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PCPR prende condenado por estupro de vulnerável ocorrido em Arapongas

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu um homem, de 51 anos, condenado por estupro de vulnerável. A prisão aconteceu na sexta-feira (4), em Igrejinha, no Rio Grande do Sul. O indivíduo deverá cumprir uma pena de 14 anos de prisão. 

O crime ocorreu em 2019, em Arapongas, contra uma criança de seis anos. 

Para a delegada da PCPR Luana Louzada, a prisão é importante para não permitir que o condenado saia impune e fique foragido. “Além disso, em prol da garantia da ordem pública também, uma vez que o acusado praticou novo crime de estupro de vulnerável”, afirma. 

O homem também é investigado por outro estupro de vulnerável, tendo como vítima uma menina de 10 anos. 

DENÚNCIAS – Aquele que tomar conhecimento da prática de algum crime contra criança, adolescente ou portador de deficiência intelectual deve denunciar.  

A PCPR solicita a colaboração da população com informações que auxiliem em casos de violência. As denúncias podem ser feitas de forma anônima através do 197, da PCPR e 181, do Disque Denúncia.  

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Se a violência estiver ocorrendo naquele momento, a pessoa deve acionar a Polícia Militar, por meio do 190. 

Fonte: PJC PR

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PCPR prende 27 suspeitos por esquema de produção e distribuição de drogas para diversos estados

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu 27 pessoas durante uma operação deflagrada nas primeiras horas desta quarta-feira (24) para desarticular uma organização que utilizava cidades paranaenses como base para o tráfico interestadual e que estava envolvida na produção, compra, armazenamento e transporte de drogas. A operação mobilizou mais de 200 policiais e aconteceu em 17 cidades de quatro estados.

A ofensiva contou com apoio das polícias Militar (PMPR) e Penal do Paraná (PPPR), que atuaram com cães de faro, e das polícias civis de São Paulo, Rio Grande do Norte e Mato Grosso do Sul.

Ao todo, foram cumpridos 25 mandados de prisão e 29 mandados de busca e apreensão. As ordens foram executadas nas cidades de Loanda, Nova Londrina, Querência do Norte, Icaraíma, Cruzeiro do Oeste, Porto São José, Londrina e Pato Bragado (PR); São Paulo, Mogi Mirim e Botucatu (SP); Ceará-Mirim e Mossoró (RN); Coronel Sapucaia, Tacuru, Navirai e Itaquirai (MS).

No Mato Grosso do Sul, duas pessoas foram presas em flagrante por tráfico de drogas. Além de entorpecentes, os policiais apreenderam cerca de R$ 30 mil e ₲$ 10 mil (Guaranis paraguaios) em espécie em dois endereços.

Além das prisões e buscas, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias de investigados apontados como integrantes dos núcleos de tráfico de drogas e de lavagem de dinheiro da organização criminosa. A medida tem como objetivo interromper o fluxo financeiro, impedir a movimentação de valores provenientes das atividades ilícitas e descapitalizar a organização criminosa.

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As investigações tiveram início há cerca de três anos, após uma apreensão realizada pela PCPR em conjunto com a Receita Federal. Na ocasião, aproximadamente 1,1 tonelada de entorpecentes foi localizada em uma transportadora da cidade de Maringá.

“A partir da análise do material apreendido e da identificação dos responsáveis pelo carregamento, os policiais chegaram a um grupo criminoso com atuação em Loanda. A primeira fase da operação resultou na identificação de cinco integrantes da organização. Posteriormente, foram descobertos novos envolvidos, culminando na segunda fase da investigação”, detalha o delegado da PCPR Leandro Munin.

Com o aprofundamento das diligências e a análise de novos elementos probatórios, verificou-se a existência de uma complexa estrutura criminosa responsável por coordenar a produção, transporte, armazenamento, distribuição e movimentação financeira dos recursos oriundos do tráfico de drogas para diversas regiões do país.

COMPRA E DISTRIBUIÇÃO – Segundo as investigações, a organização mantinha fornecedores e áreas de produção de entorpecentes no Mato Grosso do Sul, responsáveis pelo abastecimento da rede criminosa. Também foram identificados indivíduos encarregados da preparação de veículos com compartimentos ocultos utilizados para o transporte da droga.

A investigação revelou ainda a participação de pessoas responsáveis pela travessia dos entorpecentes para o solo paranaense por meio do Rio Paraná, especialmente na região de Icaraíma. Após a travessia, os carregamentos eram armazenados em entrepostos localizados principalmente nas cidades de Icaraíma e Loanda, de onde seguiam para diversos estados brasileiros.

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Além dos responsáveis pela logística regional, foram identificados integrantes encarregados da distribuição local e da coordenação do envio dos entorpecentes para outras unidades da federação, utilizando caminhões, veículos de passeio e até linhas regulares de ônibus.

“Em São Paulo, verificamos integrantes ligados a uma organização criminosa de atuação nacional e envolvidos no fornecimento de drogas. No Rio Grande do Norte estavam os responsáveis pela redistribuição dos entorpecentes na região Nordeste”, complementa o delegado.

NÚCLEO FINANCEIRO – A PCPR apurou ainda que o grupo mantinha um núcleo financeiro responsável pela movimentação e ocultação dos valores provenientes do tráfico.

Determinados membros do grupo integravam um esquema de lavagem de dinheiro disponibilizando contas bancárias para o trânsito de recursos ilícitos. Segundo apurado, essas contas eram utilizadas para o recebimento de valores oriundos da comercialização de entorpecentes e para a realização de pagamentos a fornecedores de drogas e demais integrantes da estrutura criminosa.

Além disso, interpostas pessoas e empresas desempenhariam papel fundamental na movimentação financeira da organização, viabilizando o recebimento de valores provenientes da comercialização de entorpecentes e o pagamento de fornecedores, contribuindo para a lavagem dos ativos criminosos.

Com a conclusão da operação, os presos foram encaminhados ao sistema penitenciário.

Fonte: PJC PR

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