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Após chuva no fim de semana, massa de ar frio derruba as temperaturas no Paraná

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O fim de semana começa com muito calor em todo o Paraná, mas faltando duas semanas para a chegada do outono, o cenário atmosférico vai mudar. De acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), uma frente fria no oceano trará muita chuva para o Estado no domingo (8), e depois dela uma massa de ar frio irá prevalecer sobre o Paraná, causando o declínio das temperaturas a partir de domingo (8) e segunda-feira (9).

Nesta sexta-feira (6) as temperaturas ainda chegam aos 35°C em Umuarama; 34°C em Maringá e Jacarezinho; 33°C em Londrina, Capanema, Cambará e Foz do Iguaçu; e 32°C em Cascavel. No Litoral as máximas chegam aos 29°C, e no Sul, Campos Gerais e Região Metropolitana de Curitiba as temperaturas ficam mais amenas, chegando a valores entre 27°C e 28°C. 

Depois do calor, há previsão de chuva. “A sexta-feira começa com nebulosidade variável em todo o Estado. No decorrer do dia, a atuação de um sistema de baixa pressão na região do Paraguai favorece a organização de áreas de instabilidade. A partir da tarde, essas instabilidades devem se intensificar principalmente entre as regiões Centro-Sul, Sudoeste e Oeste, onde há previsão de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas e tempestades isoladas”, explica Raissa Pimentel, meteorologista do Simepar. No Norte e no Leste do Paraná, o tempo segue estável. 

O sábado (7) segue muito quente de formas diferentes, como se o Paraná estivesse dividido ao meio. Na metade oeste as máximas ficam em torno dos 30°C, podendo chegar aos 35°C em cidades como Foz do Iguaçu, Umuarama e Paranavaí. Já na metade leste, o tempo também segue abafado, porém com temperaturas mais amenas. As máximas devem ficar próximas dos 28°C em Curitiba, Ponta Grossa e Paranaguá.

O dia será parecido com sexta, com pancadas de chuva após o período de maior aquecimento. “No sábado, a formação de um sistema de baixa pressão atmosférica no litoral do Rio Grande do Sul mantém o tempo instável no Paraná. Com isso, a metade sul do estado terá condições favoráveis para ocorrência de pancadas de chuva e tempestades isoladas, principalmente a partir da tarde. Na faixa leste, incluindo a Região Metropolitana de Curitiba e o Litoral, também não se descarta a ocorrência de tempestades isoladas ao longo da tarde e noite”, detalha Raissa. A única região que não tem previsão de chuva no sábado é a das cidades que fazem divisa com São Paulo.

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As pancadas de chuva com trovoadas seguirão na tarde de domingo (8) em todas as regiões paranaenses, devido à formação de uma frente fria no oceano. “As instabilidades tendem a se intensificar inicialmente na faixa leste do Estado, influenciadas pela circulação de umidade vinda do oceano. Ao longo do dia, essas áreas de instabilidade se espalham por todo o Paraná, deixando o tempo mais instável de forma mais generalizada. A chuva ocorre de forma irregular, podendo persistir até o período da noite em várias localidades”, explica a meteorologista.

FRIO – Apesar do nome, o impacto de uma frente fria não significa que vai fazer frio. Ela é uma massa de ar frio que avança sobre uma área onde já tem uma massa de ar quente, e esse choque entre as duas massas de ar faz com que o ar quente suba rapidamente, formando muitas nuvens e aumentando as instabilidades. Dessa forma, a chegada de uma frente fria significa que vai chover, como ocorrerá entre sábado e domingo no Paraná.

Logo depois da frente fria, entretanto, uma massa de ar frio e seco é o que vai trazer grande mudança para as temperaturas. Na segunda-feira (9) ainda há previsão de pancadas de chuva e tempestades isoladas por todo o Paraná, mas o destaque é o declínio acentuado das temperaturas máximas. As temperaturas ao amanhecer permanecerão semelhantes às da última semana, e a amplitude térmica irá diminuir.  

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Em Curitiba, na segunda-feira (9), a temperatura máxima não passa de 22°C e gradualmente segue reduzindo, até chegar a 18°C na quarta-feira (11). Em Paranaguá, a máxima cai de 29°C no domingo (8) para 24°C na segunda-feira (9), e não deve passar dos 22°C na quinta-feira (12). No Sul, em General Carneiro, que terá máxima de 26°C no domingo (8), as temperaturas não passam de 22°C na segunda (9), 20°C na terça (10), e 18°C quarta (11) e quinta-feira (12). 

No Norte, Santo Antônio da Platina poderá alcançar os 34°C no domingo (8), mas não passa dos 28°C na segunda (9) e dos 23°C na quarta (11). No Noroeste, em Loanda, a diferença será de quase dez graus em três dias: domingo (8) a cidade alcança os 34°C, e entre quarta (11) e quinta-feira (12) não passa dos 25°C. No Oeste a diferença também será grande: Em Santa Helena as máximas vão de 34°C no domingo (8) para 26°C entre quarta (11) e quinta-feira (12). No Sudoeste, o declínio nas temperaturas também será significativo: em Francisco Beltrão a máxima de domingo chega aos 30°C e na quinta-feira (12) não passa dos 22°C. 

Apesar da proximidade com o outono astronômico, que terá início às 11h46 do dia 20 de março, o declínio das temperaturas durará pouco. Assim que a massa de ar frio se afastar, entre quinta (12) e sexta-feira (13), as temperaturas máximas gradativamente voltam a subir em todas as regiões do Paraná.

Fonte: Governo PR

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Condomínio do Idoso em Jaguariaíva recebe projeto de extensão odontológico da UEPG

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O Condomínio do Idoso de Jaguariaíva, o primeiro entregue pelo Estado dentro do projeto Viver Mais Paraná, coordenado pela Cohapar, recebeu nessa semana a visita de estudantes da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). O projeto de extensão “Atenção Odontológica aos residentes do Condomínio do Idoso da Unidade Jaguariaíva”, ligado ao curso e ao Programa de Pós-Graduação em Odontologia, iniciou a 2ª edição de atendimentos às pessoas idosas.

O projeto alia extensão com pesquisa e planeja produzir 33 próteses buscais neste ano, além de realizar ações de atenção odontológica à população idosa do Condomínio.

Dona Vany Dias Santos recebeu a equipe de dois mestrandos, professora e doutoranda. Aos 65 anos, ela mora no condomínio e recebe atendimentos desde 1ª edição do projeto, em 2024. “Sempre marco e tenho atendimentos com eles, sou muito bem atendida”, conta. “Aqui, a gente nunca está sozinho, sempre temos projetos e sempre estamos juntos conversando entre os moradores”.

Para a professora coordenadora do projeto, Nara Hellen Bombarda, iniciar a 2ª edição é um retorno para casa. “A gente estabeleceu um vínculo de amizade, e é uma oportunidade nova de devolver uns sorrisos, devolver saúde para quem está na melhor idade”, diz. “É uma oportunidade de contribuir com os moradores e em paralelo ajudar na formação dos alunos. Eles têm uma formação mais humanizada, mais competente, desenvolvendo habilidades extras que podem ser desenvolvidas para além dos muros da universidade”.

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A equipe realiza atendimentos em três quartas-feiras do mês e chega com todos os equipamentos necessários, incluindo cadeira e motores móveis para avaliação. Antes dos atendimentos, o grupo foi para Jaguariaíva em março fazer os rastreio das necessidades e fichas dos pacientes. Nesta semana, a maioria fez raio-x digital e alguns receberam atendimento em periodontia, especialidade odontológica focada na prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças que afetam gengivas e ligamentos da boca.

“Este é um projeto de extensão, mas que ao mesmo tempo oferta um campo para pesquisa, principalmente na área de prótese, porque boa parte dos indivíduos residentes no condomínio necessitam de novas próteses. Como nossa linha de pesquisa está associada à reabilitação oral, eles podem ser incluídos como sujeitos das nossas pesquisas”, acrescenta a professora.

A aluna do Doutorado em Odontologia Tatiane Oliveira participa do projeto desde o início. Como profissional bolsista na área de odontologia, ela presta atendimento odontológico e também realiza outras atividades, juntamente com demais profissionais.

“O projeto me ajuda muito na formação como profissional. Pelo contato com as pessoas idosas, acabamos criando um vínculo, e isso é muito bom, faz com que o atendimento tenha ainda mais sentido, porque conseguimos sentir que eles ficam felizes com nossa presença”, descreve. A pesquisa de Doutorado será realizada em grande parte com moradores. “Após a aprovação do Comitê de Ética, irei realizar prótese total da forma convencional e também prótese total impressa em impressora 3D. Os moradores serão beneficiados com materiais e próteses super modernas”, destaca.

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Atender pacientes também irá auxiliar na pesquisa do mestrando Alex Nunes de Lara. Ele pesquisa placa oclusal, um dispositivo para o tratamentos de dores musculares e articulares. “Temos a oportunidade de adquirir mais prática no atendimento, entender como funcionam os protocolos de pessoas que precisam de próteses, pois minha pesquisa também está integrada a materiais odontológicos, então entregar tratamento de qualidade é gratificante e ajuda muito no nosso crescimento”, diz.

Para João Pedro Plinta, também mestrando de odontologia, participar do projeto dá mais experiência com atendimentos a pessoas que utilizam próteses. “Consigo ver a importância disso, tanto para para a comunidade, tanto para os idosos, quanto para a gente, como pesquisador. Estamos contribuindo pra qualidade de vida, de forma gratuita para eles”. A área de pesquisa de João é sobre prótese fixa, “então a experiência que eu adquiri nesse projeto é muito valiosa”, diz.

Fonte: Governo PR

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