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Paraná

PRF prende ex-policial do 10°BPM por descaminho

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Um ex-policial do 10° Batalhão de Polícia Militar de Apucarana (10ºBPM), foi preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) com mais de R$ 150 mil em celulares na manhã de quarta (15), na BR-272 em Guaíra.

Segundo a PRF, agentes agentes da PRF abordaram o motorista de uma Saveiro, por volta das 10 horas. Na caminhonete estavam ele e sua companheira, de 24 anos.

O condutor do veículo, de 33 anos, identificou-se como policial militar e apresentou o documento funcional, porém, após consultas, os policiais rodoviários federais verificaram que o homem já havia sido excluído da corporação em dezembro de 2018. Ele mora em Apucarana mas atuava na região de Mauá da Serra.

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Paraná

Ministério Público do Paraná denuncia 15 pessoas investigadas na “Operação A Rede” por organização criminosa, fraudes bancárias e lavagem de dinheiro

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O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Ponta Grossa do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia contra 15 pessoas investigadas por integrarem uma organização criminosa de atuação nacional responsável pela prática de fraudes bancárias eletrônicas e lavagem de dinheiro. Os crimes foram apurados no âmbito da Operação A Rede.

Áudio do Promotor de Justiça Antônio Juliano Souza Albanez

De acordo com a denúncia, que já foi recebida pela Justiça, o grupo criminoso mantinha uma falsa central telefônica instalada em Ponta Grossa, a partir da qual aplicava golpes em correntistas de instituições financeiras de todo o país. Além do contato telefônico com as vítimas, os investigados utilizavam páginas falsas na internet e links maliciosos para obter dados bancários e acessar indevidamente as contas, desviando valores expressivos.

Prejuízo – As investigações identificaram, entre agosto de 2024 e outubro de 2025, ao menos 11 vítimas residentes em diferentes estados da federação, entre eles São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Goiás, Maranhão e Amazonas. Somente no período investigado, o prejuízo causado ultrapassa R$ 1,4 milhão.

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Os denunciados foram acusados pelos crimes de organização criminosa, furto qualificado mediante fraude eletrônica e lavagem de dinheiro. No caso das lideranças do grupo, as penas máximas cominadas aos delitos imputados podem superar 12 anos de reclusão.

Reparação de danos – Na denúncia, o Ministério Público também requereu a fixação de valor mínimo para reparação dos danos causados às vítimas. Como medida para assegurar o ressarcimento dos prejuízos e eventual perdimento de bens, a Justiça já determinou o bloqueio de veículos, imóveis e contas bancárias dos denunciados.

Atualmente, quatro investigados permanecem presos preventivamente e um dos apontados como líder da organização criminosa encontra-se foragido.

Processo 0005586-66.2025.8.16.0019.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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