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Santos quer vencer o Bragantino e manter tabu no Brasileirão

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O Santos duela com o Red Bull Bragantino, pela 8ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2023. Os comandados de Odair Hellmann visitam o Massa Bruta neste domingo (28.05), às 18h30, no estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista. 

O Peixe chega para o duelo após a polêmica derrota por 2 a 1 para o Audax Italiano, na última quarta-feira (24), no Chile, pela Conmebol Sul-Americana. De volta após ser preservado por conta da sequência de jogos, o meia Dodi quer ver o elenco santista esquecendo os erros de arbitragem na última partida para conseguir a recuperação diante do Bragantino.

“Não preciso nem falar muito a forma como aconteceu o jogo lá no Chile. Infelizmente a equipe não conseguiu a vitória, mas agora é virar a chave, pois já temos um jogo complicado neste domingo contra o Bragantino. A gente vinha numa sequência grande de jogos, então eu e o Lucas tivemos essa semana para fazer um trabalho de força mais específico e buscar a recuperação após o desgaste. Agora é voltar bem para ajudar os nossos companheiros no domingo. Vai ser uma partida bem complicada, fora de casa, mas estamos bem preparados para buscar esses três pontos”, afirmou o camisa 19.

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E para o embate deste domingo (28), o Santos FC defende uma longa sequência invicta contra o Red Bull Bragantino. O Peixe não é derrotado pelo time de Bragança desde 2018. E quando o jogo é dentro do Nabi Abi Chedid, o tabu é ainda maior. A última vez que os santistas perderam para o Massa Bruta dentro do estádio foi em 2011, por 2 a 1, pelo Paulistão, no dia 19 de março.

“No meu ponto de vista esse tipo de tabu não influencia em nada. Vai ser um jogo difícil assim como todos são no Brasileirão. Eles têm um grande time e vêm de vitória. Mas a gente também tem uma excelente equipe e vamos lutar pela vitória”, concluiu Dodi. 

Fonte: Esportes

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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