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MPPR oferece denúncia contra homem investigado pelo crime de tentativa de extorsão mediante sequestro ocorrido no dia 11 de abril em Ponta Grossa

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O Ministério Público do Paraná ofereceu denúncia criminal contra um homem investigado por tentativa de extorsão mediante sequestro ocorrida no dia 11 de abril deste ano em Ponta Grossa, nos Campos Gerais. A ação penal, recebida na última sexta-feira, 19 de abril, foi proposta pela 8ª Promotoria de Justiça de Ponta Grossa e tramita na 1ª Vara Criminal da Comarca.

Na data do crime, o denunciado abordou a vítima, uma médica, quando ela deixava o local de trabalho, uma clínica localizada no centro da cidade, perseguindo-a e tentando imobilizá-la com um golpe de mata-leão e com uma arma de choque. O crime não se consumou porque o investigado foi detido por populares que ouviram os gritos de socorro da vítima e contiveram o agressor, que foi preso em flagrante com a chegada da equipe policial ao local.

Durante o atendimento à ocorrência verificou-se que o veículo do denunciado, sem placas e com películas escuras em todos os vidros, estava equipado com um sistema de “abraçadeiras de nylon” no banco traseiro, que possivelmente seria utilizado para manter a vítima amarrada. A partir de pedido do Ministério Público do Paraná, o réu está preso preventivamente.

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Processo nº: 0010302-73.2024.8.16.0019

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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Policial civil denunciado pelo MPPR em Umuarama perde o cargo e é condenado a 5 anos e 9 meses de prisão por desviar caça-níqueis para explorar jogos ilegais

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Um agente da Polícia Civil do Paraná foi condenado à perda do cargo público e à pena de 5 anos e 9 meses de reclusão em regime inicial fechado, mais pagamento de multa de aproximadamente R$ 12.144,00, pelo crime de peculato. A sentença foi proferida pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Umuarama, que julgou parcialmente procedente ação penal ajuizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná a partir da Operação Alcova, deflagrada em setembro do ano passado contra uma organização criminosa que explorava jogos de azar e jogo do bicho no município.

A investigação revelou que o policial civil, valendo-se das facilidades de sua função, desviou sete máquinas caça-níqueis que haviam sido apreendidas e que deveriam ser encaminhadas ao depósito judicial. O material foi transportado durante a noite e fora do horário de expediente, em uma viatura descaracterizada, até uma propriedade rural ligada ao grupo criminoso. Posteriormente, uma das máquinas foi localizada pela polícia, novamente em operação, em um dos bares pertencentes ao grupo.

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Outras condenações – Além do policial, a Justiça condenou um empresário, apontado como gestor operacional e financeiro da organização criminosa, os proprietários de dois bares e o gerente dos equipamentos pelas práticas de organização criminosa e contravenção de jogos de azar e jogo do bicho. As penas foram de 6 anos, 4 meses e 10 dias mais cerca de R$ 75.900,00 de multa para o empresário, 5 anos, 4 meses e 5 dias mais pagamento de multa de aproximadamente R$ 2.176 para um dos réus que administrava um bar e 8 anos, 4 meses e 5 dias de prisão mais multa de aproximadamente R$ 2.682 para os outros dois réus. Eles mantinham de forma estável pontos de aposta com máquinas de caça-níqueis, de apostas e aplicativos de bingo. Cabe recurso da decisão.

Processos 0005080-16.2025.8.16.0173 e 0013003-93.2025.8.16.0173

Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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