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Paraná

Novo Curso de Formação de Oficiais reúne 100 cadetes na Academia Policial do Guatupê

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Uma nova etapa na história da formação de cadetes iniciou nesta semana na Academia Policial Militar do Guatupê (APMG). A nova turma de cadetes, que reúne 16 bombeiros militares e 84 policiais militares, iniciou o Curso de Formação de Oficiais. Eles foram aprovados no concurso público de 2023, organizado pela Universidade Federal do Paranã (UFPR).

De acordo com o novo comandante da APGM, coronel Emidio Angelotti, a partir desta semana os novos cadetes iniciam um período extremamente importante para suas carreiras, que é a adaptação à vida militar. “A Academia do Guatupê tem uma rotina bem puxada e requer dedicação exclusiva. Os cadetes terão aula ao longo do dia, além de atividades desportivas e alguns treinamentos à noite. Tudo isso é feito pensando no benefício da sociedade. Daqui a três anos nós teremos novos aspirantes oficiais que serão responsáveis pela segurança da população”, destacou.

Os novos cadetes já conheceram a academia, participaram de palestras enriquecedoras e exploraram as instalações educacionais. A próxima fase é conhecida como adaptação, período conhecido por desafios físicos e educacionais que buscam resiliência no trabalho em equipe e nas habilidades de liderança, já que eles se tornarão oficiais.

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A nova turma possui 20 mulheres e 80 homens. O treinamento dura três anos. Dentre os integrantes, 49 já eram militares. Além disso, 38 cadetes já possuem diploma de ensino superior, trazendo bagagem acadêmica para a APMG.

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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