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Governo do Estado prestigia etapa final da Copa Coamo

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O congraçamento entre famílias e cooperados da Coamo Agroindustrial Cooperativa foi um dos destaques da etapa final da 16ª Copa Coamo, um dos maiores eventos esportivos rurais do País, neste final de semana. O evento contou com a participação dos secretários da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, e do Turismo, Marcio Nunes, na Associação Recreativa dos Funcionários (Arcam), em Campo Mourão, no Centro-Oeste do Paraná.

A Coamo é a das principais cooperativas agroindustriais do mundo, com 31,2 mil cooperados nos estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. A Copa Coamo tornou-se tradicional a cada dois anos, desde a primeira edição em 1993. Este ano teve como novidade a realização do vôlei feminino, que se juntou ao futebol suíço masculino realizado desde o início. As competições começaram em 6 de maio e tiveram a participação de cerca de 650 atletas nas sete regionais dos três estados.

Ortigara destacou que o Governo do Paraná aplaude eventos semelhantes. “Fortalece os vínculos da família com a grande Coamo, que é a maior cooperativa da América Latina”, disse. “É um belo exemplo de organização, de motivação, de despertar no jovem e na criança o novo líder e o futuro da Coamo”.

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“A cooperativa é uma sociedade de pessoas, não de capital”, acentuou o presidente executivo, Airton Galinari. “Nesta edição da Copa tivemos a presença dos times femininos e vimos a família permanecendo o dia todo em congraçamento, o que nos deixou muito satisfeito”.

O presidente do Conselho de Administração da Coamo, José Aroldo Galassini, destacou que a essência da Copa é o cooperativismo. “No dia a dia a cooperativa trabalha a economia, o preço, os planos agrícolas, mas aqui pensamos em esporte, em participação com muita disciplina porque não houve nenhum incidente”, ponderou.

O evento teve ainda a participação do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, do prefeito de Campo Mourão, Tauillo Tezellli, do chefe do Departamento de Florestas Plantadas da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Breno Menezes de Campos, do chefe do Núcleo Regional da Seab em Campo Mourão, João Ricardo Rissardo, e do deputado estadual Douglas Fabrício.

Fonte: Governo PR

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Acordo firmado entre MPPR e Estado do Paraná fixa prazo máximo de 48 horas para internação de pacientes que aguardam leitos em UPAs de Ponta Grossa

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O Ministério Público do Paraná, por meio da 11ª Promotoria de Justiça de Ponta Grossa, nos Campos Gerais, firmou acordo com o Estado do Paraná para aprimorar o fluxo de transferência de pacientes que aguardam internação hospitalar nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do município. Com a medida, homologada na última sexta-feira, 19 de junho, pelo Tribunal de Justiça do Paraná, ficou estabelecido o prazo máximo de 48 horas, contado da inclusão do paciente na Central Estadual de Regulação de Leitos, para que seja providenciada sua transferência para leito hospitalar adequado, desde que haja indicação médica de internação e o caso esteja devidamente inserido no sistema de regulação.

Áudio da Promotora de Justiça Eliane Miyamoto Fortes

O acordo foi celebrado após decisão favorável ao MPPR em ação civil pública ajuizada em 2022 com o objetivo de assegurar atendimento adequado e tempestivo aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Em sentença proferida em 2025, a 1ª Vara da Fazenda Pública de Ponta Grossa determinou que o Estado providenciasse a internação hospitalar e o tratamento em leitos do SUS (próprios e conveniados) ou, quando necessário, em leitos da rede privada, custeados pelo poder público, para pacientes que aguardam atendimento nas UPAs da cidade.

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Providências – Entre as providências previstas para viabilizar o internamento de todos os pacientes no prazo fixado, estão a otimização dos processos de regulação para identificação e alocação de vagas, o aprimoramento da comunicação entre as UPAs, a Central de Regulação e os hospitais, a busca ativa por leitos disponíveis na rede pública e conveniada e, quando necessário, a contratação ou aquisição de leitos na rede privada. O acordo também prevê a priorização dos casos de maior gravidade, conforme avaliação médica, sem prejuízo da observância do prazo máximo definido para todos os pacientes.

Problema recorrente – A Promotoria de Justiça ajuizou a ação civil pública após constatar dificuldades recorrentes na transferência de pacientes que permaneciam por períodos prolongados nas UPAs aguardando internação hospitalar. A princípio, a intenção era de que a transferência para leitos ocorresse em até 24 horas, mas a solução consensual foi construída a partir de estudos técnicos realizados pela Secretaria de Estado da Saúde que apontaram que o prazo de 48 horas permite avaliação mais adequada da evolução clínica dos pacientes, além de estar em conformidade com orientações do Comitê Executivo da Saúde do Conselho Nacional de Justiça do Paraná. O acordo preserva o objetivo central da ação judicial: assegurar acesso oportuno à internação hospitalar e reduzir o tempo de permanência de pacientes nas unidades de pronto atendimento.

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Processo 0027531-17.2022.8.16.0019

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]

(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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