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Mais uma empresa paranaense faz doação para população prejudicada pelas chuvas

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Mais uma empresa paranaense contribui para atender pessoas prejudicadas pelas chuvas. A Vapza, que produz alimentos cozidos a vapor e embalados a vácuo, doou 5 toneladas para os desabrigados em União da Vitoria, na Região Sul. Foram doados pela empresa, cuja fábrica fica em Castro, nos Campo Gerais, mandioca, feijão, batata-doce e batata.

A campanha para arrecadação de donativos é fomentada pela primeira-dama do Paraná, Luciana Saito Massa, para ajudar pessoas afetadas pelas enchentes. A ação começou dia 18 de outubro e foi estendida com a continuidade das chuvas nos municípios de diferentes regiões. “O Paraná está sendo solidário com quem precisa. Por isso, convidamos a quem pode a ajudar as vítimas das enchentes em todo o Estado. Qualquer ajuda é bem-vinda”, afirma a primeira-dama Luciana Saito Massa.

Com as chuvas mais intensas dos últimos dias, a Defesa Civil entregou, apenas desde o último fim de semana, mais de 700 cestas básicas, 200 kits limpeza, 100 kits higiene, 35 kits dormitórios, 180 colchões e 9.280 telhas para diferentes municípios. Doações podem ser feitas em qualquer unidade do Corpo de Bombeiros.

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Além das doações diretas da Defesa Civil, a Fundação de Ação Social (FAS), da Prefeitura de Curitiba, enviou 9 mil peças de roupas, 100 litros de água sanitária e 50 quilos de sabão em pó para os desabrigados do Estado. Da iniciativa privada, além da Vapza, também doaram o Grupo Boticário (8 mil itens de higiene pessoal), as cooperativas agrícolas Copacol, C.Vale, Copavel e Lar (8 toneladas de frango) e a Associação Paranaense de Supermercados (13 mil litros de leite e 7,2 mil garrafas de água de 1,5 litro).

Fonte: Governo PR

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MPPR cumpre mandados de prisão contra dez pessoas denunciadas por crimes ligados a loteamentos clandestinos rurais em Campo Magro e Almirante Tamandaré

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O Ministério Público do Paraná cumpriu nesta semana dez mandados de prisão contra pessoas denunciadas na Operação Fundo Falso, investigação conduzida pela 5ª Promotoria de Justiça de Almirante Tamandaré, em conjunto com o Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que apura atuação de organização criminosa na prática de diversos crimes relacionados à comercialização de loteamentos irregulares em imóveis rurais.

Entre os denunciados e alvo de um dos mandados de prisão, está um vereador do município de Campo Magro, na Região Metropolitana de Curitiba, apontado como um dos líderes do grupo criminoso. As ordens judiciais foram cumpridas nesta quarta-feira, 16 de setembro, com o apoio do Núcleo de Curitiba do Gaeco. Dos dez alvos, três ainda não foram localizados e são considerados foragidos. O pedido para a decretação das prisões preventivas foi feito pelo Ministério Público na ocasião do oferecimento da denúncia, no dia 25 de agosto último.

De acordo com as apurações sobre os fatos, o grupo atuava de forma organizada para as práticas ilícitas, que consistiam na permanente busca ativa por imóveis rurais, predominantemente nos municípios de Campo Magro e Almirante Tamandaré, em especial imóveis sem incidência de atos ostensivos de exercício de posse pelos seus proprietários, ou imóveis de propriedade de pessoas idosas ou em processo de inventário. Em seguida, os investigados atuavam para obter informações e cópias de documentos de suas matrículas e registros e de eventuais certidões de óbito dos proprietários. Eram feitas simulações de vendas desses imóveis para intermediários, com a falsificação de documentos, e, a partir destes, a comercialização dos loteamentos irregulares.

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Para a manutenção das condutas criminosas, que, segundo as apurações, estão em curso desde 2021, os envolvidos praticavam ameaças e outros atos intimidatórios frente aos reais proprietários ou a pessoas que descobriam o esquema criminoso.

Outro aspecto identificado a partir das apurações foi o de que o grupo se valia da posição ocupada pelo vereador em Campo Magro para viabilizar a realização de obras públicas nos referidos locais onde fracionavam ilegalmente os imóveis rurais, além da obtenção de informações privilegiadas e antecipadas sobre as fiscalizações a serem realizadas pela municipalidade ou de interferência para impedir fiscalizações. As condutas denunciadas foram identificadas a partir de extensa análise de provas colhidas em fases anteriores da operação, incluindo trocas de mensagens de texto e áudios que comprovam as práticas apuradas.

Foram identificados, pelo menos, quatro loteamentos clandestinos nos municípios de Almirante Tamandaré e Campo Magro. Além dos dez integrantes da organização criminosa, houve oferecimento de denúncia em face de outras duas pessoas investigadas por participações no esquema ilícito, as quais tiveram determinadas judicialmente a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão. Também foram requeridas medidas cautelares pelo Ministério Público para o fim de bloquear os bens dos denunciados, o que igualmente foi deferido pelo Juízo.

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Processo 0007837-42.2025.8.16.0024

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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