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Paraná é o 1º na geração de empregos no Sul com a colocação de 100,2 mil trabalhadores

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O Paraná gerou 100.283 empregos com carteira assinada de janeiro a setembro de 2023, o que representa o primeiro melhor saldo de postos de trabalho na região Sul e o quarto em todo o país. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e  Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho em Emprego divulgados nesta segunda-feira (30). 

O saldo é a diferença entre admissões (1.376.960) e demissões (1.276.677). Desde o início do ano, o Paraná se mantém entre os primeiros no ranking nacional, perdendo apenas para os estados mais populosos como São Paulo (433.962), Minas Gerais (183.414) e Rio de Janeiro (123.028). No mês de setembro, especificamente, o Paraná registrou  9.046 novos postos de trabalho. 

Entre os estados da Região Sul, o Paraná manteve a liderança de empregos gerados de janeiro a setembro. Santa Catarina encerrou o período com saldo de 82.591 empregos e o Rio Grande do Sul com 54.115 novos postos de trabalho.

Para o secretário estadual do de Estado do Trabalho, Qualificação e Renda, Mauro Moraes, a permanência do Paraná nas primeiras colocações no ranking nacional de saldo de empregos indica direções importantes para o Estado encerrar 2023 com com um saldo superior aos 118.149 novos postos de trabalho formais criados em 2022.

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“No acumulado do ano, o Paraná manteve uma importante posição, se compararmos com os resultados de estados muito mais populosos, como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Entre os estados da Região Sul, seguimos na liderança, com uma vantagem de até 20 mil novos empregos em relação ao segundo colocado”, destaca Moraes. 

SETORES – A atividade econômica com melhor desempenho de janeiro a setembro 2023 no Paraná foi a de serviços, com 56.684 novas vagas. A indústria esta na segunda posição no acumulado do ano com um saldo positivo de 14.494 vagas, seguida por construção (13.552), comércio (11.462) e agropecuária (4.092).

No mês de setembro, todos os setores também tiveram saldo positivo, liderados por serviços, com 3.953 novos postos de trabalho, e comércio, com 2.500 novas vagas. O setor da indústria criou 1.282 novos empregos, a construção teve 1.182 novas vagas, enquanto a agropecuária registrou um saldo positivo de 123 postos de trabalho.

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MUNICÍPIOS – No recorte municipal, Curitiba foi a cidade com maior saldo positivo de vagas de emprego entre janeiro e setembro. Foram 15.285 novos postos formais. Londrina (6.692), São José dos Pinhais (6.197), Maringá (5.914), Cascavel (3.884), Pinhais (3.318), Ponta Grossa (3.281), Toledo (2.706),  Foz do Iguaçu (2.437), Colombo (2.376) e Assis Chateaubriand (1.956) aparecem na sequência.

No mês de setembro, os principais empregadores, em volume, foram Maringá (816), São José dos Pinhais (687), Curitiba (587), Ponta Grossa (489), Toledo (439) e Pinhais (419).

Fonte: Governo PR

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Governador apresenta avanços da construção de moradias na posse do Sinduscon-PR Noroeste

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O governador Carlos Massa Ratinho Junior participou nesta sexta-feira (24), em Maringá, da cerimônia de posse das novas diretorias do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Paraná/Noroeste (Sinduscon-PR Noroeste) e do Serviço Social do Sindicato da Indústria da Construção Civil Paraná/Noroeste (Seconci-PR Noroeste) para o triênio 2026–2028. Durante o evento, Ratinho Junior apresentou um balanço dos avanços da construção civil no Paraná desde 2019 e reafirmou o compromisso do Estado com o fortalecimento do setor, um dos principais motores da economia.

Segundo o governador, o Paraná vive atualmente o melhor momento da construção civil nas últimas duas décadas, impulsionado por políticas públicas voltadas à habitação e por parcerias com entidades representativas do setor. “Nós estamos no melhor momento da construção civil dos últimos 20 anos. O Paraná é o estado que mais constrói casas no Brasil por meio do programa Casa Fácil, em parceria com o Sinduscon-PR”, afirmou.

Coordenado pela Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), o programa Casa Fácil Paraná já beneficiou mais de 136 mil famílias, entre moradias entregues e em construção. A principal frente da iniciativa é a concessão de subsídios de R$ 20 mil para custear o valor de entrada de imóveis financiados pela Caixa Econômica Federal, facilitando o acesso da população de menor renda à casa própria e, ao mesmo tempo, estimulando a cadeia produtiva da construção civil.

“O Estado fomentou cerca de R$ 2 bilhões diretamente para ajudar no pagamento da entrada dos imóveis, o que permitiu movimentar aproximadamente R$ 20 bilhões na economia nesses últimos anos”, destacou o governador. “Foi uma estratégia importante, inclusive durante a pandemia, para manter a economia ativa e gerar empregos”.

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Paralelamente, o Governo do Estado também concluiu recentemente um contrato de financiamento de R$ 1 bilhão com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para o desenvolvimento de projetos habitacionais voltados às famílias mais carentes. “Isso deve garantir a continuidade do ciclo de crescimento da construção civil”, complementou o governador.

De acordo com Ratinho Junior, o impacto do programa Casa Fácil Paraná ultrapassa a área habitacional e se reflete diretamente na geração de empregos e no crescimento econômico. “A construção civil é um dos três setores que mais geram empregos diretos, com capacidade de movimentar rapidamente a economia”, disse.

Graças aos resultados alcançados no Estado, o programa tornou-se uma referência para outros estados brasileiros, como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, que já desenvolveram iniciativas semelhantes.

Presente no evento, o presidente executivo da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Fernando Guedes Ferreira Filho, ressaltou que os investimentos feitos no setor têm um efeito multiplicador em diversas cadeias produtivas.

“A construção civil tem um papel estratégico na economia, com forte capacidade de geração de empregos diretos e indiretos. Iniciativas como o Casa Fácil Paraná dão dinamismo ao setor e, junto com os investimentos em infraestrutura, ajudam a impulsionar o desenvolvimento socioeconômico no Estado”, declarou.

INFRAESTRUTURA IMPULSIONA SETOR – O governador também citou obras estruturantes executadas pelo Estado, especialmente na área de infraestrutura, como indutoras do crescimento do setor. Na região Noroeste, ele mencionou como exemplos a duplicação do Contorno Sul de Maringá, a construção da nova ponte de São Pedro do Paraná e as duplicações da PR-323, em Umuarama e Doutor Camargo.

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“Essas obras ajudam a desenvolver as regiões, atraem investimentos e fortalecem o setor da construção, que é fundamental para o desenvolvimento do Paraná”, afirmou.

Ratinho Junior ainda destacou o crescimento do mercado imobiliário em diferentes regiões do Estado, com ênfase no Noroeste. “Temos cidades banhadas pelo Rio Paraná vivendo um boom imobiliário, além de grandes polos como Maringá e Umuarama, o que demonstra a força do setor e a confiança dos investidores”, acrescentou.

NOVA DIRETORIA – A cerimônia marcou a posse da nova diretoria do Sinduscon-PR Noroeste, que é presidida por Marcos Mauro Pena de Araújo Moreira Filho no período de 2026 a 2028. Ele sucede o engenheiro Rogério Yabiku, que esteve à frente da entidade entre 2020 e 2025.

Também tomou posse a diretoria do Serviço Social do Seconci-PR Noroeste, que será presidida por Rogério Yabiku no mesmo período. O Seconci atua como braço social da entidade, oferecendo serviços de saúde, segurança do trabalho e capacitação aos trabalhadores da construção civil.

A solenidade reuniu autoridades estaduais, lideranças do setor produtivo e representantes de entidades, reforçando o papel estratégico da construção civil para o desenvolvimento econômico e social do Paraná.

Fonte: Governo PR

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