Paraná
PCPR leva serviços de polícia judiciária para a população de Cianorte nesta semana
A Polícia Civil do Paraná leva serviços de polícia judiciária e orientações à população de Cianorte, na região Noroeste do Estado, nos dias 21 a 23 de setembro, na Universidade Paranaense, localizada na Avenida Brasil, n° 1.123, na Zona 1, das 9h às 17h. O evento acontece em parceria com o programa Justiça no Bairro, do Tribunal de Justiça do Paraná.
A PCPR disponibilizará serviços como registro de boletins de ocorrência, emissão de atestados de antecedentes criminais e orientações sobre como realizar denúncias e quais as medidas que podem ser tomadas ao ser vítima de um crime. Além disso, serão confeccionadas 1ª e 2ª via da carteira de identidade para quem realizou o agendamento prévio. A disponibilização dos serviços visa ajudar a população carente e com dificuldade de acesso.
Os policiais civis realizarão atividades lúdicas com as crianças, farão demonstrações de perícia papiloscópica e prestarão informações para que a população conheça mais o trabalho realizado pela PCPR.
“É um momento importante para a Polícia Civil do Paraná e para a população de Cianorte e região. Vamos levar serviços e orientações sobre prevenção de crimes e formas de denunciá-los, além de interagir com as crianças para construir uma sociedade mais segura para o futuro”, disse o coordenador do projeto, João Mario Goes.
PCPR NA COMUNIDADE – O PCPR na Comunidade é um projeto que ocorre regularmente em todo o Paraná. O objetivo é levar serviços à população, promover atendimento humanizado e auxiliar na identificação de possíveis vítimas e na conclusão de investigações.
JUSTIÇA NOS BAIRROS – Além das atividades de Polícia Judiciária, o Justiça nos Bairros oferece serviços como divórcio consensual, guarda, pensão alimentícia, união estável, reconhecimento de paternidade/maternidade, retificação de registro civil, entre outros.
Fonte: Governo PR
Paraná
Ministério Público do Paraná denuncia por corrupção passiva ex-secretário Municipal de Governo e presidente da Câmara de Vereadores de Ortigueira
O Ministério Público do Paraná ofereceu denúncia criminal contra um ex-secretário Municipal de Governo e o presidente da Câmara de Vereadores de Ortigueira, nos Campos Gerais, investigados a partir da Operação Chão de Giz, que apura possíveis fraudes licitatórias supostamente cometidas por uma organização criminosa que atua a partir de um grupo de empresas voltadas principalmente ao fornecimento de asfalto para municípios paranaenses. Além dos agentes públicos, requeridos pelo crime de corrupção passiva, também foram denunciados por corrupção ativa três empresários investigados por possível participação nos atos ilícitos. A denúncia foi oferecida nesta terça-feira, 8 de setembro, pelo Núcleo de Guarapuava do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e pelo Grupo Especializado na Proteção ao Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria).
Áudio do promotor de Justiça Pedro Henrique Papaiz
A segunda fase das investigações da Operação Chão de Giz, da qual resultaram os fatos ocorridos em Ortigueira agora denunciados, foi deflagrada em 7 de julho último. A acusação abrange a prática dos crimes por agentes públicos dos poderes Legislativo e Executivo de Ortigueira, além de empresários e prepostos do setor de pavimentação asfáltica e infraestrutura viária.
De acordo com a denúncia, entre 6 e 14 de abril de 2022, o então presidente da Câmara de Vereadores (que atualmente exerce o mesmo cargo) e o ex-secretário Municipal de Governo, que são irmãos, teriam solicitado e recebido pelo menos R$ 50 mil em vantagens indevidas, pagas por empresários de um grupo econômico do ramo de pavimentação e seus prepostos operacionais.
Esquema criminoso – Os repasses ilícitos (divididos em duas entregas, de R$ 15 mil e R$ 35 mil) teriam ocorrido como contraprestação à articulação política e à atuação administrativa direta dos agentes públicos para acelerar a emissão de empenhos e a liberação de pagamentos do Tesouro Municipal em favor das empresas de propriedade dos empresários denunciados. Na primeira ocasião, os denunciados autorizaram a liberação de R$ 266.354,00, e na segunda, de R$ 533.244,80. As apurações demonstraram ainda que, nos dias 3 e 4 de maio de 2022, o então presidente da Câmara Municipal solicitou vantagem indevida adicional de R$ 3 mil.
A partir do oferecimento da denúncia, o Ministério Público pleiteia a condenação dos denunciados pelas práticas de corrupção passiva e ativa e a fixação de valor mínimo para reparação dos danos materiais e morais coletivos causados ao erário.
Essa é a 5ª denúncia criminal oferecida a partir das investigações da Operação Chão de Giz. O Ministério Público já ofereceu denúncia criminal por corrupção passiva contra dois ex-prefeitos de cidades distintas, além de denúncias de fraudes licitatórias e organização criminosa, esta dirigida ao núcleo empresarial que corrompia agentes públicos e políticos em diversos municípios paranaenses.
Processo 0001701-26.2025.8.16.0122
Matérias anteriores
09/11/2022 – MP cumpre mandados contra fraudes em licitações no Norte do estado
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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