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Paraná e Hungria firmam parceria nas áreas de inovação e tecnologia

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O Governo do Paraná e o Consulado-Geral da Hungria em São Paulo assinaram nesta quarta-feira (4) um memorando de entendimentos para fomentar parcerias nas áreas de inovação e tecnologia entre o Estado e o país europeu. O objetivo é aproximar instituições governamentais e empresas dos dois países para avaliar potenciais cooperações. O acordo envolve a Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) e o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar).

A comitiva formada por representantes consulares e da iniciativa privada da Hungria foi recebida pelo vice-governador Darci Piana no Palácio Iguaçu. “O Paraná é uma referência nacional na pesquisa, inovação e tecnologia. Estamos sempre abertos a parcerias que ajudem a estimular a economia local, com mais competitividade e oportunidades às empresas e instituições paranaenses”, afirmou Piana.

A intenção com o memorando é estimular a troca de experiências e tecnologias entre instituições públicas e privadas, em especial nas áreas de agronegócio e de produtos químicos, por exemplo.

Uma das parcerias estudadas envolve o Tecpar e uma empresa húngara de fertilizantes orgânicos. “Já temos uma oportunidade de iniciar esta aproximação do Paraná com a Hungria trazendo tecnologia que promove um processo de esterilização ambientalmente amigável, por exemplo. O primeiro objetivo do Tecpar é disponibilizar este produto de forma abrangente no Paraná, especialmente para pequenas propriedades que participam do programa Paraná Mais Orgânico”, afirmou o diretor-presidente do instituto, Celso Kloss

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O programa Paraná Mais Orgânico auxilia os produtores fornecendo o conhecimento técnico necessário para converterem as lavouras tradicionais para o modelo que dispensa o uso de agrotóxicos, sementes transgênicas e outras substâncias tóxicas ou sintéticas, conforme determina a legislação brasileira.

Segundo o secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona, a parceria atende a uma atividade em expansão no Estado, com possibilidade de desenvolvimento de novas tecnologias. De acordo com dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o Paraná é o estado brasileiro com maior número de produtores orgânicos do País, com cerca de 3,7 mil propriedades certificadas.

“Este é um exemplo de parceria que buscamos. Não apenas um produto que se alinhe com o que nós priorizamos aqui no Paraná, mas parcerias que aproximem setor produtivo, academia e instituições, com transferência de tecnologia, geração de emprego e renda”, afirmou Bona.

REFERÊNCIA – Durante o encontro, a cônsul-geral da Hungria em São Paulo, Zsuzsanna László, afirmou que a parceria entre o país europeu e o Paraná é promissora pelas afinidades existentes e pelos índices de desenvolvimento do Estado. “O Paraná é a quarta economia do Brasil, um dos destaques nacionais em desenvolvimento, está entre os mais competitivos do país e tem vocação para ser o supermercado do mundo. Tudo isso graças à tecnologia. A Hungria tem interesse em colaborar com o Estado, trazendo inovações e novas soluções”, afirmou.

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AGENDA – Além da reunião entre as autoridades e da assinatura do documento, a comitiva visitou a sede do Tecpar na Cidade Industrial de Curitiba e o campus de Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba.

PRESENÇAS – Também estiveram presentes na reunião a chefe do Escritório de Representação do Ministério de Relações Exteriores no Paraná, Ligia Maria Scherer; a cônsul-geral de Ciência e Tecnologia da Hungria em São Paulo, Júlia Mórován; o cônsul-honorário da Hungria em Curitiba, Marco Aurélio Schetino de Lima; o diretor de Novos Negócios e Relações Institucionais do Tecpar, Lindolfo Luiz Silva Junior; a diretora de Tecnologia e Inovação do Tecpar, Simone Campos; o diretor de Administração e Finanças do Tecpar, Giovani Brito; a procuradora jurídica do Tecpar, Adrianne Correia Pereira; o presidente do Instituto de Ciência, Tecnologia e Inovação do Vale do São Francisco, José Mauro Pereira; o diretor-presidente da Blinmed, James Giacomassi; o diretor-presidente da Pannon Trade, Arpád Brányi; e Attila Kovács, Rafael de Boni da Silva, Marcin Hasznos e Alexandre Susin, representantes da Fertilsul.

Fonte: Governo PR

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Alunos de 88 colégios da rede estadual participam do Parlamento Jovem

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Estudantes participaram, nesta terça-feira (2), das eleições do projeto Parlamento Jovem em 88 colégios da rede estadual, distribuídos em 64 municípios paranaenses. A iniciativa, desenvolvida pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), por meio da Escola Judiciária Eleitoral (EJE-PR), conta com a parceria da Secretaria de Estado da Educação (Seed-PR) e proporciona aos alunos vivência prática do processo democrático e do funcionamento das eleições.

Em todo o Paraná, cerca de 26 mil estudantes atuaram como eleitores e 988 concorreram como candidatos-mirins. Para a realização da votação, foram disponibilizadas 238 urnas eletrônicas, entre equipamentos utilizados e de contingência.

Para o secretário de Estado da Educação, Roni Miranda, o projeto contribui para a formação cidadã dos estudantes ao aproximá-los das instituições democráticas. “A participação no Parlamento Jovem é uma oportunidade singular para que os estudantes vivenciem, na prática, o funcionamento do sistema democrático e do Poder Legislativo. Incentivamos fortemente a adesão dos alunos porque iniciativas como essa fortalecem o protagonismo juvenil, ampliam a compreensão sobre o processo eleitoral e contribuem para a formação de cidadãos mais conscientes e participativos”, afirmou o secretário.

Para o chefe da Seção de Educação para a Cidadania Política (SECP) do TRE-PR, Frederico Rafael Martins de Almeida, o projeto representa uma oportunidade de aproximar jovens da Justiça Eleitoral e incentivar a participação cidadã. “Ao conhecer na prática o funcionamento das eleições e do Poder Legislativo, os estudantes desenvolvem competências relacionadas à cidadania, ao diálogo, à ética pública e à participação política responsável”. 

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CIDADANIA – Segundo ele, o Parlamento Jovem é uma das principais ações de educação para a cidadania política desenvolvidas pelo TRE-PR. “Contribuímos para a formação de novas gerações de eleitores conscientes, participativos e comprometidos com os valores democráticos”, declarou Almeida. 

A coordenadora dos Programas Especiais da Seed-PR, Adriana Rigon Wille, destacou que a iniciativa complementa o trabalho desenvolvido pelas escolas na formação cidadã dos estudantes. “É uma experiência muito rica porque os estudantes vivenciam uma eleição de verdade dentro da escola. Eles organizam as chapas, apresentam propostas, fazem campanha e utilizam a urna eletrônica no processo de votação. Tudo isso ajuda a aproximá-los da democracia e torna o aprendizado muito mais significativo”, afirmou.

NOVIDADES – “A edição de 2026 marca uma nova fase do Parlamento Jovem, resultado de um amplo processo de modernização”, destacou Almeida. Entre os avanços implementados recentemente pelo TRE-PR, estão a criação do Regulamento Oficial do Parlamento Jovem e o lançamento de um hotsite que reúne informações sobre todas as etapas do projeto, incluindo cronogramas, materiais pedagógicos, vídeos explicativos, manuais operacionais, modelos de documentos e orientações destinadas às escolas, Cartórios Eleitorais e Câmaras Municipais.

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Também foram promovidas capacitações para servidores, professores, equipes pedagógicas e representantes das Câmaras Municipais, além da disponibilização de vídeos, checklists, cartilhas e manuais para consulta permanente. Neste ano, as instituições participantes passaram a formalizar a adesão ao projeto por meio de termos específicos, ampliando a integração entre a Justiça Eleitoral e os parceiros envolvidos.

VEREADORES – O Parlamento Jovem permite aos estudantes vivenciarem todas as etapas de uma eleição, de forma semelhante ao que ocorre nas disputas para cargos políticos. Nos meses que antecederam a votação, os alunos participaram de atividades como registro de candidaturas, campanhas eleitorais, apresentação de propostas e debates, utilizando as mesmas regras e procedimentos adotados pela Justiça Eleitoral.

Os estudantes eleitos serão diplomados e empossados como vereadores-mirins em seus respectivos municípios, passando a desenvolver atividades legislativas ao longo do ano. A proposta busca estimular o protagonismo juvenil e ampliar o conhecimento sobre o funcionamento dos poderes públicos e os mecanismos de participação democrática.

Fonte: Governo PR

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