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Apresentada proposta para o funcionamento do Sistema de Registro Eletrônico de Imóveis no Estado do Paraná, com o objetivo de atender ao disposto pela Lei Federal 11.977/09

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Notícia Completa do Site do TJPR:

“Corregedoria estuda as condições de implantação de Registro Eletrônico de Imóveis

O Corregedor da Justiça do Paraná, desembargador Eugênio Achille Grandinetti, recebeu em seu gabinete, na tarde desta quarta-feira (23/10), representantes do Foro Extrajudicial, que apresentaram proposta de sistema de Registro Eletrônico de Imóveis, a fim de atender ao disposto na Lei Federal 11.977/09.

A exposição foi realizada pelo coordenador de Implantação do Registro Eletrônico e oficial de Registro de Imóveis de Campo Mourão, João Carlos Kloster, que explicou a necessidade do sistema eletrônico pela complexidade do registro de imóveis. “O registro eletrônico não vai alterar a rotina dos registradores. Com a disponibilidade do software o registro vai ser apenas o resultado de várias ferramentas que vão fazer o papel daquilo que se precisa”.

Com o novo sistema, os usuários dos serviços registrais imobiliários, poderão através do site da Central de Registro Imobiliário Eletrônico (e-CRI) efetuar serviços como: visualização e impressão da matrícula do imóvel, acompanhar o andamento de serviços prenotados, magistrados e autoridades cadastradas competentes poderão encaminhar aos Registros de Imóveis as penhoras e demais gravames judiciais, entre outros.

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O título constituído em formato eletrônico observará os mesmos princípios jurídicos do documento físico, apenas terá uma configuração que permite a interoperabilidade digital entre sistemas.

A Corregedoria vai estudar as condições de implantação do sistema eletrônico, que tem até 8 de julho de 2014 para estar em funcionamento, conforme estipulado na referida Lei Federal.

Estavam presentes também, os juízes auxiliares da Corregedoria Carlos Maurício Ferreira, Guilherme Frederico Hernandes Denz, Vania Maria da Silva Kramer; os assessores correicionais Jorge Luiz Gomes Macedo, Luiz Fernando Molinari, Milena Milgioransa; a chefe de gabinete do Corregedor, Maria Vitória Guedes Viotti; a assessora do Corregedor, Marília Ferreira B. Dornas; o assessor da diretoria da corregedoria, Gustavo Cordeiro Soares Miranda; o presidente do Colégio de Registro de Imóveis, João Carlos Piovezan; a oficial de Registros de Imóveis de Piraquara, Teresinha Ribeiro de Carvalho; o representante da Anoreg, Claudio Roberto Bley Carneiro e o diretor de TI do Colégio de Registro de Imóveis, Wanderley João da Silva.”

Fonte: Site do TJPR
Disponível em:
http://www.tjpr.jus.br/noticias/-/asset_publisher/9jZB/content/corregedoria-estuda-as-condicoes-de-implantacao-de-registro-eletronico-de-imoveis/18319?redirect=http%3A%2F%2Fwww.tjpr.jus.br%2Fnoticias%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_9jZB%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-2%26p_p_col_count%3D1%26_101_INSTANCE_9jZB_advancedSearch%3Dfalse%26_101_INSTANCE_9jZB_keywords%3D%26_101_INSTANCE_9jZB_delta%3D10%26_101_INSTANCE_9jZB_cur%3D5%26_101_INSTANCE_9jZB_andOperator%3Dtrue

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Fonte: Ministério Público PR

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Sanepar entra na era da Smart Water para assegurar o futuro do saneamento

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Com fortes investimentos no presente em tecnologias de ponta em todo o ciclo da água para assegurar o futuro do saneamento no Estado, a Sanepar já está na era da Smart Water, modelo que integra tecnologias da informação, de automação e de operação, dentro das ações do seu programa de transformação digital, o Sanepar 5.0.

Entre os novos serviços e sistemas testados e implantados pela Companhia, estão plataformas, sensores e ferramentas digitais aplicados desde a captação da água, passando pelo tratamento, reservação, distribuição para a população, e que seguem pela coleta e tratamento do esgoto até a devolução da água ao rio com altos índices de pureza.

Entram aí sistemas de Inteligência Artificial (IA), Gêmeos Digitais (Digital Twins), Internet das Coisas (IoT), Machine Learning, Data Lake e Big Data para transformar dados em decisões. Esses sistemas garantem mais segurança hídrica, eficiência operacional, redução de impactos ambientais e de custos de manutenção, além de melhora na experiência do cliente.

“Temos novas tecnologias ao longo de toda a cadeia, do rio ao rio, melhorando nossas condições de operação, o que resulta em um melhor uso dos recursos”, afirma o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

Para isso, a Sanepar investe em equipamentos, tecnologias de ponta e conhecimento, além de parcerias com empresas nacionais e internacionais. A Sanepar também incentiva startups que buscam soluções inovadoras em saneamento e que gerenciam o ciclo da água de forma mais eficiente, sustentável e resiliente, utilizando dados em tempo real para tomar decisões preditivas.

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“A Sanepar está em busca constante de parcerias com institutos de ciência e tecnologia, startups nacionais e internacionais, dentro de programas como o Sanepar Startups e o Sanepar Labs, com resultados muito interessantes”, conta o diretor de Inovação e Novos Negócios da Sanepar, Anatalicio Risden Junior.

DO RIO AO RIO – Um dos exemplos é a plataforma InfoHidro, desenvolvida pelo Simepar. Ela monitora em tempo real bacias hidrográficas, mananciais e reservatórios da Sanepar e, com o uso de IA, o sistema interpreta os dados, permitindo projeções e predições sobre produção e consumo.

Outro exemplo bem-sucedido foi o do projeto-piloto do Digital Twin (Gêmeo Digital) da rede de abastecimento. Trata-se da criação de uma réplica virtual que espelha o comportamento da rede, alimentada por dados em tempo real. Testes no subsistema Passaúna apontaram uma redução de até 20% no consumo de energia elétrica.

“Estamos escalando o Digital Twin para todo o Sistema de Abastecimento Integrado de Curitiba [SAIC], que atende 3 milhões de pessoas”, diz o especialista de Pesquisa e Inovação da Sanepar, Gustavo Rafael Collere Possetti.

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MENOS PERDAS – A Sanepar também tem feito uso de diferentes tecnologias para reduzir a perda de água por vazamentos. Com a startup israelense Asterra, utiliza dados via satélite que identificam a presença do cloro na água tratada em quantidades anômalas no solo e que podem indicar rompimentos na rede, com mais de 80% de assertividade.

A Companhia também utiliza esferas inteligentes, que contam com sensores sonoros e são lançadas dentro de adutoras (tubulações de grande porte), sem interromper o abastecimento, para identificar pontos de ruptura.

Com a startup Stattus4, dispositivos IoT são acoplados em pontos da rede para identificar potenciais vazamentos. Somente em Cascavel, o sistema localizou 1,1 mil vazamentos em 900 quilômetros de tubulações em um ano.

Selecionada pelo programa Sanepar Startups, a Radioforce instalou hidrofones IoT e que usam IA para reduzir perdas. Os resultados permitiram à Sanepar a decisão de escalar seu uso para mais locais nas cidades em que atua. 

Fonte: Governo PR

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