério Público do Paraná ofereceu denúncia criminal contra um ex-secretário Municipal de Governo e o presidente da Câmara de Vereadores de Ortigueira, nos Campos Gerais, investigados a partir da Operação Chão de Giz, que apura possíveis fraudes licitatórias supostamente cometidas por uma organização criminosa que atua a partir de um grupo de empresas voltadas principalmente ao fornecimento de asfalto para municípios paranaenses. Além dos agentes públicos, requeridos pelo crime de corrupção passiva, também foram denunciados por corrupção ativa três empresários investigados por possível participação nos atos ilícitos. A denúncia foi oferecida nesta terça-feira, 8 de setembro, pelo Núcleo de Guarapuava do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e pelo Grupo Especializado na Proteção ao Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria).
Áudio do promotor de Justiça Pedro Henrique Papaiz
A segunda fase das investigações da Operação Chão de Giz, da qual resultaram os fatos ocorridos em Ortigueira agora denunciados, foi deflagrada em 7 de julho último. A acusação abrange a prática dos crimes por agentes públicos dos poderes Legislativo e Executivo de Ortigueira, além de empresários e prepostos do setor de pavimentação asfáltica e infraestrutura viária.
De acordo com a denúncia, entre 6 e 14 de abril de 2022, o então presidente da Câmara de Vereadores (que atualmente exerce o mesmo cargo) e o ex-secretário Municipal de Governo, que são irmãos, teriam solicitado e recebido pelo menos R$ 50 mil em vantagens indevidas, pagas por empresários de um grupo econômico do ramo de pavimentação e seus prepostos operacionais.
Esquema criminoso – Os repasses ilícitos (divididos em duas entregas, de R$ 15 mil e R$ 35 mil) teriam ocorrido como contraprestação à articulação política e à atuação administrativa direta dos agentes públicos para acelerar a emissão de empenhos e a liberação de pagamentos do Tesouro Municipal em favor das empresas de propriedade dos empresários denunciados. Na primeira ocasião, os denunciados autorizaram a liberação de R$ 266.354,00, e na segunda, de R$ 533.244,80. As apurações demonstraram ainda que, nos dias 3 e 4 de maio de 2022, o então presidente da Câmara Municipal solicitou vantagem indevida adicional de R$ 3 mil.
A partir do oferecimento da denúncia, o Ministério Público pleiteia a condenação dos denunciados pelas práticas de corrupção passiva e ativa e a fixação de valor mínimo para reparação dos danos materiais e morais coletivos causados ao erário.
Essa é a 5ª denúncia criminal oferecida a partir das investigações da Operação Chão de Giz. O Ministério Público já ofereceu denúncia criminal por corrupção passiva contra dois ex-prefeitos de cidades distintas, além de denúncias de fraudes licitatórias e organização criminosa, esta dirigida ao núcleo empresarial que corrompia agentes públicos e políticos em diversos municípios paranaenses.
Processo 0001701-26.2025.8.16.0122
Matérias anteriores
09/11/2022 – MP cumpre mandados contra fraudes em licitações no Norte do estado
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
-
Política Nacional7 dias agoDavi comemora autorização para busca de petróleo na costa do Amapá
-
Agro7 dias agoDívida rural trava nos bancos e mais de 40 entidades cobram mudanças
-
Paraná6 dias agoMinistério Público do Paraná dá boas-vindas a 11 novos Promotores Substitutos e reforça atuação institucional
-
Brasil6 dias agoPopulação de Piraí (RJ) é atendida por carreta de saúde da mulher do Ministério da Saúde; veja como funciona
-
Brasil6 dias agoPopulações de mais três municípios de Minas Gerais são atendidas por carretas de exames de imagem do Ministério da Saúde; veja como funciona
-
Entretenimento7 dias agoYudi Tamashiro exibe antes e depois de harmonização facial: ‘Muito mais jovem!’
-
Agro6 dias agoAlgodão reúne o setor para discutir preços, produtividade e novos mercados
-
Educação6 dias agoComissão amplia prazo para preenchimento dos dados do Fundeb-VAAR
