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Governo destina R$ 1,8 milhão para Terra Boa trocar luminárias convencionais por sistema LED

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O município de Terra Boa, no Centro-Oeste, recebeu do Governo do Estado, via Secretaria das Cidades, a liberação de R$ 1,8 milhão para melhorar a iluminação pública do município. Com o recurso, que tem origem no Sistema de Financiamento de Ações nos Municípios (SFM), será possível trocar as luminárias convencionais por sistemas a LED, completando toda a cidade com a nova tecnologia. A ação poderá ter início imediato, uma vez que o documento entregue nesta terça-feira (27), no gabinete do secretário Eduardo Pimentel, autoriza a homologação do contrato entre a Prefeitura e a empresa que irá executar o projeto.

A substituição traz diversos benefícios, tanto para a população quanto para a administração municipal. “Com a iluminação em LED, a prefeitura terá economia de recursos públicos, em decorrência da maior eficiência do novo sistema. E o cidadão de Terra Boa ganha duas vezes: com a iluminação nova e com a aplicação dos valores economizados em energia em outros projetos”, afirmou o secretário Pimentel.

O uso das novas luminárias irá proporcionar diversos ganhos. Entre eles está a diminuição nos custos com a energia elétrica; a diminuição na demanda pela geração de energia, o que representa maior atenção com o meio ambiente; além de mais segurança nos espaços públicos, inclusive no trânsito, a partir da iluminação de maior qualidade. “É mais segurança para a nossa população, mais econômico e ecologicamente correto. Este é mais um grande sonho dos nossos moradores que é realizado”, disse o prefeito Edmilson Pedro de Moura.

MAIS RECURSOS – Outras ações estão em andamento em Terra Boa, além da autorização entregue nesta terça-feira. São seis projetos, que somados chegam a R$ 4.339.948,30, pelo Programa de Transferência Voluntária (PTV) da Secid, com contrapartidas municipais, e pelo Sistema de Financiamento de Ações nos Municípios (SFM).

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As ações viabilizam a construção de um Centro de Convivência (R$ 705.516,60, PTV), na Rua Valência, obra já concluída e a espera de liberação para uso; uma Unidade Meu Campinho (R$ 775.327,58, PTV), com campo de grama sintética, dois playgrounds e paisagismo; a pavimentação e recapeamento asfáltico em diversas vias no Centro da Cidade (R$ 1.702.921,11, SFM), a construção de um Centro de Referência de Ação Social, CREAS (R$ 485.693,64, PTV), autorizado para Licitação; a construção de Almoxarifado para o Executivo Municipal (R$ 404.637,71, PTV), e um Projeto de Urbanização/ Calçadas (R$ 265.851,66, PTV).

O PROJETO COM LED – Com os recursos serão trocadas as luminárias nas seguintes vias: Avenida Brasil,
Avenida dos Trabalhadores, Avenida Melvin Jones, Avenida Napoleão Moreira da Silva, Estrada Andico, Rodovia Vereador Guido de Mattos Rodrigues, Rua Acre, Rua Alaercio Miguel Balan, Rua Alberto Maranho, Rua Alceu Barião, Rua Alfredo Zambom, Rua Amapá, Rua Amazonas, Rua Ari Barroso, Rua Aricanduva, Rua Arthur Bagatin, Rua Ataúlfo Alves, Rua Beija-Flor, Rua Belo Horizonte, Rua Bem-Te-Vi, Rua Bom Sucesso, Rua Cantides Alves de Araújo, Rua Cardeal, Rua Carlos Ribeiro, Rua Carmem Peres, Rua Ceará, Rua Céu Azul, Rua Curió, Rua Curitiba, Rua das Andorinhas, Rua das Araras, Rua Distrito Federal, Rua Dr. Ulisses Guimarães, Rua Ferrara, Rua Florianópolis, Rua Fortaleza, Rua Gralha Azul, Rua Horst Guilherme Zielasko, Rua Hosana Maria Batista, Rua Indianópolis, Rua Irói, Rua Israel Queirós, Rua Jaime Montovan, Rua Jairo Ferreira Marquês, Rua Jandaia, Rua Japurá, Rua João de Barro, Rua João Francisco da Silva, Rua João Galo, Rua José Inácio Marques, Rua Josefa Garcia Pinha, Rua Malu, Rua Manaus, Rua Mandaguari, Rua Manoel Evaristo da Silva, Rua Manoel Inácio Marques, Rua Manoel, Pereira Jordão, Rua Marabá, Rua Marialva, Rua Maringá, Rua Marumbi, Rua Mato Grosso, Rua Mauro Sávio, Rua Minas Gerais, Rua Mônica, Rua Monte Carlo, Rua Napoleão Canassa, Rua Novo Horizonte, Rua Olímpio Martarello, Rua Papagaio, Rua Pará, Rua Paschoal Antônio, Rua Pelicano, Rua Pernambuco, Rua Porto Alegre, Rua Presidente Café Filho, Rua Presidente Dr. Tancredo de Almeida Neves, Rua Presidente Kenedy, Rua Professor Adriano Franco, Rua Quero-Quero, Rua Rio de Janeiro, Rua Rio Grande do Norte, Rua Roma, Rua Sabiá, Rua San Remo, Rua Sarandi, Rua Sergipe, Rua Serra da Mantiqueira, Rua Serra do Mar, Rua Silvio Curione, Rua Trento, Rua Treviso, Rua Vale das Águas, Rua Vale do Ouro, Rua Vale do Paraíba, Rua Vale do Sol, Rua Valência, Rua Vereador Luís Rodolfo, Rua Verona, Rua Vitória Régia, Rua Waldemiro Galioli, Rua Wilson de Souza Ribeiro, Rua Yoshiro Sato.

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Fonte: Governo PR

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IAT faz dispersão de 700 mil sementes de palmito-juçara para restaurar a Mata Atlântica

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O Instituto Água e Terra (IAT) promoveu nesta quarta-feira (3) uma ação de restauração ambiental da Mata Atlântica por meio da dispersão aérea de 700 mil sementes de palmeira-juçara (Euterpe edulis) em diferentes pontos do Litoral do Paraná. A ação, coordenada pelo Centro de Operações Aéreas do órgão ambiental (COA-IAT), ocorreu em quatro Unidades de Conservação de Proteção Integral: Parque Estadual do Rio da Onça (Matinhos), Estação Ecológica de Guaraguaçu (Paranaguá), Parque Estadual do Boguaçu (Guaratuba) e Parque Estadual Pico do Marumbi (Morretes, Piraquara e Quatro Barras).

As sementes são oriundas de coletas próprias do IAT e doações realizadas por parceiros como o Instituto de Estudos Ambientais Mater Natura, o Instituto Juçara de Agroecologia e a Associação de Produtores Orgânicos de Quedas do Iguaçu Produzindo Vida (APOQI). A iniciativa contou também com o apoio do Distrito 4730 do Rotary Club.

“Essas áreas foram escolhidas pelos gestores das Unidades de Conservação em coordenadas onde foram registrados crimes ambientais, incluindo a extração ilegal da planta. Não é um lançamento aleatório, ele será monitorado posteriormente para verificar a eficácia da ação”, explica o diretor-presidente do IAT, José Volnei Bisognin.

Além de contribuir para a conservação e valorização da planta, considerada uma espécie ameaçada por causa da extração ilegal, a iniciativa tem um propósito educativo, procurando sensibilizar a população para importância ecológica da Mata Atlântica e da conservação das espécies nativas.

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“Queremos que as pessoas entendam a importância da preservação dessa espécie, que é fundamental para o ecossistema da Mata Atlântica. Nós temos 19 viveiros espalhados pelo Estado que podem fornecer mudas para a população. Queremos cada vez mais que as pessoas colaborem com o plantio em suas casas para contribuir com a melhoria da qualidade ambiental do Estado”, destaca Bisognin.

“É uma ação que planejamos executar novamente no futuro, uma iniciativa importante para a regeneração do meio ambiente que precisa ser repetida sempre”, complementa o chefe da regional do IAT no Litoral, Altamir Hacke.

CARACTERÍSTICAS – A palmeira Juçara (Euterpe edulis Martius) é típica da Floresta Atlântica do Brasil e áreas subjacentes. Ocorre desde o estado do Rio Grande do Norte até o Rio Grande do Sul. Como produtos da planta, além de frutos, dos quais se extrai uma saborosa polpa, está o famoso palmito-juçara, exaustivamente explorado. Devido ao extrativismo predatório de seu palmito, passou a ser considerada oficialmente uma espécie em risco de extinção.

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Os frutos planta são muito consumidos por dezenas de espécies de aves e de mamíferos. Tucanos, jacutingas, jacus, sábias e arapongas são os principais dispersores das sementes. Já as cutias, antas, catetos e esquilos, entre outros animais, se alimentam das suas sementes e frutos.

“Buscamos com essa iniciativa o ressurgimento do palmito-juçara no Litoral do Paraná. Isso sim é pensar no meio ambiente, uma visão de futuro para a Mata Atlântica”, diz o governador do Distrito 4730 do Rotary, Marcelo Passos.

A germinação da semente do palmito-juçara é lenta e heterogênea. Por ser uma espécie plenamente adaptada a condições de sub-bosque (vegetação de baixa estatura que cresce em nível abaixo da floresta), forma com facilidade um denso banco de sementes, ficando no aguardo de condições favoráveis de luz e umidade para seu crescimento.

A juçara atinge uma altura de 10 metros a 20 metros e demora por volta de seis anos para chegar ao estágio reprodutivo. Tendo em vista essas características, a dispersão aérea de sementes é uma alternativa viável para intensificar a presença dessa árvore nos remanescentes de Mata Atlântica do Litoral paranaense.

Fonte: Governo PR

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